"O que você acha, senhor? Está interessado?" perguntou o vendedor, ainda entusiasmado.
"Bem, isso é difícil. O carro é realmente bonito, mas eu não tenho esse dinheiro. Só tenho R$750.000 na minha poupança, não tem como eu comprar um carro tão caro," pensou silenciosamente o homem, sentindo a ansiedade crescer em seu coração.
"Lilian! Vamos olhar outros carros primeiro. Acho que aquele ali parece melhor do que esse," sugeriu ele, inventando uma desculpa.
Murmurando baixinho, a jovem mulher chamada Lilian levantou-se e caminhou em direção ao outro carro ao qual seu parceiro estava se referindo.
Ao passar por Dion, sua irritação aumentou.
"Está olhando o quê! Verme," ela zombou enquanto cuspia em Dion.
Sentindo-se insultado, Dion ficou furioso e quis agredir a mulher rude, mas se conteve com todas as suas forças.
O homem ao lado dela nada disse. Mas ao ver o punho cerrado de Dion, ficou com raiva.
"Que tipo de homem é você! Atacando mulheres. Se quer bater em alguém, lute comigo!" disse ele debochadamente.
Incapaz de descontar sua raiva em uma mulher, o homem se tornou seu alvo.
Tapa!
"Ensine sua mulher a ter boas maneiras! Não seja rude com os outros," disse Dion, com raiva.
"Como se atreve...!"
Antes que ele pudesse terminar sua frase, Dion apontou com o dedo indicador para o homem.
"Vamos resolver isso lá fora quando terminarmos aqui. Sou Dion, e não vou fugir. É só esperar!" Dion ameaçou novamente.
O homem que havia sido esbofeteado ficou chocado. Nunca antes alguém ousara confrontá-lo, muito menos lhe dar um tapa.
Ele era o herdeiro de uma família poderosa e rica, de segunda categoria na cidade B. O comportamento de sua família era temido.
Mas o homem que o havia esbofeteado era muito mais aterrorizante do que ele imaginava.
As pessoas ao redor ficaram em silêncio, achando difícil acreditar que Dion tivesse ousado provocar o herdeiro da família Wills, infame e implacável.
O gerente-chefe do showroom de carros chegou depois de ser informado por seus subordinados de que houve um distúrbio no andar principal onde os carros estavam expostos.
Ele desceu correndo para ver o que estava acontecendo e ficou chocado ao encontrar o herdeiro de uma família rica e influente da cidade B sendo intimidado por alguém vestido de forma humilde.
"Pare!" ele gritou, e rapidamente se aproximou do homem sendo intimidado.
"Senhor Wills, peço desculpas por esse incidente. Eu vou cuidar desse canalha," disse o gerente confiantemente.
Então ele chamou os seguranças do showroom. Quatro homens prontamente chegaram em resposta ao seu chamado.
"Prendam ele! Quebrem o braço dele por ousar bater no Sr. Wills, nosso ilustre convidado hoje," ele gritou alto.
"Espera! Eu vim aqui para comprar um carro, mas seu funcionário foi rude comigo," Dion se defendeu.
"Comprar um carro? Com que meios? Um vagabundo como você, pode comprar um carro? Nem mesmo uma bicicleta elétrica você poderia comprar," o gerente zombou arrogante.
"Eu tenho dinheiro, e posso comprar um carro aqui, até o mais caro," Dion retrucou enquanto jogava um cartão dourado na cara do gerente.
Pluft!
Houve um som leve ao objeto cair no chão.
"O que é isso?" pensou o gerente do showroom, um pouco temeroso.
"I-isso!" ele exclamou em choque.
"Passem esse cartão na máquina. Quero comprar o carro daquela sala."
"Sinceramente, não tenho mais interesse em fazer negócios em seu showroom. Mas eu preciso de um carro para fazer compras. Então se apresse e faça a transação," Dion ordenou com raiva.
"Você mentiroso, fanfarrão! Acha que segurar aquele cartão amarelo faz de você um rico? Pode comprar online," Brian provocou.
"É isso mesmo, senhorita. Esse vagabundo está apenas fingindo que vai comprar aquele carro para se exibir. Com aquelas roupas baratas de rua, como poderia ele ter dinheiro para um carro de luxo?" o arrogante vendedor acrescentou com um tom de bajulação.
"Senhorita Jackline, esse lixo está apenas fantasiando sobre ser dono de um carro. Mas você deve saber, ele é o genro descartado. Foi expulso pela família de sua ex-esposa," Brian se vangloriou, sentindo-se superior.
"Ele vive pedindo comida à ex-esposa todos os dias. Como poderia ter dinheiro?" Brian explicou, sentindo-se orgulhoso.
Dividido entre acreditar e ser cético, o gerente do showroom estava em um dilema sobre quem ouvir.
Ao se preparar para decidir o que fazer, o diretor da concessionária de carros chegou, acompanhado por dois seguranças.
"O que está acontecendo aqui!", ele berrava, enchendo a sala.
Todos ficaram em silêncio, incluindo Brian, mas apenas por um momento.
"Senhor Victor! Que bom que está aqui. Caso contrário, sua renomada concessionária continuaria sendo sujada por essa insignificante escória", provocou Brian.
"Ele é o ex-genro descartado da família Lobo. Sonha em comprar um carro de sua concessionária. Faça o possível para fazer ele pensar duas vezes antes de voltar aqui", continuou Brian.
O Sr. Victor ignorou Brian. Ele estava mais interessado no desafio de Dion do que em dar atenção ao Sr. Brian.
Depois de ser duramente repreendido, o Sr. Brian se sentiu ofendido e decidiu sair do local.
Enquanto saía, ele resmungava: "Cuidado para não ser enganado por esse vagabundo".
"Tudo bem então. Se você conseguir comprar aquele carro, eu irei me ajoelhar diante de você e te chamar de 'irmão'. Mas se você estiver mentindo, eu irei quebrar o seu braço", desafiou Victor a Dion.
"Ótimo! E você, Senhorita Vendas?" Dion provocou.
"Eu? Por quê eu?", protestou ela.
"Você tem duvidado da minha capacidade. Está disposta a apostar comigo também?", desafiou Dion mais uma vez.
"Quem tem medo? Se você conseguir comprar aquele carro, eu irei me ajoelhar aos seus pés e renunciar. Mas se você perder, é melhor machucar essa boca suja", respondeu ela.
"E você, Gerente? Também está disposto a apostar?", Dion perguntou com certeza.
-Eu-eu não ousaria, senhor", respondeu o gerente, com medo, pois reconhecia a importância do cartão de ouro.
-Espere só. Vou provar que consigo comprar esse pedaço de lixo de carro", Dion gritou com raiva.
"Agora, tragam o leitor de cartões aqui! Quero que demonstrem que tenho os meios", desafiou Dion confiante.
Ao ouvir as palavras confiantes de Dion, o diretor Victor ficou atordoado e então olhou interrogativamente para o gerente.
"Jackline! Que cartão é esse que esse homem está falando?", exigiu Victor.
-Senhor, é o cartão diamante dele", Jackline respondeu nervosamente.
"O que! Um cartão diamante?" Victor perguntou enquanto arrancava da mão de Jackline.
Como alguém experiente no alto escalão da sociedade, é claro que ele sabia a importância do cartão diamante.
Não qualquer um poderia possuir tal cartão. Se Dion o possuía, significava que ele tinha uma origem longe do comum.
O corpo do diretor começou a tremer. Era como se o céu tivesse caído sobre sua cabeça.
-Droga! Como pude ser tão descuidado? Se eu não conseguir lidar com isso, estou acabado", murmurou para si mesmo.
"Rápido! Tragam o leitor de cartões aqui. Depressa!", ele gritou impacientemente.
Logo em seguida, um funcionário do sexo masculino chegou com o leitor de cartões.
O Sr. Victor pegou o aparelho e passou o cartão pelo leitor, e um "ping" soou, indicando que a transação foi bem-sucedida.
Agora seu corpo estava cambaleante. Ele deixou cair o leitor de cartões, mas o funcionário rapidamente o segurou.
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Atualizado até capítulo 292
Comments
Rosaria TagoYokota
porque tds julgam que uma roupa difere o caráter da pessoa
2024-07-09
3
Bárbara Santos
eu sempre digo ñ se julga o livro pela capa bem feito agora todos vão sofrer as consequências kkk
2024-04-11
5
ARMINDA
🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣 TÃO TODOS LASCADOS . VÃO TER QUE AJOELHAR E CHAMAR DION DE IRMÃO. 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣😍🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣
2024-04-11
2