XVI - Loja de Games

Paraíso na loja de videogame

Há algumas lojas de videogames em Paradise Island. Tanto há quem trabalhe com equipamentos mais clássicos como quem vende produtos novos. Uma dessas pessoas que preferem trabalhar com os clássicos chama-se William Nóbrega e sua loja é a Noble Games. Ele toca o negócio sozinho e por isso é bem solitário. Seu principal momento de lazer é quando sai para dirigir seu Volkswagen Polo grafite, isso, claro, quando não está jogando GTA San Andreas enquanto aguarda os clientes em sua loja.

Certo dia, já próximo do horário de fechar o estabelecimento, surgiu uma cliente. Era Alia Tyler, uma bela mulher de vinte e nove anos, com dobrinhas e curvas atraentes, olhos claros, usando um vestido preto e decotado. Eles começaram a conversar:

Oi... eu estava de passagem e resolvi entrar... Alia começa tímida e fica olhando tanto para os jogos como para aquele homem.

Oi. Fez muito bem. Gosta de jogos? William logo se interessa pela moça. Ele também não é de se jogar fora, é um cara magro, usa barba e tem tatuagens.

Gostava quando era adolescente, hoje em dia não jogo mais. Os jogos estão diferentes do meu tempo. Ela comenta e faz uma crítica justa aos jogos atuais.

É... eu ainda jogo coisas que jogava naquela época, ainda é muito divertido... quer jogar? Ele mostra que estava jogando um jogo de quase vinte anos atrás.

Eu aceito! Alia aproveita a chance.

Enquanto você joga eu vou fechar a loja tá, daí saímos pelo outro lado. William comenta com sua fala habitualmente tranquila e por dentro já comemora o fato de estar a sós com uma mulher tão gostosa.

O dono da loja de games termina de fechar tudo e a visitante parece já ter se cansado de jogar, pois seu personagem já morrera várias vezes. A conversa volta a fluir enquanto eles se preparam para deixar a loja.

Então hoje em dia como gosta de se divertir se não é jogando videogame? William pergunta com certa inocência.

Eu faço coisas de adulto, sabe? Tipo... pagar boleto. Alia pensa em fazer um duplo sentido, entretanto muda para uma piada e ficou bem melhor.

O cara cai na risada com facilidade, mas depois de rir ele se dá conta que era sua última chance de tentar algo mais ousado, pois já estavam prestes a deixarem a loja:

Eu pensava antigamente que a vida adulta era tipo... muito sexo sabe? Hoje vejo que não é bem assim... Comentou e viu que precisava de um empurrãozinho a mais, então completou com seu jeito desajeitado: O que acha da gente, quero dizer...

O cara estava nervoso - com razão - e estava se enrolando nas palavras e foi a vez dela ter atitude. Alia se colocou contra a última parede da loja antes de saírem para a rua e o puxou para finalmente seus lábios se encontrarem. William finalmente sentiu-se livre para viver aquele romance, já que havia consensualidade e foi logo agarrando o bumbum grande da moça.

Tinha só uma pequena luz de led indicando a saída e a noite já tinha caído, o que ajudou a dar um ar sensual para a situação. O beijo foi se desenvolvendo com pegada e ao som dos carros buzinando no trânsito da rua ali perto aumentou a adrenalina em ambos.

Ele colocou seus seios pra fora do decote e foi chupá-los ao mesmo tempo que ela apalpava seu cacete enquanto colocava-o para fora da roupa. Não havia motivos para tirarem tudo visto que estavam praticamente no beco escuro que dá para a rua movimentada.

Alia foi passando suas mãos nos cabelos de William, que alternava as lambidas e chupadas de um seio ao outro. Depois foi a vez dela de usar a boca, interrompendo os carinhos do safado para mamar aquela rola que apontava em sua direção.

Um boquete bem caprichado rolava, ela usava as mãos, os lábios e a língua naquele oral e restava a ele delirar de prazer enquanto procurava uma camisinha pelos bolsos da calça... logo que achou fez sinal para ela parar... era hora de foder sua buceta.

Começou um de frente para o outro. Logo após o encaixe ele foi ganhando espaço por dentro aos poucos com uma certa leveza, apenas pressionando e ela ajudou rebolando o quadril para fazer que aquilo entrasse mais e o calor aumentou de uma forma muito excitante.

Ele a virou de costas e a pressionou contra a parede, ela ajudou abrindo as pernas e ficando na pontinha dos pés, para ele ter espaço para fodê-la. Teve aquele momento de buscar o encaixe perfeito e logo que aconteceu ficou perfeito, o membro começou a entrar com força na buceta.

William ficou beijando e mordiscando sua nuca e se aproveitou daquela raba carnuda. Logo foi dando tapas e ambos enlouqueciam porque o ritmo das estocadas só aumentava. Alia foi inteligente e colocou sua mãozinha para mexer gostoso seu grelinho e já estava quase gozando sentindo o pau invadindo seu corpo.

Goza, safada! Ele manda cochichando em seu ouvido com aquela respiração ofegante.

Então fode, vai. Não para. Ela expõe o quanto está louca e tesuda e geme enquanto morde os lábios.

Com as mãos dele em seu quadril as estocadas atingem a velocidade máxima e o prazer atinge o ápice. Os gemidos surgem mais altos sem se importarem mais se ali perto há pessoas ou não e aquela deliciosa mulher tem seu momento:

Hm... aahhhhh... E sentiu orgasmo que deixou suas pernas trêmulas.

Aaaaaahhhhhhh... aaaahhhh... O safado não aguentou tudo aquilo e também gozou.

Finalmente eles se desconectam. O proprietário da loja de games descarta sua camisinha ali mesmo no beco. Ambos se arrumam e no fim das contas a cliente nem comprou nada. William Nóbrega lembra:

Volte sempre, tá! Com um sorriso safado no rosto.

Assim foi na loja de games. Não tem hora nem lugar para uma boa foda na ilha Paradise, tanto que até uma loja de videogames. E os romances podem acontecer com qualquer pessoa.

Continua...

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