Leandra Salvatore, 31 anos, irmã do Leonardo.
Três horas antes…
Depois de três anos no Canadá, enfim devolta a minha cidade Nova York, ficarei aqui apenas por um mês depois volto para o Canadá, organizar tudo para vir de vez.
Yanna: Eu nem acredito que você voltou mesmo, assim do nada. Por que não esperou para vir de vez.
Leandra: Desse jeito vou achar que não estavam com saudades de mim, sei que seu preferido é o Leonardo, mais não custa nada fingir para a sua cunhada.
Yanna: — É claro que sentimos sua falta sua boba. Falo já abraçada a ela.
Henrique: — Vem aqui Lea, abraço forte minha irmã e a giro no ar ela sempre solta um gritinho o que a faz parece garotinha. — te amo,tava morrendo de saudades.
Leandra: Meu irmão você é o último dos românticos.
Henrique: Fala isso por que ainda não viu o seu irmão chamando a mulher de bebê ou amor.
Leandra: Kkk, foi por isso que eu vir, precisava ver com os meus próprios olhos esse acontecimento histórico.
Henrique: Não fale, isso você também não fica para trás e já tá precisando arrumar alguém e se aquietar
Leandra: Irmão estou quase uma freira desde que sair daqui, e pra falar a verdade, acho que esse homem nem existia. Rimos. Conversamos mais um pouco indo até os carro pego o meu e vou para a casa do Leonardo. — Caralho. Xingo quando o pneu do carro fura para pela segunda vez, pego minha arma e decido ir já que falta apenas uns 3 km de longe vejo Lucas em uma emboscada, entro na mata e me aproximo deles tento identificar o líder e não foi difícil Lentamente eu me aproximo deve encostando a minha arma na sua cabeça e digo. — Pare agora ou eu atiro. Ele levanta as mãos para cima se virando lentamente para mim. O meu corpo parece ganhar vida, o meu coração falta sair pelo boca, a minha respiração fica pesada, as minhas mãos soam, o meu corpo inteiro treme e quando os nossos olhos se encontram eu me perco ali é como se eu pudesse ver a sua alma, como se elas se conhecesse de outras vidas. Não tenho tempo nem de raciocinar, pois, em um movimento rápido ele pega a arma da minha mão inclinando meu corpo e diz 'é você', em seguida me beijou um beijo que me fez perder todas as estruturas, que deixou de existir no momento em que o vi. Eu que não sou boba nem nada pedir passagem com a língua, foi ai que o negócio esquentou, com os nossos já em pé, dava pra sentir sua ereção e bendita seja a puta que o pariu, deu até vontade de amassar bem tudo aquilo. Paramos o beijo quando Lucas se aproxima falando.
Johnny: — Uau, seu beijo tem gosto de quero mais. Falo em seu ouvido e contemplo a sua pele se arrepiar.
Lucas: — Ta tudo bem a gente tava só treinando senhorita Leandra, não sabíamos que a senhorita iria chegar hoje. Falo sem entender o porquê os dois estavam se beijando.
Leandra: — Como vai Lucas? Eu decidi fazer uma surpresa para o meu irmão e conhecer a minha cunhada milagreira. Falo me virando para Lucas mais ainda colada ao corpo do rapaz, pois, seria constrangedor verem tamanha ereção. 💭 Por Deus, isso que eu chamo de dotado💭. Penso. — Lucas, eu preciso que alguém busque o meu carro, o pneu furou duas vezes e acabei ficando de pé.
Lucas: Sim, iremos buscar, mais antes deixa eu te apresentar, apesar de que parece que já se conhecem. Este é o John Ricci, irmão da sua cunhada Jehnny.
Johnny: — Muito prazer, senhorita Salvatore. Quando nossas mãos se tocam é como uma corrente elétrica percorre por todo o meu corpo e pelo jeito no dela também, ela me olha e eu também estou meu coração está a ponto de sair pela boca. Nós perdemos em nosso olhar.
Lucas: Deixa eu sair daqui, porque esses dois aí tão em choque parece. Penso, olho para os capangas e mando se retirarem, saio com outros indo buscar o carro da Leandra, eles se quer notam o carro saindo. 💭Se esse mau me pegar um dia, tô perdido💭.
Leandra: Nós encaramos por um tempo e pela primeira vez na minha vida eu simplesmente não sei o que fazer ou o que falar, então o beijo intensamente, desta vez sou prensada no carro que estava ao nosso lado e sim eu peguei no seu pau com gosto e ele gemeu enquanto beijava o meu pescoço. Por Deus eu preciso voltar a minha sanidade.
Johnny: — Vem entra. Falo depois que recupero um pouco da minha sanidade. Abro a porta do carro e ela entra.
— Leandra me desculpe por parecer um louco te beijando daquele jeito, mais o que eu senti naquele momento foi surreal. Não estou arrependido, pelo contrário, estou com vontade de parar esse carro e te fazer minha aqui e agora. Falo apertando o volante forte tentando me controlar.
Leandra: Eu também te beije e… Olho maliciosa para o seu membro e mordo os lábios, voltando a me perder naquele olhar de pura luxúria. Será que eu já o conhecia de algum lugar? pergunto a mim mesma.
Johnny: — Por favor, Leandra não me olhe assim. Falo já parando em frente a casa.
Leandra: — Você não vem? Pergunto assim que o vejo ficar encostado no carro.
Johnny: Preciso controlar isso aqui. Falo apontando para o meu pau. — Não posso arriscar a dona Duda me ver assim.
Leandra: — Vem eu te dou cobertura e afinal sou eu quem quer dar um jeito nisso ai. Falo voltando e o puxando pela mão, sentindo uma corrente elétrica mais uma vez percorrer o meu corpo, acho que nunca transei com alguém tão jovem, mesmo não sabendo a idade dele sei que deve ter aí uns 19 ou 20 anos, mais é só 30 dias aqui o que tem demais? 💭O que tem demais é que você sentiu algo, que nunca sentiu na vida por ninguém, vai dar merda💭. Minha mente grita para mim. — Onde é o seu quarto? Eu nunca vim aqui então não tenho um ainda. Falo ofegante, não me farei de arrogada, pelo contrário, hoje eu acabo com esse garoto, que tá mais para garotão. Agora é ele que sai me puxando, me fazendo me sentir uma adolescente. Quando terminamos de subir as escadas ele me beija.
Johnny: Beijo Leandra já a puxando pela bunda para que entrelaça as pernas na minha cintura a prenso contra a parede, a beijando com loucura e me esfregando nela com paixão, ela tenta me dominar mais eu não deixo, explorando sua boca com minha língua assim como minha mão massageia forte o seu seio.
Leandra: Eu estou sedenta, literalmente pegando fogo, a minha boceta está tão molhada e pulsante, sentindo esse pau enorme se esfregando nela, estou a ponto de orgasmo, de tanto tesão e essa pegada que ele tem por Deus é maravilhosa. — Preciso de você dentro de mim bebê agora.
Johnny: Nem comecei e já quer ir pros finalmentes?
Leandra: Digamos, que eu tava fazendo voto de castidade. Falo e ele para de beijar meu pescoço para me encarar.
Johnny: De quanto tempo estamos falando? Pergunto voltando a beijar o seu pescoço e me esfregar minha ereção nela.
Leandra: — Faz três anos desde que fui para o Canadá, tenho e… Ele não deixa eu terminar e me beija caminhando comigo até o seu quarto. Ao fechar a porta ele me desce do céu colo, ainda me beijando afasta um pouco o corpo e rasga o meu macacão é incrível como esses tecidos caros são frágeis, não deixo barato e estouro todos os botões da sua camisa, ele tira os sapatos, e desabotoa a sua calma mais não tira, volta a me beijar caminhando comigo até a cama. Ele carinhosamente me beija.
Johnny: Antes de deitá-la na cama tiro o seu sutiã e contemplo a visão maravilhosa dos seus seios médios lindos e apetitosos.
Leandra: Ele leva as mãos delicamente aos meus seios, me fazendo pulsar ainda mais, o seu toque me arrepiou inteira, gemo com a sensação, ele abocanha com selvageria cada um deles. — Hum! Johnny. Ele em um puxão rasga a minha calcinha e leva a sua mão a minha boceta.
Johnny: — Que bocetinha molhada e tão quente e deliciosa. Falo depois de chupar os meus dedos. A deito na cama e começo a tirar a minha calma calça, ela olha fixamente para o meu membro, mordendo os lábios já imagino essa boquinha me chupando, mais não agora. Tiro a cueca e os olhos dela até brilham. Subo em cima dela e puxo em seus cabelos, mordendo o seu pescoço, beijo a sua boca enquanto minhas mãos estão apalpando todo o seu corpo, não quero me alugar. Desço beijando e mordendo o seu corpo brincando com a língua nos bicos rígidos dos seus seios e os chupo, beijo a lateral do seu corpo.
Leandra: Quando ele beija a lateral do meu corpo e minha barriga já sinto meu orgasmo se aproximar, ele passa a língua na minha intimidade e suga o meu clitóris. — Aí Johnny… Hum! Que boca, Aí eu vou gozar… ó céus que delícia… aí. A sensação gélida volta com tudo, pois ele continua a me chupas loucamente. As borboletas no meu estômago festejam, ó meu pai isso é gostoso demais. — Caralho Johnny que boca é essa. Falo com minhas pernas já tremendo em mais um orgasmo intenso, ele sobe passando a sua língua na minha barriga até o meu seio que ele suga com força, me causando arrepios e agitando as borboletas no meu estômago. O puxo para um beijo sentindo o meu gosto na sua boca, mordo de leve os seus lábios, ele suga minha língua, se posicionando na minha, ele me penetra lentamente, enquanto me dar um beijo calmo, ele é muito grande e eu estou a muito tempo, sem então há um pouco de dificuldade na penetração, ele massageia o meu clitóris para que eu possa relaxar mais.
Johnny: — Cazzo, que bocetinha a pertinha apertada e gostosa. Falo e tomo seus seios para não perder o controle. - Gostosa, ah delícia… começo a me mentar por Deus, ela é gostosa demais. Ah gostosa vai ser difícil de parar hoje, você é gostosa demais. Falo e a fodo com força.
Leandra: — Aí cacete, ó Johnny não para eu… eu vou gozar… ai Johnny… Caralho que pau é esse. Falo e ele toma minha boca, Johnny gosta de beijar muito durante o sexo ao que parece e eu adoro isso. Suas estocados são tão violentas que me fazem gozar mais uma vez. Ele me põe de quatro, é entra devagar. — Aí Johnny me fode gostoso vai, aí caramba. Se eu achava que tava bom agora tá excelente, ele puxa os meus cabelos, bate na minha bunda, morde minhas costas e puxa para ele, ficamos os dois de joelhos, ele segura meu queixo e me beija, me fodendo lentamente é tão gostoso, as suas duas mãos estão em meus seios, a sua boca em minha nuca. — Aí eu vou gozar, isso… aí Johnny, como é gostoso ter você dentro de mim. Falo em um fio de voz, quando gozo. Ele me segura e me deita na cama.
Johnny: — Vem, quero sentir seu gosto outra vez. Falo deitado, apontando para minha boca. Ela sorri um sorriso que me desmonta inteiro.
Leandra: - Cacete, aí Johnny, como isso é maravilhoso, ai.. aai..
Johnny: — Rebola gostosa vai rebola na minha cara, cazzo! Que bocetinha gostosa. Ela goza rebolado em mim e eu só queria congelar o tempo. Ela me vem e me beija explora todo o meu e senta no pau de costas pra mim me dando uma visão espetacular.
Leandra: Quico e rebolo no seu membro perdida em tanto prazer, já nem sei quem sou eu, por deus esse homem é gostoso demais. Me casaria fácil se ele não fosse tão novo.
Johnny: Vira para mim, quero gozar chupando esses peitos deliciosos. No mesmo instante ela se vira e buscando minha boca, me sento e tomo os seus seios os chupo e brinco, deixando ela louca com tanto prazer, já sensível ela goza cada vez mais rápido, ela me abraça e morde meu ombro o seu corpo tá trêmulo, eu estou chegando ao meu limite, em um movimento rápido nos viro ficando por cima dela. Estoco forte e cada vez mais rápido em busca do meu alívio. — Cazzo! Gostosa e linda. Falo entre o beijo assim que chegamos juntos ao nosso clímax.
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Recadinho da autora...
Que casal rapidinho em, risos, adoro. Curtem e comentem muito adoro ler vocês. Se poderem votar na obra eu agradeço🍀😘
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Atualizado até capítulo 81
Comments
Sandra Pereira
UAU...Q HOT É ESSE...CHAMA TODOS OS BOMBEIROS...TEM FOGO NO PARQUINHO...Nsra das calcinhas molhadas....nós proteja....kkkkkk/Tongue//Angry//Awkward//Drool//Tongue//Angry//Awkward//Drool//CoolGuy//Tongue//Angry//Awkward//Drool//CoolGuy/Qhomem gatoso.....uuuuiiiiiiiii.
2025-04-01
1
Igieli Boldt de Oliveira
eita que o bebê sabe como fazer bem feito
2025-03-14
3
Lucimar Alves
uauuui que delicia kkkkk
2024-11-06
1