13
Nem narrando
Eu observo Yuri levando a Fabiana para longe.
- Irmã do Turco? - Th pergunta i
- Sim. - Eu respondo. - Turco contou para ela que o delegado colocou ela como fugitiva da polícia.
- Que barra. - Ele olha ela indo - Tu acha que ela pode trazer problemas ?
- Não tem cara de ser x9. Ela passou mal bocados na mão dele \, Eu vi as marcas. - Ele me olha - Só que eu acho que Felipe não vai deixar barato ela está aqui\,mas vou negar ajuda para irmã do meu parceiro\, como? Não vou me indispor com o turco. Até porque\, ele faria o mesmo por mim.
Th me olha.
- Jk chegando - Th fala olhando para frente.
Jk desce da moto e fazemos um toque.
- E aí. Todos aqui?
- Falta turco que está subindo. - Junior fala. - Yuri não deve vir.
- Porque? - JK pergunta.
- Tá de rolo com a irmã do Turco- Junior responde.
- Ele foi levar a garota e já volta - Eu corrijo.
- E aí beleza ? - Artur fala chegando. - Firme na caminhada ? - Ele faz toque com TH.
- Vamos entrar- Eu falo e a gente entra dentro da boca todos se senta.
- Qual é a situação? - JK pergunta.
- Nós pegamos gente do Pcc rondando em volta do morro. Mais certo que o filho da puta conhecido como Nando tá querendo problema com a gente.
- Por causa de uma carga que eles mesmo roubaram. - Junior diz
- Pior - Artur fala - Eles querem isso porque estão querendo fabricar também é a gente atrapalha os negócios dele. Nos estamos na frente com os três morros unidos e produzindo.
- Eles querem guerra - JK fala
- Vamos mandar bala para eles. Se a gente ficar parado esperando esses filho da puta agir contra nos \, eles vão vir com tudo. Vamos reagir antes deles tentar agir.
- Tu tá falando do que? - Th me olha.
- Vamos invadir o morro deles \, tomar o lugar - Eu olho para eles - Colocar alguém nosso comandando lá.
- Isso era quase suicídio. - JK fala.
- Não\, se a gente armar tudo certinho. Não é suicídio não. Tá ligado\, precisamos fazer um exército em volta do morro. Quem tentar subir \, morre. É essa a minha ideia. Vamos ficar aqui esperando eles invadir ? Vai ser pior. Eles também não estão para brincadeira.
Eles me encaram e ficam pensando no que eu disse. De longe eles estão sabendo que eu tinha razão.
Fabiana narrando
Eu saio da casa de Yuri compro algumas bebidas e subo até a ponta do morro. Lá tinha uma visão linda do Rio de Janeiro.
Eu morei aqui até os meus 14 anos com os meus pais, depois minha mãe e meu PAI se separaram e nunca mais voltei para o morro. Ela disse que queria que eu tivesse uma vida digna e que meu pai não iria me dar essa oportunidade. E olha a onde eu estou, depois de me casar com o homem que para ela era o melhor genrro do mundo, que eu tinha sorte de ter encontrado um homem tão maravilhoso. Eu estou aqui, com marcas na alma, No coração e no corpo das agressões e humilhações que eu sofri na mão dele.
Estou de volta ao morro, sentada no mesmo lugar a onde eu vinha para fugir das constantes brigas do meu pai e dela.
- Você está aí - A voz de Yuri soa e eu olho para trás. - Quando você saiu lá de casa da aquela forma \, Eu imaginei que te encontraria aqui.
- Como sempre. - Eu falo e ele se senta ao meu lado.
- Você sempre fugia para cá para fugir de todos os seus problemas. - Ele me olha. - É incrível que passa os anos e a gente não muda.
- Esse lugar sempre foi meu ponto de paz \, lembro que subia até aqui com vários cadernos e escrevia e escrevia.
- Você tinha sonhos de lançar um livro.
- Esquece.-Eu olho para ele rindo - Faz tempo que eu não sei oque e sonhar.
- Não deveria dizer isso Fabiana\, você é jovem e uma vida inteira pela frente.
- E você?- Ele me olha - Não achei que te encontraria aqui ainda.
- Eu achei que nunca mais iria te ver. - Ele muda o lado do assunto.
- Estou falando sério- Ele me encara. - Você me disse que tudo que queria era sair do morro e quando volto você está aqui.
- Não é para todos que a sorte bate na porta.
- Mas você queria estudar \, engenharia\, Eu lembro.
- Queria. Mas a minha vida é essa - Eu entrego uma garrafa de cerveja para ele é ele bebê olhando para o morro. - Não acho que conseguiria me adaptar com outra vida que não fosse essa.
- É\, e eu achava que nunca mais voltaria para cá. - Eu respiro fundo.
- Aqui estamos de novo. - Ele me olha.
- A onde a gente deu o nosso primeiro beijo. - Eu falo para ele e me viro o encarando e ele se vira para mim \, me encarando de frente.
- Você se lembra disso? - Ele pergunta
- Você não?- Eu sorrio para ele.
- Eu nunca esqueci. - Eu me aproximo dele e beijo a sua boca. Ele me beija me agarrando pela cintura e me puxa para o seu colo. Ele estava sentando e eu sentado com o meu corpo virado para o seu em cima das pernas \, seu beijo era maravilhoso ainda como da primeira vez. Ele passa a mão por de baixo da minha blusa passando as mãos pelas minhas costas \, beijava meu pescoço e eu tiro a sua camiseta.
Quando escutamos tiros e ele me tira de cima dele e pega a sua arma na mão.
- Se esconde- Ele diz - Se esconde Fabiana - Ele me pega pela mão abre a caixa da água que estava vazia. - Entra e só sai quando eu mandar.
- Ok. Será que é invasão?
- O Pcc tá subindo. -O rádio dele toca.
- Não sai. Só sai quando eu vier te buscar. - Ele diz E eu assinto.
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Atualizado até capítulo 108
Comments
Jaqueline Morares Moraes
eu achei que ela ia se interessar no NEM
2024-02-21
1
Bia
eu acho que deve treinar ela , o bebê ela perdeu tava suja de sangue
2023-07-14
3
Adiji Abdallah
eu Tbm queria saber ela não tava grávida 🤔 ela foge e daí 🤔
2023-07-09
0