**Brian O'connor**
Nunca se passou pela minha cabeça que a doida do aeroporto fosse filha da Dona do racho Pegasus e parando para pensar bem além de ser uma baita de uma atrevida aquela morena e bem linda também balanço minha cabeça de um lado para o outro tirando aquela mulher dos meus pensamentos eu nunca pensei tanto assim em uma pessoa nem em Naya que tive um relacionamento durante alguns anos eu não pensei desse jeito olho no relógio que fica no criado mudo e vejo que já passou da hora de me levantar dou pulo da cama e sigo para o banheiro para fazer minha higiene lavo meu rosto me olhando por alguns segundos no espelho respiro fundo faço minha higiene e sigo para o closet e visto minha roupa que eu uso tipicamente que eu sempre usei quando estou aqui isso me faz me sentir mais eu nunca gostei de terno e gravata.
Após pronto sigo para fora do cômodo ando pelo quarto indo até a porta passei por ela e segui pelo corredor até chegar nas escadas e começo a descer quando coloco meus pés na sala sigo pelo cômodo indo direto para a cozinha assim que entro já vejo Dylan sentado lá enquanto Roseli termina de colocar a mesa do café o homem começa a se levantar quando me vê mais faço ele se sentar novamente me aproximei me sentando no mesmo lugar de sempre começamos a tomar café Dylan e eu começamos a conversar estava faltando algumas coisas para dá pro gado porque como trabalhamos com confinamento e leilão de gado não podia faltar nenhum medicamento.
— Depois você me passa a lista que eu mesmo vou à cidade e compro o que está faltando — digo para ele Dylan confirmou.
Ele ficou em silêncio por alguns segundos, mais sentia que ele queria perguntar algo, então olhei para ele novamente esperando que o homem falasse.
— Sobre a plantação do Haras Pegasus – pausa – o senhor vai comprar a plantação da senhora Warner? — Dylan pergunta me olhando meio sem jeito.
— Sim, eu irei comprar o resto da plantação dela — digo para ele com pensamentos meio longe.
Sei bem para onde os meus pensamentos estavam me levando e era diretamente para aquela morena, tento focar no que Dylan diz mais e como se automaticamente minha mente quisesse prendá-la em meus pensamentos, mais eu não podia viver a mercê dos meus pensamentos pela morena desconhecida, olho para Dylan quando ele começou a falar.
— Se o senhor quiser, eu posso ir lá... — Dylan começa a falar mais rapidamente, eu o corto.
— Pode deixar que eu vou lá resolver isso — digo para ele sem saber o porquê deu ter falado isso.
Dylan balança a cabeça em confirmação sem entender mais não falada nós terminamos o café e seguimos pela porta dos fundos passamos por ela e seguimos para o curral, pois hoje era dia de vacinar o gabo contra a febre aftosa caminhamos lado a lado conversando até chegar no curral quando chegamos lá cumprimentei os outros peões que estavam ora conversar, ora fazendo o seus serviços Dylan e eu começamos a vacinar o gabo rindo de algumas histórias que um dos peões contava sobre um encontro mal sucedido que teve ontem a noite com uma mulher que morava em Laredo a cidade mais próxima daqui.
Depois de alguns minutos nós terminamos e no mesmo instante Rosali aparece chamando para o almoço chamei Dylan e os outros e rapidamente todos seguimos em direção a casa assim que chegamos a mesa da varanda estava montada todos se sentaram começamos a comer com muita conversa e risada e mais uma vez a minha mente insiste em levar meus pensamentos para aquela morena levemente balanço minha cabeça olho em volta da mesa vendo os caras sorrindo enquanto comem minutos depois terminamos de almoçar todos seguiram para as suas casas para tirar uma sesta depois do almoço Roseli e Dylan ficam conversando e pelo sorriso tímido no rosto da mulher o homem deve está falando algum gracejo para ela quando me viro fazendo menção de ir para o escritório escuto Dylan me chamando.
— Patrão, aqui está a lista que o senhor tinha pedido para fazer — Dylan fala chegando mais perto.
Ele tira uma pequena Lista do bolso de sua calça jeans e me entrega, abro o papel e vejo escrito lá tudo que irei precisar.
— Certo — digo para ele com um balançar de cabeça.
Trocamos mais algumas palavras e logo eu me afastei indo para dentro da casa e caminhando pelo cômodo indo em direção ao meu escritório assim que entrei fecho a porta e segui até a minha mesa dando a volta e sentando na minha cadeira abri o notebook e fiquei vendo algumas coisas em relação à empresa peguei meu celular que eu tinha guardado na gaveta liguei ele e no mesmo seguinte veio uma torrente de mensagem de Naya e era a mesma ladainha que fiz questão de ignorar vi que tinha mensagem do meu irmão abri e li cada uma, às vezes Ken era tão dramático que eu ficava me perguntando de quem ele tinha puxado todo esse drama e no mesmo instante me lembrei o quanto minha mãe também era dramática e isso me faz sorrir sai dos meus escutando meu celular tocando olhei e vi a foto da minha mãe tomando conta da tela.
Chamada on.
— Olá, mãe.
— Brian estava preocupada.
— Com o quê?
— Você não deu mais notícias e deixou eu e o seu pai, preocupados.
— Me desculpe mãe, assim que cheguei aqui eu me esqueci de tudo.
(Escutei sua risada)
— E sempre assim quando você vai para aí eu te entendo perfeitamente.
— Sim, mais garanto que não foi por causa disso que você ligou.
— Querido, Naya me ligou e disse o que aconteceu entre vocês.
— Mãe eu…
— Escute filho, eu sempre achei Naya muito fútil para estar com um homem como você.
— Eu sempre soube que a senhora não gostava da Naya mãe.
— E não gosto, acho ela muito mimada e você precisa de uma mulher que cresça com você, não uma mimada que gaste o seu dinheiro suado no shopping com coisas superficiais.
— Só a senhora mesmo, dona Fátima.
— Bom, querido, agora eu já vou porque não quero te atrapalhar.
— A senhora nunca atrapalha.
— Aí eu queria que o Ken fosse como você.
— Aos poucos ele vai tomando jeito.
— Deus te ouça.
— Até logo mãe.
— Até.
Chamada off.
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Atualizado até capítulo 95
Comments
Zenith Afonso
Eu gosto muito de autora, detalhista,,,,,
Tem autora que pula de um assunto, para outro ,deixando a gente, " no vácuo "...
2025-02-01
0
Ana Cristina da Silva
realmente a história é linda mas se torna cansativa
2025-01-24
0
Izabella Vaz
A história tá linda, mais tem muita narrativa
2024-12-10
0