E antes que diga mais alguma coisa sai pisando duro em direção a esteira de bagagem fiquei ali parada esperando minhas malas e logo elas aparecem e eu as pego querendo sair mais rápido possível desse aeroporto para não dar de cara com aquele homem novamente caminhei entre as pessoas a passos apressados até que de longe eu vejo a minha mãe abandona a mão para mim com um sorriso enorme em seu rosto sai correndo até onde ela estava e assim que estamos perto nós abraçamos fortemente ficamos assim por alguns segundos e logo nos afastamos e ficamos olhando uma para outra com os olhos marejados.
— Por Deus você está linda querida — minha mãe fala passando as mãos em meu rosto com emoção.
— A senhora também está muito linda — digo para ela a fazendo me dar um leve tapa no ombro sorrindo.
Minha mãe me ajudou com as malas e nós duas caminhamos para fora do aeroporto e eu tinha até me esquecido do pequeno desentendimento que tive com aquele homem no meio do aeroporto minha mãe estava me entretendo para mim não pensar no que aconteceu agora a pouco aquele homem e um bronco que não sabe falar com as pessoas mais eu tentei não ficar nisso e muito menos na sua beleza rústica quando chegamos no carro ajudei minha mãe a colocar as malas na caçamba da caminhonete e logo entramos na mesma enquanto minha mãe dirige trocando algumas palavras comigo eu fiquei olhando para paisagem.
Cerca de uma hora depois vejo a placa enorme escrito fazenda Pegasus com cavalo com asas aparecer em meu campo de visão eu lembro quando meu pai colocou esse nome ele gostava tanto da mitologia grega que quando eles compraram esse foi o nome que ele quis dar sorrio com isso olhei para minha mãe e ela me olhou sorrindo também como se ela lesse meus pensamentos.
Meus sempre gostaram de cavalos, então eles resolveram começar com a criação e venda de cavalos e quando meu pai se foi a minha mãe continuou tocando o negócio, pois para ela e como se um pedaço do meu pai estivesse com ela que tem várias raças variadas de cavalos de Árabe, puro-sangue inglês, lusitano Andaluz a Appaloosa fora também que minha mãe começou a mexer com plantações além do, aras quando ela estacionou a caminhonete em frente a casa grande rapidamente desci respirando o ar puro ajudei minha mãe com as malas e seguimos para dentro da casa.
— Nossa, parece que tudo está como antes — digo para minha mãe sorrindo olhando tudo a minha volta.
— Tive que fazer umas mudanças aqui e outras ali, mais nada tão radical — minha mãe fala sorrindo parando do meu lado.
Logo escutamos passos e a voz que me lembrava muito bem.
— Senhora eu escutei voz, aí eu queria saber se..... — suas palavras morrem quando me vê e os seus olhos com marcas de expressão do tempo se arregalam.
— Oi Nana — digo para ela com um sorriso enorme.
A mulher rapidamente vem até minha com os olhos marejados e me abraça fortemente.
— Oh meu Deus — Nana fala agarrada a mim me fazendo retribuir o abraço.
— Eu estava com muita saudade de você — digo para ela me afastando sorrindo.
Nana dá um beliscão no meu braço, dei um pequeno grito, massageio o local fazendo uma pequena careta enquanto a senhora me olha com cara de brava e com as mãos na cintura.
— Nunca mais fique tanto tempo sem aparecer — Nana fala suavizando a cara de brava e sorrindo.
— Quem sabe eu tenha voltado para ficar — diga para ela com um sorriso.
Rapidamente ela sai dizendo que iria arrumar um lanche para minha e eu nos olhamos e rimos uma para outra seguindo diretamente para a cozinha, assim que entramos fomos direto nos sentar e logo Nana colocou as coisas em cima da mesa e o cheiro estava maravilhoso me servi uma coisa de cada até estar satisfeita.
— Estava tudo muito gostoso, Nana — digo para ela sabendo como ela ficava com elogios.
Ela deu um sorriso tímido dando um pequeno tapa no meu braço logo voltou a fazer as coisas que estava fazendo antes minha mãe disse que meu quarto estava pronto que como eu estava cansada da viagem eu poderia ir descansar me despedi delas e segui para fora da cozinha subi as escadas indo para o andar de cima e assim que botei meus pés no segundo andar segui pelo corredor que eu conhecia como a palma da mão segui pelo corredor até chegar em frente a porta branca fiquei alguns segundos ali parada olhando sem mais demora estico minha mão e giro a maçaneta quando abri a porta e entrei no meu quarto uma torrente de sentimentos nostálgicos passei a mão em meu peito e foi como se escutasse a risada do meu pai fechei a porta do quarto mergulhada em sentimentos bons caminhei até a cama e me deitei eu estava tão cansada da viagem que deixei de lado o banho e me joguei cama e lentamente fui adormecendo.
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Atualizado até capítulo 95
Comments
Doraci Bahr
lar doce lar não tem lugar melhor
2024-09-20
2
Sirlene Campos
não acho não,
2024-09-05
3
Lourdes Antonelli
autora faz a governanta parar de beliscar ou da tapa isso e5agressao é ruim
2024-08-06
2