— Você ainda continua uma verdadeira Amazona — minha mãe fala me abraçando pelo ombro.
— Eu só lembrei de algumas coisas — digo timidamente para minha mãe.
Minha mãe diz algo mais eu não presto atenção porque eu olhei para o rumo da casa e eu vi um homem que eu tinha a impressão de conhecer de algum lugar, minha mãe olha para o mesmo rumo que eu e logo nós duas caminhamos rapidamente de volta para casa a medida que vamos chegando mais perto vai me subindo algo que eu não sei explicar o homem em questão até então estava de costas olhando ao redor.
— Pois não? — minha mãe perguntou educadamente.
Como se o mundo tivesse ficado em câmera lenta porque quando o homem se vira eu simplesmente acho que estou vendo uma assombração porque fiquei encarando o homem por alguns segundos sem entender nada, ele me olha com um sorriso de escárnio e eu tenho vontade de jogar meu sapato na cara dele.
— Você — nós dois dizemos ao mesmo tempo, nos encarando.
— Da onde vocês dois se conhecem? — minha mãe perguntou olhando do homem para mim sem entender.
— Esse homem quase passou por cima de mim dentro do aeroporto — digo apontando o dedo paro o homem.
— Mais a culpa foi sua — O homem fala com as mãos na cintura me olhando de cima embaixo.
Olhei para ele totalmente chocada com a sua cara de pau no mesmo segundo Nana saiu da cozinha para ver o que estava acontecendo cheguei mais perto dele ficando cara a cara com esse cara que era bonito mais era um bruto.
— Eu estava seguindo o meu caminho e você parou na minha frente — digo com raiva batendo o dedo em seu peitoral.
— Porque você não saiu da minha frente — ele falou se sentindo o dono razão.
Olhei para em choque cheguei mais perto e dei pisão em seu pé fazendo ele xingar caminhei a passos apressados para dentro de casa subi as escadas quando já estava no andar de cima caminhei pelo corredor e no direto para o meu quarto entrando e fechando a porta andei pelo cômodo diretamente para o banheiro a fim de tomar um banho para acalmar os meus ânimos retirei minha roupa colocando no cesto e caminhei em direção ao box entrei e liguei o chuveiro comecei a tomar um banho relaxante aí pensei naquele homem e então me perguntei mentalmente como o homem do aeroporto achou onde eu moro? Me faço esse pergunta sem saber a resposta para o meu questionamento, balancei minha cabeça de um lado para o outro tentando tirar isso da minha mente.
Depois de um tempo terminei meu banho, peguei a toalha enrolando em meu corpo saindo do box, caminhei pelo banheiro indo direto para o closet, vesti um pijama e voltei para o quarto quando eu entrei a porta se abriu logo minha mãe e Nana passaram por ela rapidamente eu sabia que elas estavam curiosas para saber tudo e de onde que eu conhecia aquele então puxei uma poltrona que estava no canto do quarto me sentando cruzando as pernas e esperando a primeira pergunta vir com paciência.
— Da onde você conhece aquele homem? — Nana pergunta me olhando com curiosidade.
Respirei fundo e comecei a contar detalhadamente tudo até a parte que cheguei no aeroporto elas estavam ouvindo tudo com atenção vez ou outra olhando uma para outra e depois olhando para mim, depois que relatei tudo o que aconteceu ficamos as três em silêncio até que minha mãe e Nana começaram a sorrir olhei para ela sem entender.
— Ah isso vai acabar em casamento — Nana fala olhando para gente bem humorada.
Eu olhei para as duas, horrorizada Nunca que me casaria com aquele… Urgh
— Eu nunca vou me casar com aquele… — começo a dizer balançando a minha cabeça totalmente encabulada.
— Bronco — minha mãe fala olhando para mim com diversão.
— Ta até parecendo quando você e David se conheceram Lucy — Nana fala olhando para minha mãe com um sorriso.
— Você e o papai se conheceram assim? — perguntei para minha mãe olhando para ela com um sorriso.
Ela dá um sorriso saudoso e começou a contar como ela e o papai se conheceram era nítida dor e a saudade que ela tinha por ele me lembro até hoje do dia que ele morreu da dor que vi em seus olhos claros aquilo me cortou o coração o seu grito de dor me lembro como se fosse hoje me levanto de onde eu estava me sentei ao lado delas e abracei fortemente e logo Nana se junta a nós depois de alguns minutos elas se levantam e seguem em direção abrindo ela me chamam para jantar mais eu disse estar com dor de cabeça iria me deitar as duas mesmo meio desconfiadas elas aceitam o que falei desejam boa noite me deixando sozinha desliguei a luz e me joguei na cama e fiquei por um tempo olhando para o teto pensando em tudo e em nada ao mesmo às vezes eu me pergunto será que esse encontro meu com aquele homem no aeroporto foi coisa do destino ou pura casualidade balançando minha cabeça de um lado para o outro tentando tirar isso da minha mente fechei meus olhos, pois tudo que eu queria agora era que isso fosse um sonho.
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Atualizado até capítulo 95
Comments
Rene Lima
parando pô aqui muito chato
2024-12-25
0
Marta Ginane
Diálogos longos sem sencessidade, parei aqui.
2025-01-27
1
Doraci Bahr
bem besta
2024-09-20
0