Capítulo 13

...Fernando...

Estou na varanda em um dos hotéis da minha mulher, claro que por ser o marido da dona do hotel tenho vantagens, estou na cobertura esperando a mulher que me fez de besta por esses meses achando que tinha morrido.

Só de lembrar das lágrimas que derramei e todos os gritos de dor que sai da minha garganta por ela, me faz ter mais ódio que antes.

Estou a sua espera para continuar o acordo de união das máfias, agora que descobri que ela está aqui e está viva, tenho tudo a meu favor, tenho que achar seu ponto fraco, mas está difícil ela agora é uma fortaleza impenetrável, cheia de ódio e rancor.

_ quebra do tempo _

Ouço batidas na porta e sei que é a bela mulher que estou a espera quando abro lá está ela com um lindo vestido folgado mais que ainda deixa a mostra metade do seu pequeno corpo, o estranho é que parece que ela me esconde algo, ela me olha e dá um sorriso de lado que no mesmo instante a correspondo.

- Entre a Sra. Vittalo - falou num tom de deboche.

- Por favor, meu sobrenome já não é mais este, para você e Srta. Rebecca ou Rainha como quiser mais não me chame por esse sobrenome asqueroso que odeio carregar.

Cerro os punhos mas contenho minha raiva crescente pois sei que ela está tentando me desestabilizar, mas hoje ela irá me conhecer de verdade quando eu jogo, eu jogo para vencer.

- como quiser rainha.

Ela me dá um sorriso e entra, dá uma olhada rápido no apartamento e se senta no sofá como se morasse aqui.

- vamos logo ao ponto que tenho assuntos para tratar - fala com firmeza em sua voz.

- claro!

Ela coloca os papéis na mesa que está na minha frente e pega a caneta.

- assine Sr. Vittalo e estaremos unindo nossas máfias, até que seja conveniente para nós dois!

Fico pensativo, mas isso tem suas vantagens de duas em duas semanas virei à Itália, pego a caneta e assina, sem pensar, ali estamos selando nossas máfias.

Um passo para ruína dela, que pousava de rainha mas era só uma bonequinha fingindo ser forte.

Essas visitas a Itália seriam de grande valia para mim que logo descobriria o ponto fraco dela e usaria para mascarar ela seu império.

Ela sorri recolhendo os papéis.

- Espero que seja um começo de um grande império. - o meu no caso.

- Sim Sr. Vittalo, soberano entre todos os outros.

Dou-lhe o meu melhor sorriso pois ela não sabe oque a espera.

- que uma bebida, boneca?

Ela me olha com ódio.

- Não obrigada, tenho uma máfia para cuidar do Sr. Vitallo. - Ela se levanta com os papéis na mão chegando perto suficientemente para eu ser capaz de sentir o perfume que usava - Não sou uma boneca. Nunca mas me chame assim.

Ela saiu, me deixando para trás e apreciado meu whisky com sorriso no rosto.

- A minha vitória, sobre você bonequinha fujona! -um grande gole dou em minha bebida.

...Arminda...

Saio de prédio cheia de ódio, pois ainda ele teve a cara de pau de me chamar de boneca, maldito apelido que me trás lembranças que não me convém lembra agora.

Direciono meu olhar para cima e o vejo olhando para baixo, lá está ele mesmo de longe exalava poder.

Ele irá pagar por tudo que me fez!

que o jogo comece Fernando Vitalli.

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Comments

Maria Alves

Maria Alves

tomara que ela não caía de novo nas mãos desse monstro.

2024-09-06

0

Rosangela Ramos Soares

Rosangela Ramos Soares

esperando ela destruir.ele..
o estrupador torturador agressor

2023-08-26

0

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