Capítulo 4

ARMINDA

Minha respiração está acelerada, minha mente está nas nuvens, meu corpo está totalmente entregue a um homem que me machucou de todas as formas, não sei como agir nem como me portar, ele tem o controle total das minhas atitudes. 

- Você ainda não entendeu minha bonequinha, você me pertence de todas as formas, mesmo que você não seja assim mesmo você é a minha, seu corpo, sua mente, seu coração e tudo meu. 

Não posso mais negar que meu corpo clama pelo dele, mas sei que irei me machucar, entretanto antes de tudo isso também o farei chorar lágrimas de sangue, a mesma dor que ele me causou irei causar 10 vezes demais. 

tudo isso faz com que meu corpo vire uma pedra de gelo e tome novamente um controle das minhas atitudes. 

- o'que você está fazendo Fernando? 

- não é óbvio? 

- você acha que me levar para cama vai fazer com que eu te respeite, está muito enganado não respeito lixo como você!

Sinto impacto e meu rosto que deixa a minha bochecha esquerda vermelha nesta hora não está mais em mim, devolvi o tapa que ele me deu o impacto da minha mão em seu rosto foi tão grande que seu rosto virou quando ele me olha, vejo o ódio e seus olhos. 

Ele avança para cima de mim e desfere vários tapas em meu rosto, mais não fico por baixo e dou um chute nas suas partes mais sensíveis, seu corpo tomba com a dor causada pelos meu joelho, nesta hora dois homens chegaram e me seguraram, Fernando se recompõe e olha para ser os homens que entendem o recado. 

- leva ela para o quartinho não vem água nem comida por 4 dias vamos ver se assim ela fica mansinha.

Me mantenho firme não irei demonstrar fraqueza, não irei me humilhar por uma porra de pena que não vale de nada antes dos seus homens me levar olho em seus olhos e se pronuncia. 

- Te odeio! 

Para completar o ato cuspi em seu rosto e finalmente sou levada para minha prisão. 

estou aqui já faz dois dias e nada de nenhuma comida nem nada estou definhando pouco a pouco mas meu orgulho é maior para não gritar por socorro. Fernando não terá de mim nenhuma humilhação nem um fio sequer do meu grito.  

Hoje já faz 4 dias desde que estou aqui me desfazendo aos poucos minha mente grita por socorro, mas minha boca continua fechada como se tivesse sido costurada pela linha mais forte que existe.

A cada minuto que passa vou elaborando vários planos para o Fernando pagar, mas para isso terei que aceitar tudo que ele quiser fazer comigo, entretanto não irei aceitar que ele me bata até isso acontecer não irei evitar e responderei na mesma moeda. 

Ouço passos vindo em direção de onde estou meu coração batia feito louco, minhas mãos sou feito água, isso tudo é por medo? Não sei dizer.

Vejo uma sombra em frente à porta e pelo porte sei que é ele, a porta destrancada e ele vem até mim, estou deitada definido, suas mãos tocam o meu rosto eu queria gritar de ódio mas por mais que eu queira não consigo por mais que eu tente não tenho nenhum fio sequer de minha voz é ouvido. Queria poder arrancar seus olhos, mas meu corpo não me obedece, parece que estou em estado vegetativo. 

- chame um médico, rápido! 

Ele me pega pelos braços e me tira daqui no inferno para entrar em outro, deixe minha mente ser levada para as partes mais obscuras que existem dentro de mim. 

Fernando 

Acho que passei dos limites com esse castigo, mas também ela não me deu escolha ela me deixou com muito ódio nenhuma mulher jamais me bateu para começar a fazer isso agora. 

Agora por causa da minha estupidez o aqui está ela quase sem vida em meus braços, sem qualquer reação isso está me dando um ataque de nervos. Minha boneca não pode morrer, se isso acontecer todos os meus planos vão por água abaixo.

- onde está a merda desse médico? 

Em questão de minutos lá está o médico, cuidando com agilidade dela tudo estava escorregando pelo ralo e ficou pior quando minha bonequinha começou a ter convulsões seu pequeno corpo começa a tremer sem parar, o médico teve que do pala para as convulsões parar. O médico sai e me deixa com ela, mas antes de sair ele me deu um diagnóstico, não pode ser que ela esteja tão mal assim, não pode ser!

Pega um pano em uma bacia com água e vou para perto dela e deposito a bacia com o pano em cima da estante, direciono meus olhos para ela, o que vejo faz eu sentir algo que não sinto há anos meu coração.

Olho para seu pequeno rosto cheio de cicatrizes que eu fiz, como ela consegue ser tão forte depois de tudo que passou pensei que ela ia gritar, mas se manteve calada.

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Comments

Maria Alves

Maria Alves

ele foi muito cruel com ela

2024-09-05

0

Rosangela Ramos Soares

Rosangela Ramos Soares

e é.com esse monstro.que ela vsi ficar...pq w mafioso.td pode..estrupador..torturador..humilhações.. cárcere...

2023-08-26

1

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