Capítulo 13
** Alta do Tom **
Nina
Enquanto Tom foi tomar banho vieram trocar a cama dele e eu fiquei sentada no sofá, perto do banheiro para poder ouvi-lo.
Tom abre a porta do banheiro, ele vestiu a bermuda, mas está sem camiseta.
-- Estava muito calor no banheiro. -- ele diz enquanto se seca melhor.
Tom me abraça, e seu cheiro me desperta calores, ao mesmo tempo é muito bom abraçá-lo assim.
Ele se vestiu e nos sentamos no sofá, não demorou Tom deitou a cabeça em minhas coxas e eu fiquei passando a mão nos cabelos dele.
-- Não dói? -- perguntei.
-- Não, estou sem dor.
-- Que bom Tom, você vai poder voltar para a sua vida normal.
-- Eu sinto que a minha vida nunca mais será normal. -- ele diz passando a mão em meu rosto.
-- Não? -- eu pergunto sem entender.
-- Mas não será ruim, será muito melhor.
-- Nina vou te perguntar uma coisa, espero não ser invasivo.
-- Pode dizer. -- eu digo apreensiva.
-- Você já namorou, ficou com alguém?
-- Não Tom, alguma bobagem na escola quando era mais nova, nada sério.
-- Então você aceita me conhecer melhor? Ficar comigo? E a gente vê se evolui para um namoro?
-- Mas Tom o namoro serve para conhecer, não é?
Tom coça a cabeça.
-- É, mas vamos primeiro nos conhecer e se der certo a gente namora.
-- Quanto tempo isso de se conhecer?
-- Até o dia que saímos para jantar. -- ele me responde com um sorriso lindo.
Concordo com a cabeça. Ele mexe em meus cabelos e diz.
-- Confia em mim?
-- Confio. E quando eu voltar para o Brasil?
-- Quando isso acontecer a gente conversa e vê a melhor solução. Espero que goste de viajar de avião.
Eu dou um sorriso.
-- Vamos comer o bombom antes do jantar. Somos adultos. -- Tom diz se levantando para pegar.
-- Deixa que eu pego, mas somos adultos travessos. -- eu brinco.
Cerca de uma hora se passou, conversamos e comemos os bombons todos, Tom disse sobre a sua ansiedade para ser apresentado como CEO.
-- Quando eu penso que estou perto acontece um problema. -- ele diz chateado.
-- Você vai conseguir Tom. Você é dedicado, deixou todos doidos hoje pedindo a sua pasta.
-- Eles demoraram para mandar, custa pedir para o segurança fazer isso.
-- Sua mãe fez.
-- Minha mãe é inteligente e prática, eu deveria ter pedido para ela primeiro.
Tom se levanta e apoia os braços no sofá, ele beija o meu rosto várias vezes e por fim beija minha boca, ele agarra os meus cabelos e me segura eu o abraço não quero escapar, paramos para respirar, eu fiquei ofegante senti coisas novas e muito calor.
-- Linda!
Sorriu e o abraço.
O médico entra no quarto, Tom se levanta e vai até a cama o médico quer examiná-lo.
-- Sente dor Tom? -- o médico pergunta.
-- Não, nem sombra de dor. --Tom responde e o médico sorri.
-- Vejo que não teve febre. Tom eu posso de dar alta, mas temos que fazer um acordo.
-- Temos Nina como testemunha. -- Tom fala devagar e eu entendo e me aproximo deles.
-- Tom você não poderá dirigir, andar de moto, bicicleta, subir escada sozinho, você não pode fazer nada que caso você desmaiar você corra risco de vida ok.
-- Entendi concordo. -- Tom responde.
-- Tem mais, você precisa voltar daqui três dias para nova avaliação e eu vou te passar uma medicação para dor, porque de manhã e à noite você pode sentir dor, mas se após tomar a medicação com vinte minutos a dor precisa passar, caso não passe você precisa voltar imediatamente.
-- Mas doutor por que vai doer de manhã e à noite? -- Tom questiona.
-- Por passar muito tempo na mesma posição.
-- Ok entendi.
-- Vou providenciar a sua alta e a sua receita. Uma enfermeira virá trazer e te liberar.
-- Obrigado.
Tom fica muito feliz com a alta.
-- O motorista está aí? -- ele me pergunta.
-- Não, eu vou mandar mensagens quando for para ele vir me buscar.
-- Eu vou pedir um Uber, vamos fazer surpresa.
-- Tudo bem.
Tom me abraça, ele me agarra o tempo todo, sempre que ele pode me abraça.
Eu o ajudo a arrumar as coisas, uma enfermeira vem trazer os papéis e liberar o Tom. Ela entrega um cartão pessoal para Tom e diz.
-- Se precisar de algo é só me ligar.
Tom pega os papeis assim que ela sai do quarto ele joga o cartão no lixo. Assim que o Uber diz estar perto saímos do hospital abraçados.
-- Não sente mesmo dor Tom?
-- Não querida, verdade. A dor era insuportável não tem como disfarçar.
-- Que bom Tom.
Na mansão Tom pediu para o motorista nos levar bem perto da casa ao ver quem era os seguranças liberaram a entrada.
Quando entramos na casa de mãos dadas, todos estavam na mesa de jantar e ficaram muito felizes com a chegada de Tom, ele não queria deixar ninguém se levantar, mas claro que ninguém deu ouvidos a ele.
Todos se sentaram novamente e eu tinha me afastado e Tom me chamou.
-- Vem aqui Nina.
-- Sentem-se. -- O sr. Anthony diz.
Tom faz sinal para ele esperar. Meu Deus, eu nem sei o que é, mas já sinto medo.
-- Eu gostaria de comunicar a todos que eu e Nina estamos nos conhecendo melhor. E também quero pedir a sua autorização Ana para que eu possa levar Nina para jantar fora na sexta-feira?
Eu não esperava que Tom fosse fazer isso na frente de todos, sinto o meu rosto esquentar. Não sei como agir, mas Tom segura firme a minha mão.
-- Tudo bem Tom, depois a gente conversa em particular, mas claro Nina querendo ir não tem problema. -- Ana diz fazendo sinal de que está de olho para Tom.
Uma funcionária coloca mais dois lugares a mesa, mas Tom me leva para o quintal.
-- Ei ficou nervosa? Desculpa não imaginei que ficaria. -- ele diz segurando o meu rosto.
-- Tudo bem, só fiquei com vergonha.
-- Não sinta vergonha por ser rara, meu amor.
Eu sorri para ele.
-- Vamos comer vem. -- Tom diz me puxando pela mão.
*****
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Atualizado até capítulo 64
Comments
Isa Abreu
É isso aí Tom! quando a gente quê, não tem obstáculo quê nos pare.
2024-12-11
0
marluce afleite
Tom bem decidido ! gostei! esperto! o primo também tá de olho na Nina!
2024-06-06
3
Neide Sousa
Bem direto hein Tom?
Kkkkk tá certo bem se vê que vc quer algo sério e só tava esperando a pessoa certa
2023-10-27
9