A secretária do Vitor entrou na sala. Olhou para Larissa que estava com lágrimas nos olhos.
— O que foi Larissa?
Lanna perguntou de forma delicada.
— Não foi nada, querida!
Larissa forçou um sorriso.
— O Sr. Muniz quer vê-la!
— Agora?!
Larissa pergubtou surpresa.
— Sim! Ele quer vê-la com urgência!
Ana Clara e Larissa se olharam.
Nesse momento Carla chegou e olhou a cena sem entender nada.
Lanna saiu da sala deixando as três sozinhas.
— O que aconteceu?
Carla perguntou colocando as coisas em cima da mesa.
— Nada! A Lanna acabou de me chamar para ir até a sala do Vitor!
— Que estranho.
Carla comentou.
— Nem me fale. Eu não gosto dessa mulher. Ela parece querer saber mais do que lhe convém!
Larissa revirou os olhos.
— Lari! Tudo isso vai passar, vai ver o que o chefe quer!
— Queria está no meu lugar não é dona Ana?
Larissa perguntou alegremente.
— Se ela não quer eu quero!
Carla respondeu antes de Ana responder.
-Ai Carlinha, para com todo esse fogo!
-Vocês tem sorte!
Carla bufou.
-O que foi, Carla?
Larissa perguntou.
-Vou ter que ajudar o P. I!
-O que é isso?
Ana Clara perguntou confusa.
-Primo irritante!
Larissa e Ana Clars olharam-se sem entender absolutamente nada.
Carla bêbada pela manhã era uma novidade para as duas.
— Agradecemos se você explicar!
— Essa era mesmo a minha intenção! Lembra daquele cara de cabelo estranho, Ana?
— Claro que sim!
Ana respondeu.
— Do que vocês estão falando?
Larissa perguntou confusa.
— Você já vai entender, Lari! Ele vai vir aqui!
Carla respondeu desolada.
— Ele é um primo do Vitor e eu fiquei encarregada de o ajudat a se adaptar na empresa!
Um rapaz de cabelos estranhos entrou na sala.
Carla olhou espantada. Aquele não podia ser o cara que ela iria ajudar.
Ana Clara e Larissa olhavam espantadas pata o cabelo do rapaz a sua frente (que estava todo bagunçado)
— Desculpe o atraso!
Rodrigo respondeu sem graça.
— Nenhum problema..
Carla respondeu em seguida.
— Podemos começar a hora que você quiser.
Carla respondeu visivelmente irritada. Os dois saíram da sala.
O rapaz parecia empolgado enquanto Carla bufava alto.
— Você entendeu alguma coisa?
— Não! Mas o cabelo dele não estava tão bagunçado antes..
— Era?
— Não! Estava muito bem penteado!
— Huum.. deixa eu ir!
-Boa sorte com o chefe!
Ana Clara desejou a amiga.
*
Larissa entrou no escritório de Vitor e o encontrou mexendo em seu celular.
— Que bom que veio, Lari.
Vitor tinha um ar de cansado. Parecia não ter dormido nada.
Estava com a barba poe fazer e com um ar que lhe dava dez anos a mais do que a real idade.
— O que aconteceu com você, Vitor?
Larissa perguntou preocupada.
— Nada.. previsava falar com você! Conversei com o Rafael a uns dias e resolvi falar contigo!
Larissa o encarou mas nada disse.
— Larissa, você não pode simplesmente querer acabar com um casamento!
Vitor repreendeu a amiga.
— Eu mal o vejo, Vitor.
— Você sabia que seria assim desde o começo!
— Saber é uma coisa! Viver é outra! Ele mal conhece a filha!
Larissa queixou-se.
— Eu entendo!
— Não... você não entende..
Larissa deixou as lágrimas rolarem. Vitor abraçou a amiga e lhe deu um lenço.
— Posso falar com ele, Lari!
— Falar o que Vitor? Não tem o que falar.. mal existe casamento. Somos dois estranhos dividindo a mesma cama.
— Por que vocês não tiram férias?
— Vitor.. ele NÃO tira férias! Ele é casado com aquele hospital!
Vitor precisava de um jeito para perguntar sobre Ana Clara.
Sua estratégia não estava funcionando como esperava.
Precisava pensar em algo rapidamente.
— Não fica assim, Larissa!
Vitor segurou a mão da amiga.
— Vocês dois são como a minha família. A Mariana minha amada sobrinha..
Larissa sorriu ao escutar as palavras do amigo.
Conhecia Vitor desde o maternal. Ele tinha sido seu primeiro namoradinho.
Aqueles que pegam na mão e dão beijo na bochecha.
Os dois tinham apenas seis anos.
Era engraçado esse laço que tinha com ele.
Conheceu Rafael na mesma época. Ele e Vitor eram inseparáveis!
Até o dia em que Vitor mudou de país.
— Lari, a alguns dias vi a Ana Clara chorando na sala de vocês! Você sabe o porquê?
— Sei sim! Ela é minha melhor amiga!
— É algo referente ao trabalho? Pois se for sabe bem que aqui temos tolerância zero para fofocas e bullying!
— Disso eu sei Vitor! Fique tranquila não tem a ver com o trabalho.
-Poderia me contar? Temo que isso atrapalhe o desempenho dela no trabalho!
Vitor jogou verde.
-Acho que posso te contar! A cerca de um ano, a Ana perdeu o pai e a irmã!
— Compreendo!
— Ana voltou para capital apenas a alguns meses! Morava com a família em São José mas depois do acidente quis começar tudo do zero!
Larissa explicou em tom triste. Vitor sentia como se tivesse tirado na sorte grande.
Em apenas poucos minutos sabia mas do que a pessoa que trabalhava para ele.
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Atualizado até capítulo 83
Comments
Ana Lúcia De Oliveira
verdade essa investigadora é fraquinha
2024-11-11
1
Sandra Pontes
oiii Autora estou amando sua história está MARAVILHOSA PARABÉNS mas queremos ler o restante da história não demore à escrever okk beijos e PARABÉNS
2023-01-04
10
Olendina Maria Da Silva
muito bom mesmo 😘😘😘😘
2023-01-04
1