Assim que a cerimônia acabou uma enorme festa se deu início, Criado entre indas e vindas do Brasil para Itália Dominique herdou do pai o amor por bailes de favela, apesar da enorme mansão estar decorada de forma luxuosa e sofisticada um verdadeiro batidão ao som de funk proibidão tocava alto deixando a maioria dos convidados desconcertados, Dominique era do tipo inconsequente, ligava o foda-se muito fácil e com umas doses na cabeça isso aconteceu ainda mais rápido, não demorou para que no meio de um salão lotado prostitutas seminuas começassem a rebolar em seu colo sem respeitar a presença da noiva e dos avós da mesma que estavam no local.
— Não vou ficar quieta assistindo isso.
Eloíse resmungou entre os dentes enquanto Bianca tentava acalma-la.
— Todos estão rindo de mim Bianca, o noivo já está me fazendo de idiota sem nem mesmo consumarmos o casamento.
Cruzou os braços frente ao corpo enquanto encarava o marido.
— Em que tipo de enrascada enfiou minha neta?
Giácomo perguntou a Noha.
— Esse jovem tem problemas, e o mais severo deles me parece ser a ausência de caráter.
Eloíse se levantou da mesa caminhando até Dominique, o olhar de todos pairou sobre ela que diante dele bateu sultimente em seu ombro.
— O que quer?
Falou sem olha-la, um das jovens em seu colo se mexia como se dançasse uma música erótica
— Acabou a festa vamos subir.
Ele a olhou confuso, por um segundo achou que tivesse ouvido errado, sobre a mesa diante dele uma nove milímetros carregada de uso pessoal.
— Não sei onde pensa que está garota mais não recebo ordens de nenhuma vag*abunda.
— Que bom, mais esse não é o caso, não está falando com uma.
Pegou da mesa a arma a engatilhando nas mãos, Eloíse atirou duas vezes para o alto arrancando dos convidados gritos desesperados.
— Enlouqueceu?
Dominique levou as mãos a cabeça, as mulheres ao seu lado se escondiam atrás de seu corpo em pânico, estava alto pelo álcool e ainda incrédulo com o que acabava de acontecer.
— Peço desculpas a todos
Ela Gritou.
— A festa acabou, meu marido bebeu um pouco demais e precisa descansar.
Caminhou até uma das prostitutas a agarrando pelo braço.
— A partir de hoje não será mais necessário o serviço de vocês nessa casa, Dominique é um homem casado e vai respeitar a esposa nem que para isso eu tenha que matar uma dúzia de prostitutas por dia.
Apontou a arma em direção as mulheres que correram em pânico para fora, Dominique já encarava a cena com uma de suas mãos sob o queixo, viu os convidados deixarem a casa sem esboçar nenhuma reação, quando Eloíse se despediu dos avós recebeu de Giacomo um beijo terno em seu rosto.
— Tenho orgulho de você filha, tome cuidado.
— Não se preocupe vovô, ficará tudo bem.
Disse e logo após olhou para o marido que ainda permanecia lá, sentado e em silêncio, Eloíse caminhou até Dominique entregando a ele a arma que tinha nas mãos, os olhos do jovem queimavam feito brasa.
— Nunca mais me desrespeite na frente dos outros como acaba de fazer.
Ele rosnou para ela segurando firme em seu braço.
— Não acontecerá novamente querido desde que me trate como devo ser tratada, sou sua esposa, não aceitarei prostitutas embaixo do mesmo teto que eu e não vou dividi-lo com elas nem aqui nem em qualquer outro lugar, se acha louco? pois bem eu sou a droga do manicômio inteiro, vou subir e tomar banho e sugiro que faça o mesmo, está fedendo a vaga*bunda e não dormirá do meu lado assim.
— Você é maluca e porra eu não sei se é a bebida mais tô achando isso sexy pra cara*lho.
Passou as mãos pelos cabelos desnorteado.
— Vamos.
Ela o segurou pela mão.
— Eu te ajudo a tomar banho.
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Atualizado até capítulo 49
Comments
Heloisa Guerrera
Kkkk adorei esse capítulo isso ai Helooo!!
2025-03-03
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Arlete Fernandes
Nossa essa vai por outro na linha rapidinho kkkk
2025-02-21
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Izabel Brandão Mendes
eitaaa mostra quem é que manda kkkkk
2025-03-29
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