*Dominique Caccini
Chego a minha propriedade escoltado por meus soldados, acabo de deixar em casa o brinquedinho de Ethan Leclerc que facilitou bastante as coisas para mim essa noite, tudo correu exatamente como planejava, está fora do meu caminho o maior fornecedor de cocaína nos territórios chefiados pela máfia em Veneza, meus negócios tem crescido e com eles as alianças que tenho firmado com os colombianos, de lá vem a droga mais pura que é distribuida nas ruas e nas minhas mãos triplicam de valor, confesso que quando fui procurado por Martin Gutierrez em busca de asilo acreditei que fosse piada, conhecido entre as facções de Veneza como a ovelha negra da máfia não sou do tipo que costuma fazer caridades e ele deveria saber disso, um bom líder usa sua inteligência e raciocínio para virar o jogo a seu favor cresci ouvindo isso do meu avô e foi exatamente o que fiz, está na hora de Veneza ser regida sob novo comando, o reinado dos Leclerc já está fazendo hora extra e serei eu a dar um jeito nisso, os invencíveis e intocáveis imperadores parecem não ser tão invencíveis assim, eles tem um ponto fraco e por coincidência parecem não dividir só a mesma aparência como também suas fraquezas, no caso dos dois b\*oceta é seu calcanhar de Aquiles, enfim a investigação que fiz sobre os dois veio a acalhar, a noite foi uma prazerosa surpresa, o incontrolável Noha ficou como um cãozinho aos pés da esposa noite a dentro, já o psicótico Ethan perdeu a linha quando falaram da princesinha dos Mazzini, a mulher na qual havia descontado sua irá mais foi mais esperta que ele dando a chave de perna que o levou a lona no primeiro round, mulheres podem ser a ruína do homem esses dois patetas são a prova disso, em meus poucos anos a frente dos negócios tenho alcançado feitos jamais sonhados por meus sucessores, tenho em mim algo que lhes faltava a ambição em ser o melhor em qualquer coisa que me proponho a fazer, a queda do império Leclerc é questão de tempo e nada no mundo me dará mais prazer, Subo as escadas correndo, sobre os lençóis cor de rosa da cama dorme minha pequena Marry, fruto de uma noite regada a sexo e drogas de uma fase da vida da qual não me orgulho, é a menina dos meus olhos e rasão de minha existência, beijo seu rosto delicado e ela se aconchega ainda mais aos cobertores se abraçando a seu ursinho de pelúcia, Marry tem três anos e uma deficiência congênita nos olhos que não lhe permitiu enxergar, provavelmente consequências de uma gravidez repleta de abusos de drogas e bebidas de uma mãe relapsa e inconsequente, não posso negar minha culpa a lombra que vivia naquela época contribuiu bastante para isso, fortunas foram gastas em busca da cura mais nada pôde ser feito, sou pai e um pai nunca desiste da felicidade do filho, não fugirei a regra minha Marry terá o melhor e mais moderno tratamento enquanto eu poder bancar toda essa merda, caminho em direção ao quarto e tiro as roupas ainda no corredor entrando no box completamente nú, a água lava meu corpo enquanto minha cabeça se mantém trabalhando em novas estratégias, um dos sintomas mais severos da imperatividade que carrego comigo desde criança.
— Estava esperando você.
Os braços de Ravena circulam meu corpo pairando seu toque em meu pau, de forma experiente o bombeia devagar até que cresça ainda mais em suas mãos, a pir*anha da pro gasto uma das cac*horras que trago comigo exclusivamente para minha distração, distração essa que tem ficado cada vez mais difícil já que tudo parece ter perdido a graça para mim, quando se acorda todos os dias em uma cama diferente com mulheres que sequer sabe o nome um que seja só sua começa fazer falta.
— Se ajoelha va*dia.
Seguro com força seus cabelos e ela sorri, adora quando eu a trato como a vaga*bunda que é, os lábios de Ravena circulam meu car*alho quando o leva a boca, sua língua quente da voltas sobre a cabeça rosada enquanto com firmeza empurro cada vez mais fundo para dentro de sua garganta, seus olhos lacrimejam e suas mãos apertão firme minhas coxas.
— Encolha as garras ca*cete ou ficará sem elas.
Digo entre os dentes e ela tira as mãos de mim as cruzando atrás das costas, me ponho cada vez mais fundo e forte em sua boca sentindo o aveludado de sua língua massagear a extensão do meu mastro enquanto suga, quando gozo um olhar satisfeito brota em seu rosto.
— Isso vad*ia.
Bato de leve em seu rosto e ela de boca cheia sorri.
— Agora engole, não era isso que queria? minha porra escorrendo pela sua garganta?
Ela assente de forma sa*fada obedecendo em seguida.
— Já tem o que queria, Agora dá o fora.
Digo e ela sai tropeçando nos próprios pés, de volta ao quarto visto um shorts de moletom e me Jogo na cama, antes de dormir visita meus pensamentos o mais novo problema em que me meti, tô noivo de uma garota que sequer conheço e pela forma que Noah Leclerc a jogou sobre mim mesmo sendo tão linda tô ligado que ela é problema, o mal do esperto é achar que todo mundo é otário, que venha a ni*nfeta, vou mostrar a eles que o rei dos jogos tem nome e sobrenome, "Dominique Caccini".
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Atualizado até capítulo 49
Comments
Maria Cristina Mello Francisco
Mais um soldado abatido ele vai se apaixonar ela vai ganhar ele através da filha ela vai tratar muito bem a menina
2025-02-27
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Arlete Fernandes
Ele vai se apaixonar por Eloísa também!
2025-02-21
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Sonia Cassiano Ribeiro
Cara nojento 🤢
2025-03-31
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