No dia seguinte Dafne acorda, ela olha no relógio e já era 6:50 da manhã, ela não se apressa em levantar e arrumar para tomar café da manhã exatamente as 7:00 horas como o seu marido exigiu
Na maior calma ela se levanta, abre as janelas, observa o jardim, vai até o banheiro fazer sua higiene matinal, se arruma e após tudo isso, ela desce para o andar inferior para o café da manhã
Quando ela acaba de descer as escadas, ela ver o marido se aprontando para sair para o trabalho.
Taylor: já são 7:28 da manhã, eu disse que queria você aqui em baixo as 7:00 horas em ponto.
Dafne: perdão, eu não conseguir dormir, tive um sonho muito estranho com o meu marido me traindo com uma mulher casada – ela fala com ironia
Taylor: eu odeio quando as pessoas me desobedecem e quebram as regras, geralmente eu as faço pagarem caro por isso – ele fala de forma ameaçadora
Dafne: se você pode quebrar regras eu também posso
Taylor: você tem sido muito pertinente comigo, então de adeus a possibilidade de a Ana vir morar aqui
Dafne: tá bom – ela fala como se não estivesse se importando
Ele somente a olha friamente e sai para o trabalho.
Quando o marido sai Dafne se senta no sofá pensativa, ela tentava encontrar uma solução para não precisar mais passar pelo o que o marido fazia com ela. Margarida entra na sala e diz:
Margarida: bom dia senhora, nós retiramos a mesa do café da manhã porque o senhor Taylor ordenou
Dafne: era de se esperar
Margarida: a senhora pode ir para o quarto, que eu levo para você o café lá, sem que o senhor Taylor descubra – ela sussurra
Dafne: realmente obrigada Margarida, mas se isso for colocar o seu serviço em risco, eu prefiro que você não faça isso
Margarida: não imagina, eu já sirvo o senhor Taylor a anos, eu sei que ele vai relevar muita coisa que eu faço – ela fala sorrindo
Dafne vai para o quarto e Margarida a leva o café da manhã
Dafne: Margarida obrigada mesmo – ela fala agradecida
Margarida: por nada senhora
Dafne: Margarida você disse que trabalha para o meu marido a alguns anos?
Margarida: sim, desde que ele era ainda criança, quando ainda morávamos em Terra Branca no estado de Minas Gerais, eu praticamente o criei, pois os seus pais trabalhavam muito e por esse motivo que falo que ele vai relevar muita coisa que eu faço – ela fala sorrindo
Dafne: ah
A intenção de Dafne era sondar Margarida, para ver se poderia descobrir algo sobre o marido que fizesse com que ela se livrasse dele. Porem ao saber que Margarida era para ele o que Ana foi para ela, nesse momento ela percebe que seria em vão, pois Margarida devia ter um grande apreço por ele e na certa se considerava também mãe dele.
Mais tarde do dia Dafne liga para o escritório de seu pai
Jorge: Dafne, como você está filha? – ele fala ao atender o telefone
Dafne: estou bem papai e também com muitas saudades
Jorge: eu também estou com saudades. Quando você e o seu marido pretende nos visitar?
Dafne: não sei, mas em breve eu quero ir. Papai o motivo que eu estou ligando é que o meu marido disse que o senhor está devendo uma alta quantia ao banco e também a agiotas, papai isso é verdade?
Jorge: infelizmente é sim filha, eu fiz alguns maus negócios nos últimos tempos e acabei me afundando em grandes dividas – ele fala com uma voz envergonhada
Dafne: papai nossa, como que você deixou chegar a esse ponto?
Jorge: é o que estou me perguntando até hoje. Mas filha não se preocupe o seu marido está me ajudando a quitar a minha dívida, então está tudo encaminhado
Dafne: entendi
Ela percebe que seria difícil se livrar do marido, sem que prejudicasse o seu pai. Mas ela tinha que encontrar alguma forma, então ela resolve que deveria investigar e o primeiro lugar seria o escritório
No andar inferior sorrateiramente Dafne tenta entrar no escritório sem ser vista por nenhum empregado, ao adentrar ela tranca a porta e vai até a mesa de seu marido, ela ver alguns papei em cima da mesa perfeitamente arrumados, ela também abre algumas gavetas com mais papeis e pastas organizados milimetricamente
Dafne: porque ele tinha que ser tão organizado? Se eu mexer em algo ele facilmente vai perceber – ela fala com frustação
Ela vai até um armário e também o abre, e como de se esperar tudo estava muito bem organizado.
Dafne: aqui eu também não vou conseguir olhar!
Ela olha ao redor procurando algo que ela pudesse conseguir alguma informação, mas era em vão pois o marido era muito organizado.
Frustrada ela sai do escritório e resolve voltar para o seu quarto
Antes de abrir a porta do quarto, Dafne se lembra que tinha mais dois lugares que ela estava proibida de entrar. Mas que depressa ela sobe até o terceiro andar, ela olha para duas portas uma era do quarto do marido e outra era de um outro quarto no qual ela também estava proibida de entrar, lá certamente ele deveria estar escondendo algo, e é era nesse quarto que ela deveria entrar primeiro.
Ao ir em direção o quarto Dafne diz para si mesma
Dafne: certamente deve estar trancado! mas onde vou conseguir a chave?
Ao segurar na maçaneta para a surpresa dela o quarto não estava trancado, ao abrir a porta ela observa o quarto
Dafne: que?
Ela exclama surpresa com o que ver.
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Atualizado até capítulo 139
Comments
Cy
Quarto dos submissos. Será?
2024-08-28
3
Maiza Leite
Que curiosidade kkkkkkk
2024-02-15
1
Josanice Barbosa Vanderlei
O que será que tem lá 🤔🤔🤔🤔🤔
2024-02-10
2