Alguns anos se passa e Dafne com 13 anos de idade, ainda não tinha voltado a andar normalmente, os médicos tinham confiança de que um dia ela poderia novamente voltar a andar, mas mesmo com esse empecilho físico ela ainda era uma menina alegre, meiga e cativante.
Em uma tarde de domingo Dafne está em seu quarto arrumando os seus materiais escolares para o início do ano letivo, ao mesmo tempo que ela estava muito empolgada, ela também estava com medo, pois ela com medo de como seria na nova escola, ela também tinha muito receio que os colegas a tratasse mal devido a sua condição física, assim como a sua própria mãe Lucia fazia.
Após o acidente Lucia começou a tratar a filha como um estorvo, ela que não aceitava o fato de ter uma filha que não podia andar, pois ela sempre teve uma esperança de que a filha pudesse ser como ela, que pudesse ser miss assim como as outras gerações da família, antes do acidente Lucia criava Dafne como uma boneca, mas após a filha ficar sem o movimento das pernas, os sonhos de Lucia foi por agua abaixo e isso fazia que ela por muitas vezes tratasse a filha mal
Como a mãe de Dafne não estava disposta a perder tempo com a filha, Dafne foi praticamente criada por Ana uma mulher de meia idade, que cuidava dela e a tratava como filha.
Enquanto Dafne estava arrumando a sua mochila, Ana entra em seu quarto.
Ana: querida, você precisa de ajuda para arrumar a mochila?
Dafne: não obrigada, já está quase tudo arrumado – ela fala sorridente
Ana: mas você colocou tudo que vai ser necessário para a sua aula de amanhã?
Dafne: sim
Ana: vamos ver a lista – ela pega a lista e começa a ler – cadernos de português, matemática, geografia e história?
Dafne: confere
Ana: estojo de canetas, pasta catalogo e garrafa de água?
Dafne: tudo aqui – ela fala sorridente
Ana: então somente está faltando o seu uniforme de educação física – ela ver o uniforme em cima da cama
Dafne: não é necessário, eu não vou conseguir fazer mesmo a aula – ela fala tristemente
Por muitas vezes Ana se esquecia da condição física de Dafne, pois a menina era tão proativa e alegre, que nem parecia estar presa em uma cadeira de rodas, mas ao ver o rostinho triste de Dafne, Ana percebe a mancada que ela deu.
Ana: também não vai estar perdendo nada, educação física é somente para suar e ficar com cheirinho de cecê – ela fala rindo e Dafne também rir
A anos tomando conta de Dafne, Ana sabia como alegrar a menina.
Lucia mãe de Dafne entra no quarto da filha
Lucia: Ana, amanhã é para que você e o motorista deixe Dafne na escola, lá vai ter uma apresentação da instituição para os alunos novatos e você deve a acompanha-la – ela fala a Ana
Ana: sim senhora, pode deixar que eu acompanho a menina – ela fala a Lucia
Dafne: mamãe, porque a senhora não vai comigo para conhecer a escola?
Lucia: eu não tenho tempo a perder, e também não tenho o mínimo de paciência para essas atividades escolares – ela fala e sai do quarto
Dafne queria passar mais tempo com a mãe, mas ela sabia que o motivo da mãe não a acompanhar nos eventos escolares, era porque a mãe tinha vergonha de ter uma filha na cadeira de rodas. Logo após o acidente Dafne fez uma cirurgia no qual ela ficou mais de um ano em um quarto de hospital, foi a pior época da sua vida pois ela não podia ver o céu, as arvores, o sol, os pássaros e entre outras coisas mais, após esse tempo reclusa ela adquire um medo de fazer novamente as cirurgias, mesmo com os seus pais insistindo, mas ao ver como a mãe a tratava, Dafne começa a pensar se deveria fazer novamente a cirurgia.
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Atualizado até capítulo 139
Comments
Marcielly aparecida lopes
isso não é mãe.
2025-01-02
0
Jeane Sousa
verdade
2025-03-11
1
Cy
Ansiosa para ler o desenrolar dessa história. 🤔
2024-08-28
1