Pelo restante da noite Dafne praticamente não dormiu, pois ela estava pensativa da sobre a relação que o marido dela tinha com a Ingrid, que mais uma vez voltou para a atormenta-la.
No dia seguinte ao acordar Dafne olha no relógio já era 6:45h da manhã, ela mais que depressa se levanta e vai fazer sua higiene matinal pois já estava quase que atrasada para o café da manhã, e ela sabia que o marido gostava da pontualidade, pois uma das regras da casa era estar presente para o café da manhã as 7:00h.
Enquanto Dafne escovava os dentes ela fica pensativa, se o marido levantaria tão cedo, pois pelo o que ela viu na madrugada, ele teve uma noite um tanto quanto agitada.
Mas não querendo gerar uma nova desavença com o marido ela se apronta para chegar no horário.
O descer as escadas ela vai para até onde a mesa estava posta, para a surpresa dela o seu marido estava a esperando
Taylor: estar atrasada – ele fala com frieza
Dafne: eu me atrasei somente por 2 minutos - ela fala ao ver no relógio a hora que era 7:02h.
Taylor: dois minutos é muito tempo, eu disse que você deveria ser pontual
Dafne: desculpe, amanhã eu serei pontual
Taylor: assim espero – ele diz friamente
Dafne: e como você passou a noite?
Taylor: bem
Nesse momento Dafne sente uma vontade enorme de jogar na cara dele que ele passou a noite com a Ingrid, porem ela se segura para não falar, pois não queria que o marido achasse que ela estivesse com ciúmes e isso acabasse aumentando o grande ego dele.
Dafne: você conversou com os meus pais sobre a possibilidade de a Ana vir trabalhar aqui?
Taylor: sim, ontem eu conversei com o seu pai e ele está de acordo, no início do próximo mês a Ana vem morar aqui.
Dafne: que ótimo, obrigada. – Ela fala agradecida
Após tomarem o café da manhã, o marido de Dafne vai para sua empresa para trabalhar e ela mais uma vez sobe para o seu quarto, pega o telefone e liga para sua amiga Bianca.
Bianca: Dafne aconteceu algo? Porque você está me ligando tão cedo? – ela fala com uma voz de sono e olha no relógio e ver que era 7:35 h.
Dafne: desculpa te ligar assim cedo, mas é que o Barbazul me faz acordar todo o dia ao nascer do sol – ela fala com aborrecimento
Bianca: entendi e como está sendo a convivência com ele?
Dafne: péssima, ele tem regras para tudo, horários no qual eu tenho que ser pontual, não posso fazer barulho, acredita que tem cômodos na casa que eu não posso entrar.
Bianca: sério? Quais cômodos?
Dafne: no escritório, no quarto dele e em um quarto do terceiro andar
Bianca: nossa, será que ele esconde um mistério? Tipo assim como na história do Barbazul, que tinha um quarto que ele escondia o corpo desfalecido das ex-esposas?
Dafne: amiga do jeito que ele é, eu não duvido de nada.
Bianca: mas ele pelo menos está te tratando melhor?
Dafne: não, como sempre ele age friamente e sem paciência comigo, ele acha que eu sou culpada de tudo.
Bianca: mas você sabe que não é
Dafne: eu sei que não sou, mas ele acha e por isso me trata assim. Amiga, mas sabe da maior, ontem pela noite eu o vi acompanhado de nada mais nada menos que a Ingrid.
Bianca: não brinca – ela fala surpresa
Dafne: também fiquei surpresa em ver ela, pois pensei que ela ainda estivesse morando no Rio de Janeiro, só que mais uma vez ela vem cruzar o meu caminho, você sabe que se não fosse por ela, talvez o Diogo tivesse me dado uma chance.
Bianca: sim, mas depois que ele viu quem ela realmente era, ele meteu o pé na bunda dela, de tanto detestável que a megera é. Mas amiga você não confrontou o Barbazul sobre a presença da Ingrid?
Dafne: eu não, até porque não quero que ele ache que eu tenho algum sentimento por ele.
Bianca: entendo amiga, o que não dar para fazer é deixar o Barbazul com mais certeza de si.
Naquele mesmo dia as 22 horas como de regra, Dafne se recolhe em seu quarto para se deitar, ela toma banho, veste uma camisola e procura o seu livro para continuar a leitura, porem ela se lembra que o deixou na sala, então veste um robe por cima da camisola e desce as escadas até o andar inferior, cuidadosamente pois ela sabia que se o marido descobrisse que ela estava acordada, certamente brigaria com ela.
Ao chegar na sala ela pega o seu livro em cima do sofá, ela já estava pronta para voltar para o quarto quando ela escuta passos indo em direção a sala, mais que depressa ela entra em um cômodo que ficava ao lado e por detrás da porta ela observa, o seu marido acompanhado por uma mulher atravessa a sala e vão em direção a porta de saída.
Ao observar a mulher Dafne tenta puxar pela memoria quem ela era já que tinha um rosto familiar, mas logo ela se lembra que era Marcela uma mulher de pouco mais de 40 anos que ela conheceu no casamento, ela e marido Patricio eram amigos de seu marido, então Dafne acha que a visita da mulher era totalmente profissional, porem segundos depois ela ver seu marido e Marcela trocarem um beijo se despedindo.
Ainda observando o beijo Dafne pensa que mesmo que Marcela fosse uma mulher mais velha e ainda fosse muito bonita, ela era casada e assim como o seu marido, o envolvimento dos dois estava muito errado.
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Atualizado até capítulo 139
Comments
Maria Lucia
Eu acho que o Barba Azull faz experiência sexual.kkkk
2024-11-22
1
Maria Maura
Mulher casada e safada essa Marcela, detesto traição, não tem justificativa nem perdão.
2025-01-16
1
Marinêz De Moura Pereira Cortes
É por isso que ele têm a regra dela já estar no quarto às 22h
2025-03-18
1