Penélope estava animada assim como todas as vezes que ia trabalhar, já havia dado quase todo seu roteiro de animação, agora estava terminando de fazer a pintura facial na última criança.
Penélope: Muito bem meu amor agora você pode ir brincar, mas cuidado para não passar a mãozinha no rosto ainda a tinta está mole e pode manchar.
A garotinha saiu sorridente mostrando a pintura para a mãe que estava sentada em uma mesa, Penélope guardava as tintas e os pincéis na maleta quando foi abordada pela filha eufórica e mais duas meninas.
Lily: Mamãe não é verdade que você é minha mamãe? Elas estão falando que eu estou mentindo.
Penélope sorriu para as crianças e falou segurando sua filha nós braços.
Penélope: É verdade eu sou a mamãe da Lily, agora vocês acreditam?
As crianças balançaram a cabeça em positivo fazendo Lily mostrar o sorriso banguela a mãe, uma das meninas levantou a mão para falar curiosa.
Criança: Hum... Então como eu nunca vejo sua filha nos desenhos?
Lily: É porque eu vou para escola.
Penélope acabou dando risada da inocência das crianças. Estava quase terminando o evento e ela já estava exausta de tanto andar de um lado para o outro quando as crianças a chamava, para tirar fotos e dançar.
Ela resolveu sentar um pouco para descansar os pés e comeu com Lily enquanto era rodeada de perguntas pelas crianças, que perguntavam mil e uma coisas sobre o desenho e ela sempre tentava responder todas com amor e carinho.
Quando finalmente a festa terminou ela recebeu o pagamento do dia e pegou as coisas para ir embora, quando estavam no táxi o seu celular tocou era sua amiga Suely.
Suely: Penélope se segura que eu tenho uma proposta irrecusável pra você.
Penélope: Por tanto que seja dólar entrado eu estou aceitando Suely, meu aluguel estava pendurado novamente.
Suely: Meu chefe está procurando uma babá pra ontem e eu falei em você, ele quer te ver ainda hoje.
Penélope sorriu animada pois ser babá de ricaço ganhava uma nota preta tudo que ela precisava agora, pois tinha fechado poucos eventos no mês e com certeza iria passar aperto.
Penélope: Meu Deus! Suely, pois segura esse homem aí, eu acabei de sair de um evento vou passar em casa e trocar de roupas.
Suely: Eu acho melhor você vim direto pra cá Penélope, já vai dar cinco horas e ele já está quase saindo se você atrasar mais pode não pegar ele aqui.
Penélope: Ok, então já chego aí.
Ela desligou o celular dando um gritinho fazendo o motorista se assustar.
Penélope: Desculpe senhor só estava comemorando uma proposta de emprego, de meia volta vamos para o cento de Nova York agora.
Ela vibrou animada e sorriu para filha que estava dormindo ao seu lado. Quando o táxi parou Penélope pegou Lily nós braços e sua maleta mágica e entrou na empresa toda afobada com um sorriso gigante nós lábios. Nem reparou nos cochichos dos funcionários apontando para a mulher toda caricata que parecia ter saído de uma animação.
Penélope acabou errando de sala e entrou numa onde tinha muita gente numa reunião.
Beck: De onde essa criatura saiu?
Ela perguntou analisando dos pés a cabeça a Penélope. Beck era gerente de Marketing das Green Tech, e seu principal foco fugia do profissionalismo, ela era apaixonada pelo CEO Anthony e sempre tentava dá suas investidas para engatar o milionário. Porém sempre levava um fora, Anthony não costumava misturar relações de trabalho com vida afetiva, e nunca se envolveu com ninguém da empresa ao contrário do primo Taylor que era vice presidente um dos maiores mulherengos daquele recinto. Taylor transformava seu escritório num puteiro depravado sempre pegava as funcionárias lá e ficava de olho nas novatas para tirar o selo.
Penélope sorriu nervosa ao ver toda aquela gente de nariz empinado a olhando torto. Um homem alto de olhar firme que exalava dinheiro e poder até nos dentes a fitou curioso, sua testa enrugou a medida que se aproximava de Penélope que tremia as pernas pelo olhar daquele homem em cima dela.
Taylor: De um circo só pode, como você conseguiu entrar aqui garota?
Penélope: Eu vim para uma entrevista de emprego.
Beck: Entrevista? Você não errou de lugar não, aqui não trabalhamos com circo.
Alguns dos engravatados deram risadas, fazendo Penélope ficar irada.
Penélope: Olha aqui água de salsicha é melhor ficar calada ou eu te faço descer do salto.
Penélope grunhiu para a mulher fazendo ela se calar, uma coisa que ela aprendeu nessa vida foi não deixar ninguém mais pisar nela. Ainda com a filha nós braços ela girou os calcanhares e antes de sair deu língua para a tal Beck que ficou indignada pela atitude um tão infantil e reclamou:
Beck: Era só o que faltava essa mulher é louca?
Taylor riu da situação e foi atrás da loira bem interessado em ajuda-la, se ofereceu até para levar sua maleta mágica, mas Penélope não aceitou.
Taylor: Então você veio a mando da Suely para uma entrevista de emprego de babá?
Penélope: É isso mesmo, eu quero falar com o senhor Anthony Green.
Taylor: Ele fica no 35° andar, você quer que eu acompanhe?
Penélope: Não precisa eu vou só.
Taylor sorriu ao ver a mulher ser engolida pelo elevador, e pensou é doida, mas muito gostosa e se lamentou pelo fato dela ter se candidatado pela vaga de babá, sendo assim não iria vê-la transitando pelos corredores.
Dentro do elevador Penélope soltou sua maleta e segurou a filha com os dois braços, quando finalmente o elevador parou no andar correto Penélope ficou aliviada ao ver um rosto familiar.
Suely: Até que enfim Penélope. Olha que se demorasse mais um pouco eu não ia segurar o senhor Anthony não viu.
Penélope: Eu acabei errando de andar, pega fica com ela por enquanto.
Ela entregou a filha para a Suely e encostou a maleta ao pé do balcão, e tentou se acalmar.
Penélope: Menina eu quase puxava os cabelos de uma ruiva água de salsinha lá em baixo, ela perguntou se eu tinha errado de lugar porque aqui não é um circo. Se eu não estivesse com a Lily nos braços aquela mulher ia ver estrelas. Ah! Se não ia.
Suely: Se acalma Penélope você tem que segurar essa oportunidade, o meu chefe já está lhe esperando eu vou só interfonar avisando que você chegou.
Penélope tomou coragem e bateu na porta indicada por Suely e foi mandada a entrar. Assim que Anthony viu a mulher a sua frente a olhou curioso pelos trajes, bastante surpreso eu diria, mas ao contrário dos outros não foi deselegante comentado o ocorrido.
Anthony: Sente-se como se chama a senhorita?
Ele deu um leve sorriso fazendo Penélope sorrir também, ela estendeu a mão para Anthony que a cumprimentou. Um pouco nervosa por está sendo observada metodicamente pelo seu futuro chefe um homem bem bonito aliás, parecia até um príncipe de conto de fadas, cabelo loiro escuro e olhos claros, portava-se de uma maneira elegante e sucinta.
Penélope até perdeu o ar perto dele, e logo depôs a fala ao ouvir ele proferir algumas perguntas e ela mal conseguia abrir a boca de tão hipnotizada que ficou pelo homem. Nunca na sua vida tinha visto um homem tão belo da queles o máximo que conheceu foi uns brucutus metido a crossfiteiro das pernas finas. Ele não, ele exalava poder e sedução, sabia intimidar e deixar qualquer mulher abobalhada apenas com aquele olhar que arrepiava até os cabelos encravados.
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Atualizado até capítulo 77
Comments
Claudia Oliveira
lembrei de uma amiga, ela ama se vestir de rosa, ela trabalhava na CBC , uma empresa que fabrica armas, ela foi toda de rosa trabalhar e nesse dia estava tendo reunião com todos os funcionários no pátio da empresa, quando ela desce do ônibus da empresa,.o chefe fala no microfone, vamos esperar a Penélope charmosa se ajeitar pra continuar a reunião kkkkk, ela nunca mais foi de rosa trabalhar kkkk de tanta vergonha
2025-03-29
0
Talita
kkkkkkkkk
2025-02-11
0
Rosária 234 Fonseca
kkkk já estou ŕindo amo histórias assim kk
2024-08-29
3