Uma semana depois...
Como era comum em dias de férias fomos para a o sítio. Era divertido ir para lá. Seu Tadeu o caseiro tinha um filho da alguns anos mais velho. Ele estava cursando os últimos períodos de agronomia. Era um roceiro nato, eu achava sexy o jeito enrolado dele de falar.
Beto como todos o chamavam era simples e educado. Enquanto todos tomavam café da manhã ele contava sobre como era trabalhar na plantação da fazenda vizinha. Ele parecia feliz e muito orgulhoso por suas conquistas.
_Oia dona Lilia que o mininu já comprou inté um carro! - Dona Joana falava com os olhos brilhando de felicidade e orgulho do filho.
_Parabéns Beto. - Meu tio diz e abraça o homem.
_Obrigado Sr. Carlos se não fosse o senhor eu não teria conseguido chegar onde cheguei.
_Você chegou onde está por mérito seu filho. - Tio Claudio responde. - Eu só ajudei com os custos da universidade, foi você que estudou e se esforçou para conquistar todo o resto.
Mesmo tendo aquela pele negra pude perceber o rubor do Beto. Ele tem um corpo muito bonito e é tão alto... Enquanto os adultos conversam eu não tiro os olhos do Beto.
_Dá para você parar de babar no Beto? - Bruno pergunta me fazendo rir do seu ciúmes. Eu realmente acho o Beto muito bonito, mas eu sei que ele só tem olhos para a Aline filha do dono do armazém.
Eu peguei eles uma vez, os dois namoravam escondido no fundo da igreja. Eu não estava mais suportando ouvir o padre falar então pedi licença a dona Joana e sai do lugar caminhando um pouco ao redor até ouvir cochichos e risos. A curiosidade de menina me levou até o casal que se beijava no cantinho escondido perto da casa paroquial. Eles faziam juras de amor um para outro e eu lembro de achar aquilo muito lindo.
Tudo bem que as coisas entre eu e o Bruno não estão perfeitas, temos seguido nosso caminho e estamos fazendo as pazes de vagar, é melhor que nada. Não quero mais brigar e pretendo consertar o que foi quebrado entre nós.
_Você está ficando cada dia mais ciumento. - Cochicho de volta.
_Quero te beijar. - Bruno diz me olhando sério.
_Eu também quero te beijar. - Ele sorri e se levanta da mesa rapidinho indo em direção a varanda.
Eu sigo o meu amigo até perto do pier do lago que era coberto e tinha algumas cadeiras feitas de linha que ficavam suspensas e redes espalhadas. Nos deitamos na rede do centro e ficamos nos beijando. Depois conversamos sobre muitas coisas, principalmente sobre o que estávamos fazendo nos últimos dias. Os amassos na casa da árvore, as visitas noturnas, as coisas que o Bruno fazia comigo e claro, o sexo que não rolava entre nós. Aliás ambos eramos virgens e isso era legal, eu acho.
É um pouco estranho falar sobre o que eu sinto com as coisas que ele faz, porque é ele quem faz, só que o Bruno insisti em saber o que eu sinto o que acho e o que eu quero.. O mesmo acontece comigo e como ele sempre responde minhas perguntas o justo é eu fazer o mesmo.
Estamos nos descobrindo, juntos. É divertido, as vezes constrangedor e o prazer quase sempre certo. Acho que quando estamos juntos a coisa flui para esse patamar rápido de mais, a intimidade entre nós é muito grande, mesmo com todos os impasses e contra tempos, só acho que deveríamos conversar mais. O problema é que meus desejos estão começando a ganhar um lugar muito grande. Eu quero muito ver o Bruno fazer uma coisa...
_Bruno... - Digo deitada na rede ao lado dele enquanto sinto ele beijar o meu pescoço.
_Oi... - Ele para e me olha.
_Eu quero te pedir uma coisa... - Ele permanece me olhando e eu sinto meu rosto queimar. - Não sei como pedir isso. - Sorrio tímida.
_Pode falar. Você não precisa ter vergonha de mim, sabe disso né!?
_Eu quero ver você... - Faço um gesto com a mão e meu braço.
_Você quer que eu me masturbe enquanto você assiste!? - Faço que sim e mordo lábio ansiosa pela sua resposta.
Ele não respondeu apenas se arrumou na rede e abaixou o shorts colocando o membro já rígido para fora. Uma sensação estranha se alojou no meu ventre enquanto permanecia olhando o que ele estava fazendo e consigo mesmo.
_Posso colocar a boca? - Levanto meus olhos procurando os de Bruno que estavam fechados.
_Ana... Puta merda! Você pode... É que... Se eu gozar...
_Eu posso me lavar no lago. Respondo.
_ Tá bom...
Mudei minha posição na rede Bruno e eu quase sentandos. Corríamos o risco de alguém aparecer e nos pegar, o que tornava a minha aventura ainda mais excitante. Coloquei devagar a boca sobre o corpo dele me lembrando do que ouvi uma garota do terceiro ano dizer.
Comecei a fazer sucção. Primeiro bem devagar e depois ganhei algum ritmo. As vezes eu deixava os dentes encostar e em outras eu acho que o machuquei. Bruno colocou a mão na minha nuca forçando seu corpo ainda mais fundo na minha garganta, me apavorei e engasguei.
_Desculpa! Eu...
_Só não coloca a mão em mim. Se fizer alguma coisa errada fala, só fala.
_Tudo bem...
Acordo selado voltei a fazer o que estava fazendo. Bruno começou a se contorcer e gemer.
_Ana eu tô perto, sério... Continuo. _Ana... Sua voz sai como um gemido. _Caralho! Sinto o líquido grosso, quente e meio salgado enchendo a minha boca. A respiração acelerada do meu amigo que me olha assustado como se não esperasse o que tinha acontecido.
Corro até o lago para cuspir o líquido. E limpar a boca.
_Me perdoa Ana. Eu não consegui segurar... Esse negócio me deu um tesão sobrenatural! Cara... Ele diz meio aflito enquanto eu lavo minha boca pela terceira vez.
_Eu gostei. - Respondo sorrindo. - exceto pelo final.
_O que? - Ele ficou confuso com a minha declaração.
_Eu disse que gostei. Principalmente de como você ficou, foi bom ver você desse jeito.
_Você está falando sério!?
Eu apenas sorri em resposta a sua pergunta.
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Atualizado até capítulo 92
Comments
ARMINDA
AIAIAI BREVE VÃO CHEGAR AOS CONFORMES E ELES NÃO ESTÃO SE PREOCUPANDO C A PREVENÇÃO. 🤔🤔🤔🤔🤔🤔
2022-04-16
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