O corpo de Tian, que havia sido jogado ao mar, foi levado pelas ondas até uma praia.
Nela, um casal aproveitava a vista, observando de vez em quando seus dois filhos que brincavam na areia.
A mulher, chamada Selly, franziu a testa ao ver algo na água, não muito longe de onde estavam.
Ela disse ao marido: "Querido, olhe aquilo", apontando para o objeto.
"O quê?", perguntou Marx, seguindo a direção que sua esposa indicava.
"Olhe lá, parece um corpo humano", disse Selly.
Marx apertou os olhos para ver melhor. Quando distinguiu a forma, correu em direção ao corpo que flutuava perto da costa, seguido de perto por Selly.
Ao se aproximarem, descobriram com surpresa que se tratava do corpo de uma criança pequena, pálida como se já não tivesse vida.
O corpo que Marx e Selly encontraram era o de Tian.
"Rápido, pegue-o, querido", disse Selly, incapaz de suportar a visão do pequeno corpo aparentemente sem vida.
Marx rapidamente ergueu Tian em seus braços. Seus dois filhos, ao verem a cena, correram em direção a eles.
"Quem é ele, papai?", perguntaram Nickel e Ceril em uníssono.
"Eu não sei. Mas é melhor irmos ao hospital para ver se ainda podemos fazer algo por ele", respondeu Marx.
Os quatro levaram Tian ao hospital. Depois de uma viagem um pouco longa, finalmente chegaram.
"Enfermeira, por favor, examine esta criança", disse Marx à enfermeira de plantão.
"Já estou indo, Sr. Marx", respondeu a enfermeira, levando Tian rapidamente para a sala de exame.
O médico, que conhecia Marx como um renomado homem de negócios, começou a trabalhar imediatamente. Marx, junto com sua esposa e filhos, esperavam do lado de fora da sala.
Após uma longa espera, o médico finalmente saiu.
"E então, ele está vivo?", perguntou Marx ansiosamente.
"Sinto muito, senhor, a criança faleceu. Ele tem duas balas alojadas no corpo, é possível que já estivesse morto quando o trouxeram. Parece ser vítima de assassinato", explicou o médico.
"Que crueldade matar uma criança tão pequena", disse Selly em voz baixa, comovida com o que havia acontecido a Tian.
Mas de repente, a enfermeira que ainda estava dentro do quarto de Tian os chamou.
"Doutor... a criança... ele tem pulso", anunciou a enfermeira.
"Sério?", exclamaram o médico e a família em uníssono. O médico correu para dentro para examinar Tian.
Após vários exames e tratamentos, o médico saiu e os informou que a criança havia voltado à vida, mas que se encontrava em estado crítico.
"Obrigada, doutor", disse Selly, grata.
"De nada, senhora. Isso é um verdadeiro milagre de Deus, e eu fui apenas um instrumento para ajudá-lo. Deixem a criança descansar por enquanto. Vou me retirar, ainda tenho que atender outros pacientes", disse o médico, despedindo-se.
"Tudo bem, doutor, muito obrigado novamente", disseram Selly e Marx em uníssono, enquanto o médico se despedia com um gesto.
Assim que o médico saiu, Marx ligou para seus funcionários para que levassem seus filhos de volta para casa.
"Já liguei para Rey e Roy para virem buscá-los. Voltem para casa, eu vou esperar a criança acordar", disse Marx a Ceril e Nickel.
"Ok, pai", responderam Nickel e Ceril em uníssono.
Quando Rey e Roy chegaram, Nickel e Ceril foram embora. Selly e Marx ficaram no hospital para esperar que Tian recuperasse a consciência.
Selly não suportava a ideia de deixar Tian sozinho no hospital, pois sabia que a criança que eles haviam encontrado não tinha família, a julgar pelas roupas que usava. Então, ela pediu ao marido que ficasse com a criança até que ele acordasse.
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Atualizado até capítulo 166
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