Após uma longa viagem de carro, Haris finalmente chegou ao seu destino.
"Sai", ordenou Haris a Tian.
Tian olhou para Haris ferozmente, como se ele fosse seu inimigo. Sem responder, Tian saiu do carro. Haris suspirou ao ver aqueles olhos afiados e cheios de hostilidade.
"Vá embora daqui, o mais longe que puder. Nunca mais se aproxime de mim e nunca me considere seu pai. Imagine que nunca teve um pai e nunca mais me procure", ordenou Haris, fazendo o peito de Tian apertar.
Tian permaneceu em silêncio, sem querer dizer uma única palavra. Mas seus olhos afiados continuavam olhando para Haris com ódio.
"Escute o que eu digo, não vou matá-lo. Mas vá o mais longe possível", ordenou novamente.
"Tome isto", Haris colocou algumas notas na mão de Tian e então foi embora, deixando Tian sozinho.
Após a partida de Haris, Tian derramou lágrimas enquanto olhava para as notas que tinha na mão.
"É tão difícil para você me reconhecer como seu filho, pai? O que eu fiz de errado para você não me reconhecer? Eu não mereço ser seu filho? Eu te odeio", murmurou Tian com um soluço. Então, Tian se afastou do local.
Tian caminhou sem rumo, limitando-se a seguir a estrada. De repente, um grupo de quatro homens corpulentos se aproximou dele com uma arma.
"Quem são vocês?", perguntou Tian, sem reconhecer as pessoas à sua frente. Tian olhou para a mão de um deles, que segurava uma arma, uma pistola.
"Eles querem me matar?", Tian se perguntou interiormente.
"Olá, garoto bonito, venha conosco", disse um dos quatro.
"Ei, o que você está fazendo? Por que você está falando assim? Depressa, mate o garoto para que possamos terminar nosso trabalho", disse outro.
Ao ouvir que eles iam matá-lo, Tian recuou lentamente enquanto olhava para os quatro homens à sua frente. Então, rapidamente, Tian se virou e correu o mais rápido que pôde.
"Ei, olhem, o garoto está fugindo, rápido, persigam-no", gritou outro.
Os quatro homens correram para perseguir o Tian que corria.
"Atire nele, assim terminaremos nosso trabalho", ordenou um deles.
"Ok...", respondeu outro.
Bang.....Bang....
A bala disparou em direção a Tian, atingindo-o na perna.
Aah....
Tian gritou quando a bala o atingiu na perna.
"Para onde você vai, garoto bonito? Por que você quer fugir de nós? Só queremos matá-lo, então não tente escapar", disse um dos homens, abaixando-se na frente do corpo de Tian e apontando a pistola para sua cabeça.
O corpo de Tian tremeu quando o cano da pistola foi direcionado para sua cabeça.
"Qu... quem são vocês? Por que vocês querem me matar?", perguntou Tian trêmulo.
"Ha... Ha... Ha... Você realmente quer saber quem somos, garoto? Bem, como você vai morrer em breve, eu direi quem somos e quem nos deu a ordem. Somos homens do Sr. Anderson e da Sra. Navita. Então não faça mais perguntas, prepare-se para morrer".
Bang.....Bang....
Duas balas se alojaram no peito e no ventre de Tian. Tian, que viu e sentiu as balas atravessarem seu corpo, caiu instantaneamente inconsciente.
Ao ver o corpo de Tian imóvel, um dos homens ligou para seu chefe.
"Senhor, tudo acabou. Eu já matei o garoto".
"Bom, jogue o corpo no mar para que os tubarões o comam. E não deixe a imprensa saber sobre a morte deste garoto, não quero que meu filho saiba", disse o Sr. Anderson, cujo nome era Adam Anderson, o avô de Tian.
"Sim senhor", respondeu o homem que havia ligado para Adam.
Depois de contatar Adam, os quatro homens pegaram o corpo de Tian e o jogaram no mar.
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Atualizado até capítulo 166
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