No dia seguinte.
Tian estava caminhando pela área perto do escritório do ADS Group, um escritório muito grande de propriedade da família Anderson. Tian olhou para o prédio até que olhou para cima.
"Será que vou ter um prédio tão alto quanto este quando crescer?", Tian se perguntou enquanto admirava o imponente prédio à sua frente.
Tian, que caminhava absorto observando o prédio alto, acabou esbarrando em alguém, o que o fez cair.
"Ai!", reclamou Tian.
A pessoa com quem ele havia colidido ficou em silêncio, observando quem havia esbarrado em seu corpo. Ao perceber que quem havia esbarrado nele não era outro senão um garoto esfarrapado e sujo, ele lançou um olhar penetrante.
"Você não tem olhos, para esbarrar em mim, pirralho?", perguntou o homem com voz irritada.
"Sinto muito, senhor", disse Tian, se levantando e se curvando, com medo, sem ousar olhar para o rosto do homem com quem havia colidido.
"Tsk, mendigo. Você sujou minhas roupas. Olha o que você fez! Você impregnou minhas roupas com o cheiro do seu corpo sujo", disse o homem com desprezo e raiva.
"Si-sinto muito, senhor. Então deixe-me limpar para você", disse Tian, pegando seu lenço sujo e tentando limpar as roupas do homem.
"O que você está fazendo?", gritou o homem.
"Si-sinto muito, se-senhor, eu só queria tentar limpar suas roupas", respondeu Tian assustado, abaixando a cabeça novamente.
"Pare com isso!", o homem recuou para que Tian não pudesse tocar em suas roupas caras. "Ei, olhe para mim, pirralho", disse o homem agarrando Tian pelo cabelo para que ele olhasse para ele.
"Aaah... isso dói, senhor!", gritou Tian de dor ao sentir o homem à sua frente puxando seu cabelo.
Clique.
"Por que o rosto deste garoto me parece familiar?", pensou o homem enquanto olhava para Tian.
Tian tentou soltar a mão do homem de seu cabelo. Gradualmente, ele abriu os olhos e olhou para o homem que estava puxando seu cabelo.
"Pa... pa...", chamou Tian em voz baixa, mas alto o suficiente para ser ouvido pelo homem, que não era outro senão Haris.
"O que você disse?", perguntou Haris.
"Papai...", chamou Tian.
"Papai? Maldito pirralho. Você acha que eu sou seu pai? Não se engane, eu não tenho um filho mendigo como você", gritou Haris com raiva e então empurrou Tian, fazendo-o cair e se machucar.
Mas Tian, em vez de chorar, ficou feliz porque finalmente havia conseguido se reunir com seu pai. Tian se levantou e tentou se aproximar de Haris novamente.
"Papai, sou eu, Tian, papai. Tian estava procurando por papai. Onde papai estava? Estou feliz que Tian tenha conseguido ver papai", disse Tian realmente feliz.
"Não chegue perto", avisou Haris. "Ouça, pirralho, eu não tenho um filho como você e não ouse se passar por meu filho", disse Haris em tom de advertência.
O assistente de Haris, que estava atrás dele, olhou em volta. Ele viu que muitos funcionários e pessoas estavam olhando para eles.
"Senhor, isso não é bom para sua reputação. Há muitas pessoas nos observando", disse Rio, o assistente de Haris.
Haris olhou em volta e, de fato, era verdade. Muitas pessoas estavam observando.
"Cuide dele. Dê dinheiro a ele e, se ele não quiser, você cuida dele. Eu não quero vê-lo novamente", ordenou Haris enquanto ajeitava suas roupas, após o que ele entrou no escritório, deixando Rio e Tian no pátio.
"Papai!... Espere, papai, Tian sente sua falta", gritou Tian. Mas Haris ignorou completamente o chamado do pequeno Tian.
"Sinto muito, garoto, é melhor você ir embora daqui. E senhor, talvez ele o tenha confundido com outra pessoa", disse Rio.
"Não, senhor, eu não posso ter me enganado sobre meu pai. Ele é meu pai", respondeu Tian, convencido de que Haris era seu pai.
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Atualizado até capítulo 166
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