Capitulo 18( coisa louca)
Morte.
O plano era curti um churrasco sossegado com a famila,mas em vez disso acabou tudo na maior confusão,depois da discussão do corrigia com a lua eu e terro foi atrás dele para ele não fazer merda,e ela tinha ido para o pico do morro,lá tinha uma vista da hora,quando chegamos lá ele estava fumando um cigarro de erva.
— Qual é cuzão.. — falo chamando a atenção dele
— nem vem apertar a minha mente viu,tô com para porra de papo não desgraça..— ele fala
— aí,aí dor de corno e foda .— o terro fala.
— e melhor tu ficar na tua viu..— o coringa fala para o terror
— porque tu não chama a Lilian para a conversa porra,tu é afim da mina,e louco pelo o filho dela,e fica nesse frete aí,porra tu vai acabar perdendo viu— falo puxando um cigarro.
— larga de onda,eu gosto do moleque para porra,mas eu e a Lilian nada a ver,eu sou de todas, só não concordo com essa parada dela de tá saindo com macho,porra ela tem o moleque para cuidar caralho..— ele fala logo depois coloca o cigarro na boca.
— minha prima é uma mãe foda,e você sabe disso,ela da a vida pelo o moleque dela,mas ela alem de mãe é mulher porra,ela tem o direito de sair e se divertir,de conhecer um homem foda que assuma ela..— o terro fala.
— Ooh,tô afim de ficar com essa conversa não.. — o coringa fala.
— já é,vamos para a boca,temos que resolver alguns b.o..— falo
— já é, vamos..— o terro fala
Nós três vamos para a nossa moto e metemos o pé para a boca,eu amava andar pelo o morto,ver os garotos brincando na rua,as velha fofocando,a mulecada voltando do colégio,eu gostava de ver a minha comunidade feliz,e por causa disso molhava a mão dos governantes para ninguém subir o meu morro com a disculpa de classificação, quendo tinha invasão era os filhos da puta dos morro vizinho tentando tomar o que é meu.
Não demora muito chegamos na boca e fomos direto para a minha sala,me sento na minha cadeira e os outros dos mane senta na minha frente,não demora muito algum bate na porta e eu libero a entrada,então então o cabeça e o pesadelo.
— o que as princesas querem na minha sala? — pergunto
— problema no barraco da rua 21 — fala o pesadelo.
— passa a fita..— falo
— tá maior confusão,a mãe espancou a filha,e jogou água quente na menina..— ele falou ,e eu já me levantei.
— que porra é essa? — falei com raiva.
— não sei direito chefe,mandei a médica do postinho ir para a casa da menina,e mandei os vapor ficar de olho na casa, ninguém entra e ninguém sai até o chefe aparecer lá..— o pesadelo falou.
— vamos lá,quero saber direito dessa história..— saio do escritório e sabia que o terro e o coringa vinha comigo.
Muitamos na moto outra vez e metemos o pé para o barraco que ficava na rua 21,assim que chego de longe vejo os meus vapor fazendo a segurança,desço da moto e assim que me aproximo os vapor abaixa a cabeça em sinal de respeito, comprimento os dois que estavam na porta e um deles abre a porta para mim,e eu e os meninos entramos.
Assim que entro,vejo uma garota que no máximo deve ter 15 anos ou menos,perto dela tava uma das médicas do posto e uma enfermeira,no outro lado da sala tainha uma mulher,que aparentemente tinha 40 anos,e afastado de toda tinha um homem fumado um cigarro tranquilamente,depois de analisar a situação e ninguém falar nada decido falar.
— Quem vai me explicar que porra estar acontecendo aqui. — falo alto,e vejo a menina se encolher.
Estava preste a falar outra vez,qundo uma voz calma fala
— Chefe,sou a alicia,a médica do hospital do morro,essa menina precisa urgentemente ir ao hospital,quando foram me buscar falaram que era apenas as queimadura,mas desconfio que seja algo muito pior..— a médica fala
— tudo bem,a garota pode ir ao hospital,vou solicitar um carro para vim buscar vocês, enquanto isso quero saber o que aconteceu — olho para o terro,e ele já pega o celular provavelmente mando algum vapor vim com o carro
— eu vou falar chefe o que aconteceu,essa puta aí que eu coloquei no mundo estava pensando o meu homem,essa vagabunda,pegando o macho da própria mãe..— a mulher fala com raiva.
Olho para a garota que chorava baixinho,me aproximo da garota,mas faço sinal para os meninos ficar de olho na mãe da garota e no homem que estava muito calmo,olho para ela e falo.
— o que sua mãe estar falando é verdade? — pergunto olhando sério para ela,e ela começa chorar.
— Não,tio e verdade...mas...mas..— ela começa a falar.
— Luiza,Luiza...— o home fala e logo ela cala a boca e começa a tremer.
— tira ele daqui,e levem para algum quarto.. — falo para o pesadelo e o cabeça.
Logo os meninos arrasta o homem,e eu me abixi na frente da garota.
— me conta a verdade,eu não vou deixar nada acontecer..— falo
— ele vai me matar,ele disse que vai me matar se eu falar.— ela fala asustada.
— qual a sua idade? — pergunto.
— 14 tio..— ela fala
— o que sua mãe falou e verdade? — pergunto
— tio,eu só fazia as coisas porque ele me obrigava,ele me ameaçava que se eu não obedecesse ia me matar,ele me batia,e minha mãe via e nunca falava nada,eu virei mulher dele porque ele disse que essa era a minha obrigação,mas eu não queria,eu juro,eu não queria queria — ela começa a chorar.
— desde quando ele faz isso? — pergunto controlando a minha raiva.
— desde quando a mamãe trouxe ele para morar com nós,eu tinha 10 anos..— ela fala entre a lágrimas.
Olho para a menina magrinha e a raiva me consome,e eu sabia,sabia que o terro estava se segurando,se eu já detestava estuprador,o terror era 100x pior,olho a garota e vejo a sua roupa suja se sangue,logo em seguida escuto a buzina do carro.
— leve ela para o hospital,der os melhores cuidado e me deixe ciente de tudo,faça todos os tipos de exames,se não tiver remédio necessário no hospital, manda algum me avisar— falo para a médica.
— estar bem senhor — ela fala
— consegue andar? — pergunto e ela faz não com a cabeça.
Olho para o terror, pós sabia que ele era o melhor nesse momento,ele se aproxima e pega a garota como se fosse uma boneca de porcelana,e segue a médica até o lado de fora,não demora muito ele volta.
— o que vai fazer o o filho da puta? — terror pergunta.
— não,Meri marido e inocente,ela que vivia dando em cima dele,com as roupas curtas,aquela vagabunda..— a mãe fala e a raiva me sobe
Me apromixo dela,me segurando para não meter uma bala no meio da testa e falo.
— a sua sorte é que eu não bato em mulher,mas tenho pessoas para fazer isso— olho para o pesadelo e falo.
— leva para o quartinho da disciplina,manda dar uma surra de madeira e fio,depôs coloca para forra do morro,se tentar subir no morro outra vez,manda dar tiro na testa para matar — falo
— está bem Chefe — falo o pesadelo.
— terror,o filho da puta e teu,divirta– se..— falo e saio junto com o coringa.
— vou ir revolver umas cobranças,bora? — falo
— asfalto? — ele pergunta
— sim — falo
— e para já, preciso relaxar.— ele fala
Fomos novamente para a nossa moto e metemos o pé para o asfalto,era bom molhar a mão da lei para poder fazer o que quiser,não precisa ter medo de ser parado em uma blitz ou ser enquadrado.
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Atualizado até capítulo 76
Comments
Patricia M
que mãe safada merece um surra bem dada e estruprador coloca uma mandioca no caneco dele pra ele sentir oque a garota sentiu coitada
2024-11-18
1
Marcia 🌻
Affs olha que existe muitas "mães" assim por esse mundo defende os machos sem saber a verdade 😡😡 tô gostando muito do livro 🌹🥰
2024-11-19
0
Claudia Ribeiro
mãe que vê a filha sofrendo e ainda tem coragem de culpa a filha
2024-11-22
0