Capítulo 09 ( terror)
Terror/Wilson narrando
Olá filhos da puta,sou o terror,sou cria do morro da maré,nasci,cresci e vou morrer aqui,sou amigo do terro desde moleque, sempre fomos nos três juntos,eu ,ele e o coringa, por isso o pai dele nos chamava dos três mosqueteros,com 15 anos entrei para o movimento junto com os meninos,o meu pai era o braço direito do pai do coringa,e os dois também era muito amigo.
Moro sozinho no morro da maré,mandei minha irmã e minha mãe ir embora depois que meu pai tirou a própria vida,porra eu nunca pensei que uma desgraça dessa podesse acontecer,estava preparado para perder o meu pai para um invasão dos inimigos ou para os cara da lei,mas nunca imaginei que meu pai tiraria a própria vida com um único tiro na cabeça.
Até hoje me sinto culpado,porra,era para eu ter protegido mas a minha família, principalmente a minha irmã,tudo aconteceu quando ela começou a trabalhar para um filho da puta que ela se recusa a falar o nome,no início ela tava feliz por ter o próprio dinheiro tá ligando,tinha começado a trabalhar como jovem aprendiz em um mercado no asfalto,ela sempre ia com um vapor e voltava no carro da empresa,minha irmã só tinha 15 anos quando tudo aconteceu,no dia o carro do trabalho tinha quebrado,e o celular dela descarregou,então ela pediu para a amiga chamar um Uber para ela voltar para casa,mas não foi o que aconteceu,o filho da puta não a trouxe para casa,ele levou para outro lugar,e abusou da minha irmã por 24 horas.
Eu já estava louco,já tinha ido no trabalho dela,já tinha quase matado o chefe dela na porrada,mas nada,já estávamos pensando em invadir o morro vizinho, quendo um vapor ligou me dando a pior notícia da minha vida,tinha jogado o corpo da minha irmã na entrada do morro, quendo cheguei lá o meu coração ficou destruído,ela estava toda machucada,várias marcas de chupão por todo corpo as partes íntimas estavam vermelha,e sangrando,eu não aguentei chorei vendo a minha bonequinha daquele jeito,mas eu tinha que ser forte,forte por ela e pela minha mãe.
No mesmo dia,depôs de ter visitado a minha irmã,o meu pai cometeu suicídio,ele se culpava por não ter protegido a minha irmã,ele não superou a dor de ter visto ela daquela maneira ,e sinceramente eu não julgo ele,eu tive que ser forte,forte pela minha irmã e pela minha mãe,eu tive que juntar todos os meus cacos para continuar,e proteger a minha família.
Estava como sempre indo visitar minha mãe e minha irmã,eu sempre ia duas vezes na semana,então eu cometi um dos meus maiores erros,dar carona a irmã do Morte
— coloca o sinto de segurança — falo olhando para ela.
—ui,ui como ele é todo prudente — ela fala sem tirar os olhos do celular.
— estou levando a irmã do chefe,todo cuidado é pouco — falo
— Eu não sou apenas a irmã do Morte,também sou mulher,sou a Natáline,AFF,vocês tudo me trata como se fosse uma criança— ela fala emburrada.
— E você é — falo.
— já vou fazer 18 anos — ela me olha e fala.
— só um número,continua sendo criança — falo tentando convencer a mim mesmo.
— Não é o que os meninas da faculdade acha — ela fala baixo.
Olho para ele já ficando com raiva e pergunto.
— Que meninos Natáline? —
— Você me achar feia?
— não, claro que não,você é muito gos....— antes de finalizar a frase eu paro.
— gos...?— ela fala para eu terminar a frase.
— nada..— falo
— terror? — ela me chama.
— hum.
— você me daria um beijo? — ela pergunta me olhando.
Me assusto com a pergunta dela,fico até sem reação,mas respondo.
— não,claro quê não,eu tenho amor a minha vida porra — falo rápido
— Seria só um beijo,não um pedido de casamento — ela fala me olhando
— mesmo,assim,o seu primeiro beijo tem que ser com alguém especial — falo
Ela começa a dar risada e eu fico sem entender nada,mas depois de um tempo finalmente ela para e fala me olhando.
— você acha mesmo que eu nunca beijei ninguém? — ela me olha com os olhos cheio de lágrimas
Eu olhei para ela morrendo de raiva,não entendia o motivo de ter ficado com tanta raiva, provavelmente por ela ser irmã do Morte, e eu considerava o morte como um irmão.
— Quem foi o filho da puta? Me fala o nome do filho da puta para eu matar com a minhas próprias mão — falo com raiva.
— O que tirou o meu BV eu não me lembro o nome não,mas teve outros, muito outros,afinal na faculdade tem muitos homens bonitos — ela fala simplesmente.
— vou falar com o seu irmão,isso de você estar fazendo faculdade no meio de vários homens e perigoso,pode ter inimigos de olho em você — falo
— pelo amor de deus me poupe terro,e nem fale nada para o morte,se não eu nunca mas confio em você — ela fala
— não é certo você ficar beijando por aí — falo
— vocês sai transando com todas as garotas do morro,e eu não posso nem beijar na boca? Pelo amor de deus,eu só estou esperando fazer 18 para perder minha virgindade — ela fala simplesmente.
E para a minha sorte tínhamos chegado na porta da faculdade dela,se não eu não ia mas saber o que fazer,paro o carro segurando o volante com força para não fazer nenhuma besteira e olho para ela.
— pronto garota,você já estar entregue — falo sem olhar para ela.
— valeu terro— ela sai do carro.
Fico olhando ela se afastando,e me arrependo logo depôs,ao ver ela dar um selinho em um filho da puta,que se depender de mim em breve vai ser um defunto.
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Atualizado até capítulo 76
Comments
Sandra Cristina Melo
A história é boa,mais tem horas que fica difícil de entender?
2025-02-14
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Claudielly Cassiano
não entendi essa parte (o terror é amigo do terror desde moleque)
2025-02-13
0
Rosana Gama
kkkkkkk os soldados abatidos e estão percebendo kkkkk
2025-01-30
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