Capítulo 8

Cláudio estava intrigado, Leonor entrava em diversas lojas, mas saia de mãos vazias, ou ela muito exigente ou realmente nada a serviu, ele queria perguntar a ela, mas se limitou não queria aparecer curioso ou atrevido.

Leonor sentou numa poltrona e abaixou a cabeça, estava cansada e desanimada, vestiu muitas roupas mas estava em dúvida se comprava era estranho não ter nenhuma opinião para ajudar a escolher, já estava desistindo, tinha que esperar a mãe para lhe ajudar nessa missão.

_ Acho melhor irmos embora.( Falou desanimada)

_ Desculpe a intromissão, mas não encontrou nada do seu agrado?

Leonor se supreendeu como a pergunta, em vista que ele se manteve mudo o tempo todo.

_Na verdade encontrei varias roupas muito bonitas, mas pode parecer bobagem mas não consegui comprar nada sem uma segunda opinião, então prefiro ir para casa e esperar minha mãe me ajudar.

_ Se quiser eu te ajudo a escolher, sempre ia com a minha mãe para o shopping.

_ Sério? então eu vou aceitar, semana que vem vou começar a trabalhar e preciso está apresentável, olha Claudio eu não tenho amigos e espero de coração que você seja meu amigo, sei que está a trabalho e prometo não te prejudicar em nada, mas porfavor não fique engessado na minha presença, vi conversando com seu pai logo cedo e estava relaxado e até sorria.

_ Nossa esteve me observando?

_ Me desculpe por isso, mas eu só quero me sentir em casa, acolhida, eu me sinto tão sozinha eu sei que você não tem nada haver com esse meu surto repentino mas estou consumida a ponto de explodir.

_ Ei calma, vamos beber uma água e vamos nos conhecer o que acha?

Leonor o olhou já mais calma e feliz.

_ Gostei da ideia

Leonor e Claudio foram a praça de Alimentação e pediu uma água e um suco.

_ Estava com sede mesmo

_ Percebi ( Falou mais simpático)

_ Você nasceu aqui no rio?

_ Sim, nascido e criado aqui, você eu sei que nasceu nos estrangeiros e só agora veio ao meu país maravilhoso.

_ É um pais muito lindo, conheço das telas de cinema, amo filmes e cultura brasileira, sei que irei me adaptar, afinal tenho sangue Brasileiro .Meus pais veio para o Brasil e com 8 anos fui mandada pra Suíça e só agora irei desfrutar de tudo que esse país me reserva e você pode imaginar que estou completamente tentando me adaptar a cultura e o ambiente que eu tinha esquecido que é muito quente segundo as páginas de revistas e agora sinto na pele. ( Falou rindo).

Cláudio sorriu

_ Nossa deve ter sido muito solitário viver longe da família

_ Nem fale, eu passei por maus bocados, mas Deus sempre bom me deu uma amiga maravilhosa que e como uma irmã para mim, saudades da Brenda.

_ vai visita-la

_ até queria mas a família dela é complicada e ela está passando por uns problemas.

_ Hum, eai se sente melhor? Precisamos comprar bastante roupas para você.

Leonor sorriu

_ Estou melhor sim, vamos então desbravar esse enorme shopping.

Cláudio pagou a conta, depois de uns questionamentos dela e seguiu para dentro de uma boutique elegante.

Leonor vestiu um conjunto social de calça e blazer e mostrou para de que aplaudiu.

_ Muito elegante. ( Ele queria dizer linda, mas não seria atrevido)

Leonor comprou muitas roupas elegantes, sapatos,.perfumes se atreveu ate comprar trages de banho, tinha planos de ir para praia o mais breve possível.

Olhou no relógio e já passava das 13h, decidiu almoçar ali mesmo.

_ Vamos almoçar e depois vamos para casa, me divertir horrores com você.

Cláudio sorriu, queria economizar e agora estava ali gastando dinheiro, mas não podia recusar esse almoço até porque estava faminto.

_ Vi que tem um restaurante de massas finas ali, amo comida italiana, você gosta?

_ Gosto muito

_ Vamos então e já lhe adianto que eu pago, porque você é o meu convidado e não aceito não como resposta.

_ Eu pago!

_ Nada disso porfavor me deixa recompensar pela a manhã agradável que me proporcionou? Porfavorzinho. ( Falou fazendo beicinho)

_ Tudo bem, não quero parecer abusado.

_ Abusada aqui sou eu.

Leonor e Claudio comeram e conversou bastante, era natural a forma como se entendia parecia amigos de longas datas.

_ Comi demais, minha mãe visse ira me repreender, olha o tamanho da minha pança. ( Falou brincalhona)

_ Não vejo pança nenhuma, só uma barriga lisa e definitida.

Leonor ficou ruborizada, sentia atraida por ele e estava lutando contra essa atração já que sabia que só poderia ser amigos.

Cláudio a olhava com admiração, nunca imaginava que ela seria assim tão simples, sem frescuras e tão agradável, como ele queria beijar aqueles lábios rosados.

O telefone de Leonor toca.

📞- Oi mãe! que foi?

📞 - Não vem almoçar?

📞 - Almocei aqui mesmo no shopping, me desculpe por não avisar.

📞 - Venha para casa imediatamente, já é o segundo almoço que você me da um bolo garota e é perigoso ficar zanzando sozinha.

📞 - Já estou indo, não se preocupe estou bem. ( Falou desligando o celular)

Cláudio ficou tenso, sabia que a patroa não ia gosta dessa aproximação deles e tinha que se atentar a isso.

_ Algum problema?

_ Não minha mãe narcisista. Preciso voltar para casa.

_ Vou pedir a conta

_ Lembrando que eu vou pagar. ( Falou rindo)

Leonor pagou a conta e foram para o estacionamento com muitas sacolas.

entrou no carro e sentou no carona.

_ Acho melhor você sentar no banco de trás, não quero problemas com seus pais.

_ Não se preocupe, não haverá problema eu me certificarei disso.

Cláudio deu de ombros, admirou a coragem dela e sabia que tinha que ficar em alerta. Os pais dela era um problema grande que ele não queria ter.

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