Capítulo 5

Leonor acordou com a barriga roncando de fome, desceu em busca de algo para comer, foi na cozinha.

_ Boa noite Maggi, dormir demais, estou aqui me tremendo de fome, onde estão os meus pais?

_ estão no quarto, o seu pai chegou a pouco foi tomar um banho, jaja vou ser servir o jantar, enquanto isso belisca um pouco, sua mãe está uma fera mandou preparar um almoço pra você e você dormiu.

_ Imagino que ela vá me encher a paciência, deixa eu beliscar logo aqui porque qualquer coisa eu já comi e me tranco no quarto. (Falou a abrir a geladeira e pegando um suco)

_ Agora diz-me como foi esses anos fora?

_ Foi solitário. (Falou triste)

_ oh! minha filha, imagina morou por muitos anos fora.

_ é sim, estou só desde o meu 10 anos, meus pais nunca fizeram questão de ter-me por perto, mas graças a Deus conheci pessoas na mesma situação que eu nos tornamos próximas, a Brenda mesmo é como a minha irmã.

_ desejo muito conhecer sua amiga, quando vai convida-la para vir?

_ Eu nem sei Meggi ela está a passar por uns problemas pessoais, mas breve vou ver se ela vem.

_ Espero que ela fique bem.

_ Maggi diz-me quem é o motorista, muito simpático.

_ É o Claudio filho do Jardineiro, que agora não é mais jardineiro foi promovido a motorista o pai dele, está a trabalhar aqui ha muitos anos desde que seus pais vieram de vez para o Brasil.

_ Hum! bonito ele viu.

_ menina toma jeito seu pai ouvir isso mata-te.

Ambas riram

_ Eles não precisam saber de nada.

_ Quem não precisa saber? ( falou Andrei entrando na cozinhá)

_ Papai! Que saudades

_ a minha criança, como cresceu está mais linda. ( Falou abraçando)

_ Senti a sua falta

_ Eu também, se dependesse de mim nunca sairia de perto do seu velho pai.

Leonor sabia que ele dizia a verdade, mas também sabia que ele era inteiramente manipulado pela esposa, sentiu uma tristeza por que seu pai sempre foi amoroso com ela ja a sua mãe não era nem um pouco, na verdade, queria se ver distante sempre.

_ Agora vamos para sala para você me contar todas as suas aventuras.

_ Não tem muito o que falar, a minha vida foi um tédio pai.

_ Magda ja pode servir o jantar (Falou Celina entrando )

_ Sim, senhora

O jantar foi servido em meio a muitas conversas, Andrei estava realmente interessado em saber tudo sobre Lê-o, e ficou atento a tudo que ouvia.

_ Agora já está em casa minha filha e vamos viver tudo que perdemos.

_ É sim, papai

_ Ela voltou para trabalhar, construir a carreira dela, a minha menina advogada que orgulho.

Leonor olhou com magua para sua mãe.

_ É sim, pretendo começar o mais rápido possível, e quero agradecer ao tio Elias por essa oportunidade.

_ Ele está ansiosa para revê-la, a última vez que ele lhe viu, você tinha 7 anos.

_ Eu não lembro do rosto dele, mas recebi todos os presentes de aniversário que ele mandou.

_ Esse seu tio sempre te mimando.

Leonor sabia que seu tio sempre foi contra a sua ida para colégio interno, mas a sua mãe como sempre deu a última palavra. Elias mandava presente em todo aniversário e sempre ligava para saber como ela estava, ele é mais presente em sua vida que seus próprios pais.

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