Capítulo 4

Leonor realmente já estava acostumada, por seu apelido ser masculino, muitas vezes houve essa confusão de pensarem que era menino, desde criança. Sentada olhou para o motorista discretamente, ele era muito bonito e tinha um sorriso de paralisar corações, Leonor nunca namorou embora na faculdade teve vários que tentaram conquistar, mas ela sempre focada nos estudos na esperança de se libertar o quanto antes dali, tinha sonhos de ser independente e conquistar o seu lugar perante a sociedade pelos próprios méritos.

Cláudio estava a dirigir e se pega as vezes distraído olhando a bela moça que ia ao banco de trás conversando alegremente com a governanta, não imaginava que fosse uma mulher e que mulher, ele estava fascinado por ela, nunca acreditou em amor a primeira vista e agora estava se questionando sobre isso. Chegou na mansão e ajudou com a bagagem.

_ Onde deixo?

_ Pode deixar aí mesmo, jaja eu peço ao meu pai para me ajudar subir com as malas, obrigada.

_ Se quiser eu subo elas para você, não me custa nada.

Leonor sorriu

_Não quero ser abusada.

_ Não ha abusos (Ele pensou querer muito ser abusado por ela)

_ Então eu aceito. (Falou a abrir um largo sorriso)

Cláudio deu duas viagens e colocou toda a bagagem de Leonor na porta do quarto dela, não se atreveu entrar, até porque Magda estava a ser sua sombra naquele momento.

_Muito obrigada, como se chama mesmo?

_ Cláudio senhorita.

_ Me chame Leo, odeio formalidades, agora se me der licença preciso de um banho, estou exausta, mais uma vez obrigada.

Falou a estender a mão para Cláudio que sentiu um arrepio ao tocar a mão delicada e pequena.

Leonor tomou um banho e deitou, logo Magda entrou com uma bandeja com sanduíche e suco.

_ Obrigada Maggi

_ O seu pai daqui a pouco chega, ele tava ansioso.

_ Não precisa tentar-me fazer acreditar que os meus pais sentiram a minhaha falta, eu sei que fui sempre fardo, por isso mandou-me para longe, estou acostumada já não se preocupe.

_ Não diga isso menina

_ Filha que bom que ja chegou ( Falou Celina entrando no quarto)

_ Oi mãe

_ Nossa seu cabelo está sem brilho, precisa de uma boa hidratação

Leonor engoliu seco, como sempre sua mãe sempre procurando defeitos.

_ Onde está papai?

_ ficou na empresa só chega pro jantar, agora dar um abraço aqui na mamãe minha menina.

Leonor abraçou com muita saudade, apesar de saber que sua mãe é uma tremenda narcisista ela a amava.

_ Agora me conta está ansiosa para trabalhar na empresa do seu tio Elias, que orgulho minha advogada linda.

_ Estou ansiosa sim, tio Elias é muito competente sinto-me lisonjeada por essa oportunidade.

_Ele deve favores ao seu pai, nunca iria negar isso.

Leonor sorriu, como sempre sua mãe faz questão de demontraram o quão desagradável é.

_ Mamãe agora vou descansar, me deixa a só porfavor.

_ Claro meu anjo imagino que esteja cansada, esta com olheiras profundas, descansa meu amor, só não demora que jaja o almoço será servido mandei fazer a comida que você gosta . ( Falou saindo )

Leonor sabia que seria dias de luta, mas não iria desanimar, agora iria ter seu próprio dinheiro para tentar tomar as rédeas da própria vida.

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