Predador.
"Eu vou te ajudar a ter a vida que você merece."
Daniel Lemos.
Olhei para o prato de comida na minha frente, com meu apetite inexistente, como poderia comer?
Como Daniel esperava que eu comesse depois do que ele me contara, depois de como me tocará?
Eu cai tão facilmente para seu corpo forte contra o meu. Mesmo agora, eu ainda podia sentir seu p&nis
duro pressionado contra o meu estômago, um testemunho do que viria, de como o teria bem fundo em
mim.
"Você deveria comer alguma coisa."
Ele me olhou do outro lado da mesa, seu olhar parecendo sombrio e intenso.
Senti como se ele estivesse tocando-me apenas pelo jeito que me encarava. Um arrepio correu ao longo
do meu corpo e
embora fosse frio, também me fez sentir superaquecida.
Era como nada do que eu já experimentara, e sabia que estar com Daniel seria dez vezes pior ... ou talvez
melhor do que imaginava.
"Eu não estou com fome".
Eu estava sendo sincera, mas não tinha nada a ver com o fato de eu ter comido algo mais cedo, e sim
porque minhas emoções eram tão turbulentas que tiraram meu apetite.
Ele já havia terminado sua refeição e afastou seu prato. Um empregado entrou na sala e retirou a louça,
andou até mim, e removeu a minha também.
O copo de vinho ao meu lado estava intacto. Eu estava com sede, tão m@lditamente com sede, mas tinha
medo de que se bebesse álcool só intensificava minhas emoções, minha excitação.
"Talvez você tenha fome por algo mais doce?"
Sua voz era tão escura e dominante, que tudo o que eu queria fazer era derreter-me nela, deixá-la
consumir cada parte minha.
Peguei meu copo de vinho, não me importando se o álcool deixaria minha libido pior.
Dei vários longos goles, o vinho tinto
deslizando pela minha garganta, a doçura cobrindo minha língua, os sabores explodindo em meu paladar.
Quando deixei a taça sob a mesa, olhei para Daniel. Ele me observava com uma expressão perigosa no
rosto.
Senti o álcool se mover rapidamente pelas minhas veias e sabia que a intoxicação era inevitável se queria
enfrentar essa noite.
Um segundo depois, outra bandeja foi trazida para a mesa. Um prato foi colocado na minha frente com
morangos, chocolate e creme
de chantilly, todos dispostos em uma prataria delicada.
"Você sempre gostou de doces"
Disse Daniel e meu coração começou a bater mais rápido.
Eu me lembrei de três anos atrás, naquela primeira vez que vi Daniel, a primeira vez que ele me viu.
Eu era uma garota de dezoito anos, vulnerável e inocente, demasiado ingênua..
A festa que o meu pai tinha me levado era diferente de qualquer coisa que eu já havia experimentado ou
visto antes.
Fiquei deslumbrada, absorvendo a riqueza e a beleza que me rodeavam. Lembrei-me de provar todos os
delicados doces dispostos no bufê.
Era a este momento que Daniel estava se
referindo agora?
"Venha aqui, Luana."
O jeito que ele disse era tão dominante,
que eu realmente encontrei-me de pé por instinto.
Queria obedecê-lo, fazer tudo que ele quisesse. Não apenas porque ele era meu dono agora, mais porque
desejava me
submeter a ele.
Andei até ele e quando me aproximei, meu coração estava batendo mais rápido, eu não pude evitar olhar
para baixo e ver a rigidez da ereção que empurrava contra suas calças.
Ele era enorme, grosso e longo, mas, novamente, eu sentia seu p@u
pressionado contra meu estômago mais cedo.
Como seria a sensação do seu p&nis dentro de mim? Ele empurrou a cadeira para trás, estendeu as
pernas e fez um gesto para frente.
Tropecei um pouco, meus nervos a flor da pele, esta experiência totalmente nova para mim.
Queria estar com ele desesperadamente, porém, ainda tinha receio do desconhecido.
Eu deveria odiar esse homem, detestá-lo e tudo o que ele representava. Ele estava me usando por causa
do meu pai ... me fazendo de um maldito pagamento. E a verdade, meu pequeno e sujo segredo, era que este fato me deixava molhada. Saber que
Ele me quisera pelos últimos três anos, e claramente fizera qualquer coisa para tornar esse momento
possível.
Deixava-me bêbada de luxúria. Antes que eu percebesse o que estava acontecendo, Daniel
tinha a mão no meu joelho, o polegar movendo-se lentamente em círculos em volta da minha pele.
Eu estava tensa, mas não queria que ele parasse. Na verdade, queria que Daniel fosse
mais longe.
Eu estava respirando pesadamente, meus seios pressionando contra meu vestido, meus mamilos estão
duros que eu não ficaria
surpresa se eles rasgassem o tecido.
E então ele começou a mover a mão, curvando os dedos ao longo da minha coxa
interna, fazendo-me tremer de dentro para fora.
Ele tinha a mão tão perto da minha buc&ta, perto da parte que eu mais queria que ele tocasse.
Mas ele não o fez. Em vez disso, ele se inclinou para perto, nossas bocas a poucos centímetros de
distância.
Olhei seus olhos por longos segundos, perguntando-me se eu deveria ser a única a fazer o próximo
movimento e beijá-lo.
Mas antes que pudesse agir sobre isso, ele tinha a boca sob a minha, um beijo brutal e possessivamente
intenso.
Apertei minhas mãos atrás de mim, a mesa era o único apoio que eu tinha no momento. Enquanto Daniel
continuava a me beijar,
Senti que ele movia seus dedos debaixo da calcinha minúscula que eu usava. Ele começou a provocar a
minha entrada e meu
clitóris com movimentos deliciosamente habilidosos.
Ele tirou seus dedos de mim demasiado cedo, segurou meu queixo com o dedo indicador e o polegar,
seus olhou nos meus.
Ele não falou nada quando afastou a minha calcinha para o lado e afundou os dedos contra minhas dobras
molhadas.
Ele começou a me beijar de novo enquanto esfregava seu dedo sobre meu clitóris.
Engasguei contra sua boca, o prazer percorrendo meu corpo.
Eu estava embaraçosamente encharcada, mas os grunhidos que Daniel fazia e a maneira como continuou
a foder minha buc&ta me disse que ele gostava.
Quando ele se afastou, eu não conseguia respirar direito. Meus lábios se sentiram feridos, mas de uma
forma boa.
Ele puxou os dedos brilhantes até a boca e começou a chupar minha excitação deles.
Ele gemeu ao provar meu gosto e observei como suas pupilas se dilataram.
"Porra, sempre soube que seu sabor seria delicioso. "
Ele agarrou meu queixo de novo, inclinou minha cabeça para trás e reclamou minha boca mais uma vez.
Ele chupou a minha língua e me fez
provar minha excitação, um sabor doce e suave invadiu meus sentidos.
"Diga-me como você se sente"
Ele disse contra meus lábios.
"Sem ar"
Respondi com honestidade. Ele inclinou minha cabeça para o lado e passou a língua sob meu pescoço,
parando perto da minha orelha e mordiscando o lóbulo da mesma.
"Quando terminar com você, sua respiração será o mínimo de seus problemas."
Ele moveu a boca contra minha orelha, sua
respiração quente fazendo cócegas na minha pele.
"Quando terminar contigo, Luana, você não poderá caminhar direto ou se sentar confortavelmente, e tudo
em que poderá pensar é em como meu p@u reivindicou sua buc&ta virgem."
Eu engasguei com a brutalidade de suas palavras, da forma suja que ele falava.
"Mas, acima de tudo,"
Ele sussurrou
"você será irrevogavelmente minha como deve ser".
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 113
Comments
Edmeia Calmerio
está muito boa , tomara que ela si apaixona por ele, porque ele parece está e sempre foi apaixonado por ela...e sejam felizes... só para eu lá deixar seu pai.. sem entender.... homem csem escrúpulos o pai dela ..
2024-10-14
8
Rosinha Maciel
aguardando o apoio de vcs
2024-10-09
8
lua
muito boa esta história
2024-10-01
9