Laboratórios Ink Final

Logo após, Ginfrei ter pulado da masmorra, ele caiu no teto do laboratório, quebrando e voltando para onde ele estava novamente, até que ele procura um local em que o Hunder pudesse ter saído, até que ele encontra um alçapão, trancado com magia.

— Bem... Se está trancado, é só quebrar! — Fala Ginfrei, que apenas dá um soco no alçapão e quebra ele em vários pedaços.

Quebrando o alçapão, ele começa a descer as escadas, e dá de frente com um túnel que parecia interminável.

— Será que eu deveria seguir em frente? Acho que eu deixarei um golem meu por garantia! — Fala Ginfrei, que cria um golem, deixando ele em frente ao alçapão.

Nisso Ginfrei começa a correr muito, até que ele no final, ele acha uma parede de terra, fazendo-o parar.

— Aqui é o fim? Não deve ser, tem algo estranho aqui. — Fala Ginfrei que encosta na parede e tenta sentir vibrações pela parede, até que ele escuta sons de máquinas, e dá um soco no muro de terra, quebrando ela.

— O quê foi isso? — Pergunta Hunder, assustado.

— Já acabei com um dos meus problemas agora... — Fala Ginfrei, que fica assustado, ao ver milhares de cápsulas, com diversas crianças e adultos dentro dela.

— Incrível isso, não é? — Fala Hunder.

— Isso foi a quantidade de pessoas que você sequestrou? — Fala Ginfrei.

— Eu? Eu não tenho força o suficiente, por isso que eu contrato várias pessoas! — Fala Hunder.

— Entendi, Então se eu matar você aqui! Ninguém sentirá a sua falta, não é? — Fala Ginfrei, começando a ficar nervoso.

— Talvez, mas espere um pouco, não seja apressado, pois, com o aperto de um pequeno botão, eu posso matar a todos aqui! — Fala Hunder, segurando um controle.

— E se eu disse que em menos de uma piscada sua, eu conseguiria te matar, o que faria? — Fala Ginfrei.

— Eu diria que seria real, mas calma, não seja apressado! Eu não seria tão imprudente ao ponto de não imaginar algo assim, por isso que, caso você me mate, um dispositivo é ativado, então, não há o que você possa fazer! — Fala Hunder.

— Entendi, então eu só posso lhe prender agora, né? — Fala Ginfrei.

— O quê? Você está falando sério? — Fala Hunder.

— Pelo visto eu imaginei certo! — Fala Ginfrei que pula na direção dele em um piscar de olhos, pega o controle da mão dele e imobiliza-o.

— Eu não esperava isso! Ou era o que você imaginaria, eu sou só uma pequena peça! Você nunca conseguirá chegar perto de acabar com essa organização! A semente já está plantada! Agora é só esperar dar fruto! — Fala Hunder.

— Que bom que você me revelou isso! Agora me diga, como faz para eu retirar os colares? — Pergunta Ginfrei, com uma cara totalmente ameaçadora.

— Acha mesmo que eu falarei? Pode tirar essa ideia da sua cabeça! — Fala Hunder, cuspindo na direção da cara do Ginfrei, mas ele defende-se com uma pedra.

— Vou perguntar mais uma vez! Como faz para desativar! — Pergunta Ginfrei, socando o chão ao ponto de criar rachaduras.

— Não me assusta apenas com essa força, se pensa que me fará falar, está muito enganado! — Fala Hunder.

— É mesmo? Fique aí, vou procurar algo! — Fala Ginfrei, que prende o Hunder em pedras e sai a procura de algo para libertar a todos.

— Se quer uma dica, nem tente, está muito bem escondido! Não há nenhuma forma de conseguir achar! — Fala Hunder.

— É mesmo? É o que veremos! — Fala Ginfrei.

— Só perderá o seu tempo procurando, pois, não há nada assim! — Fala Hunder.

— É mesmo, acho melhor você ficar quieto! Pois, se não houver nada, eu mesmo faço! — Fala Ginfrei.

— Até parece que você tem inteligência a esse ponto! — Fala Hunder.

— Quer calar a boca? Que eu logo eu acharei o que eu quero! — Fala Ginfrei.

— Você desconcentra-se com alguém falando muito no seu ouvido? Bom saber! Mas é perda de tempo, eu já disse isso! Não há nada para você procurar.

— Você primeiro disse que estaria muito escondido, depois falou que não existe, não há nexo em suas palavras, mas será que é mesmo verdade, que se eu destruir, eles irão tomar um choque e morrer? Vamos ver! — Fala Ginfrei, procurando um colar para ele colocar e fazer um teste, até que ele acha.

— Ei! Você não tentará isso, não é? — Pergunta Hunder.

— Sim! Qual o problema, se não der certo, você que irá ganhar com isso, não é? — Fala Ginfrei.

— Sim! Mas você tentar uma loucura assim! — Fala Hunder.

— Sim! Mas qual o problema? Bem vamos lá! — Fala Ginfrei, que coloca o colar, mas antes isola com a pedra, até que ele quebra no meio, e não sofre nenhum dano.

— O quê? Era para você ter morrido! O que aconteceu? — Fala Hunder.

— Eu sou professor, então lhe darei uma aula, pedras são más condutoras de eletricidade, por isolar todo o colar com pedra, não sofri nenhum efeito! — Fala Ginfrei.

— Entendi! Pela minha ignorância eu perdi! — Fala Hunder.

— Exatamente, bem... Eu terei um pequeno trabalho, mas eu irei libertar a todos! — Fala Ginfrei.

Após um tempo, colocando pedra dentro de todos os colares, e libertando a todos, Ginfrei volta até Hunder.

— Não se esqueceu de mim! Que bom! Assim não me sinto sozinho! — Fala Hunder.

— É mesmo? Bem... No pós-vida, você nunca se sentirá sozinho! — Fala Ginfrei, que mata o Hunder jogando uma grande pedra na sua cabeça.

Saindo dos laboratórios, todos esperavam o Ginfrei.

— Por todos, muito obrigado! Você nos salvou! — Fala Fingent.

— Não se preocupe! Bem... Agora bateu um cansaço, se os cinco puderem guiar, e proteger as crianças, eu ficaria totalmente agradecido! — Fala Ginfrei.

— Pode deixar! — Fala Fingent.

Após toda a confusão ser resolvida, Ginfrei chega em casa, quando estava quase amanhecendo, chegando na sua porta, ele abre, e desmaia, sem poder ao menos chegar em sua cama, deixando Tearis assustada, fazendo ela sair correndo para colocar ele na cama.

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