Laboratórios Ink 2#

— Eu lhe darei uma chance, me diga tudo que esse laboratório faz de experimentos, que deixarei você viver! — Fala Ginfrei.

— Você me parece muito confiante que irá vencer! Mas tire de seu pensamento! Pois nunca que conseguirá! — Fala a pessoa.

— Bem, você fez sua escolha não? Mas antes que eu possa te matar, qual seria o seu nome? Para ajudar no reconhecimento do corpo sabe! — Fala Ginfrei.

— Você já está me irritando! Mas meu nome é Çarisis, não ache que mostrei toda a minha força para você! — Fala Çarisis.

— Bem, eu preciso acabar com isso logo! Lança de pedra! — Fala Ginfrei, que logo aparecem várias lanças na direção do Çarisis.

— Você acha que isso será o suficiente? — Fala Çarisis, que coloca suas mãos no chão, e começa a mudar de forma, começando a ter uma forma que lembra um tigre.

— Transformação? Bem… Só preciso disso! — Fala Ginfrei, que logo crava uma pedra no estômago dele.

— O quê… Foi… Isso? — Pergunta Çarisis.

— Antes que você morra, gostaria de perguntar, você é um experimento, não é? — Pergunta Ginfrei.

— Sim… Tem… Pessoas… Muito mais… Fortes… Que eu! — Fala Çarisis.

— Obrigado! Eu farei um túmulo para você aqui mesmo!, não se preocupe! — Fala Ginfrei, que retira a pedra cravada no estômago do Çarisis, além de colocar ele em uma pedra e enterrá-lo.

Após Ginfrei enterrá-lo, ele decide descer, caindo para a entrada, até que ele é cercado por vários pesquisadores.

— Quem é você? — Fala um dos pesquisadores, com uma madeira em sua mão.

— Não importa, só saiam da minha frente! Antes que eu mate todos vocês! — Fala Ginfrei, Fazendo os pesquisadores darem uma pequena recuada, até que ele começa a andar para dentro do laboratório.

— Não deixarei! — Fala um dos pesquisadores, correndo na direção do Ginfrei, que apenas acerta uma pedra no queixo do pesquisador, matando ele no mesmo instante.

— Esse foi apenas um aviso! Na próxima eu matarei a todos! — Fala Ginfrei, que faz todos largarem as madeiras, e tentarem socorrer, mas não havia como, até que ele entra nos laboratórios, percebendo parecer ser um local totalmente voltado para a pesquisa, mas ele começa a olhar todo o local com calma, até que uma pessoa surge atrás dele.

— Me impressiona que tenha passado por um dos modificados! Mas saiba que acaba aqui! — Fala essa pessoa.

— É mesmo? O quê exatamente você fará? — Fala Ginfrei, com um jeito um pouco debochado.

— Você verá! — Fala a pessoa.

— É mesmo? Bem… Antes que possa fazer algo, eu irei matar você! — Fala Ginfrei, criando espadas de pedra, e partindo para cima dele, mas uma criança pula na frente dele, fazendo-o parar.

— Calma, não seja tão apressado! Eu sei que você é forte, mas não adianta nada, se estiver sozinho. — Fala a pessoa, que logo que termina de falar, várias crianças começam a aparecer atrás dessa pessoa, e cada uma das crianças, tinham um olhar que parecia dizer “por favor, não me mate!”.

— Seu covarde! Eu irei matar você com toda a certeza! — Fala Ginfrei.

— Eu entendo sua raiva! Mas você veio para salvar as crianças não é? Aí estão elas, a só um aviso, você deve ter percebido o colar no pescoço delas, né? Então! Não pense em cortá-los, pois enviará um pulso elétrico forte o suficiente para matá-los! — Fala a pessoa.

— Eu não preciso passar pelas crianças! — Fala Ginfrei que passa por cima de todas as crianças para atacá-lo, mas uma pessoa defende.

— Deixa eu apresentar minhas cinco armas, que são um pouco acima da classificação “S”, esses são Yples, Ritrer, Mirare, Nelhia e Fingent! Boa sorte segurando eles também.

— É para nós matarmos ele Hunder? — Fala Mirare, uma mulher com um olhar vazio de cor roxa, cabelos extremamente longos da cor rosa clara, com duas facas em suas mãos, e que também estava com o colar no pescoço.

— Faça o que quiserem! — Fala Hunder.

— Nós não queríamos atacá-lo, mas o chefe nos mandou! E se nós não fizermos o que ele quer, nós morreremos! — Fala Ritrer, um homem magro, com cabelos que tapam toda a sua cara, da cor amarela, olhos roxos e vazios.

— Eu entendo vocês! Mas eu preciso salvá-los! Por isso eu peço, saiam do meu caminho! — Fala Ginfrei.

— Nos salvar? Você não escutou o chefe né? Nós somos mais fortes que a classificação “S”, seria burrice nos atacar! — Fala Fingent, um homem com um olhar raivoso, de cor vermelho, com cabelos cortados, com uma pose de como se fosse o líder do grupo.

— Pois é, isso seria impossível para aventureiros de classe “S”, mas eu sou uma pessoa que já foi o único de classificação “Alfa”! Então, me deixe passar! — Fala Ginfrei.

— Isso deve ser um blefe dele Fin! — Fala Nelhia, uma elfa, com um jeito tímido, e com seu cabelo em seu ombro da cor prateada, segurando um cajado.

— Vamos descobrir se o que ele fala é verdade! — fala Yples, uma mulher com um jeito animado, com o cabelo preso, da cor azul-acinzentado, olhos da cor dourada, que logo tenta atacar o Ginfrei pelas costas, mas ele defende apenas colocando seu braço para trás e usando sua espada para defender.

— Eu não quero brigar com vocês! Vocês querem continuar aqui para sempre? Pois eu conseguirei ajudá-los a sair daqui, então, não me obriguem a lutar contra vocês! — Fala Ginfrei.

— Nós não temos culpa, se não lutarmos, ele irá nos matar! — Fala Nelhia.

— Eu entendo! Então eu terei que fazer o mesmo que fiz com Nix, quando eu terminar meu serviço, eu retiro vocês de lá! Por isso, me perdoe, mas eu terei que usar esse poder! — Fala Ginfrei, que logo se ajeita, e uma tremedeira em todo o prédio começa, quebrando a parte de cima do laboratório, Ginfrei começa a erguer uma grande masmorra, fechando todas as crianças e os cinco na masmorra.

— O quê... É isso? — Fala Yples.

— Me perdoe, mas vou indo! — Fala Ginfrei, criando um espaço, e pulando da masmorra.

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