capítulo 2

Após alguns minutos na ligação o homem vira em direção a Nami e ao garoto. — O seu pai virá... — Diz com um olhar cansado.

— Mãe, não deixe o pai me levar... — Olha levemente para Nami. Por sorte ela entende a linguagem coreana.

— Sumin, eu não vou poder ir com você, tá bom? Porém, vou… — É interrompida pelo menino.

— Eu não quero! Eu quero ficar com você — Choroso. Os seguranças olham para a situação e ficam sem saber o que fazer.

— Ok, ok… Agora sente-se na cadeira, para tomar o seu sorvete — Fala calmamente e o menino obedece. Os seguranças presentes arregalam os olhos em surpresa. Sumin não escuta ninguém e ainda faz birra.

— O que a srta. fez para ele obedecer, tão facilmente? — O segurança pergunta.

— O quê? Nada... — Responde. — Acho que ele só se sente seguro ao meu lado. — Sorri.

— Seguro? — Um homem fala ao entrar na sorveteria. Ele exala elegância e poder. Os seus olhos frios e distante, fazem todos baixarem o seu olhar. Sumin corre de imediato para o colo de Nami, que fica sem entender. — Sumin pare com isso. — Diz num tom dominador.

— Senhor, desse jeito você irá assustar-lo… — Nami permanece calma e os olhos do homem vão diretamente para ela.

— Quem é você e o que faz com o meu filho? Como ousa a interferir nas minhas palavras? — Fala num tom frio, deixando os seguranças nervosos.

— O meu nome é Nami Takiomoto. Eu sou apenas eu, e apenas falei a verdade, em relação ao garoto. Se você é pai dele, posso te dizer que está sendo um pai ruim — Fala em japonês, deixando todos, confusos, exceto o pai do garoto. Ele entende muito bem a linguagem dela.

— Sua... Como ousa! — Fala num tom ameaçador. Sumin abraça ainda mais forte Nami.

— Mãe... — O seu pai ao ouvir isso, arregala os olhos.

— Ela não é a sua mãe! — O puxa para o seu colo, e o menino chora. — Filho eu não entendo, você me odeia tanto assim? — pergunta para o seu filho, e ele para de chorar imediatamente, o olhando fixamente.

— Sumin, gosta do papai — Fala num tom choroso.

— Então vamos para casa, meu filho — Fala, dando um beijo na testa do garoto.

— Mas a mamãe, tem que ir comigo! — Fala e Nami fica ainda mais chocada.

“ Pelos céus! O que diabos é isso?”* Nami, Pensa consigo mesma

— Como quiser, mas só até em casa, né srta.? — Olha para Nami com desprezo.

— Desculpe, mas eu não posso. Tchau! — Se levantar para ir para casa — Garotinho, até mais. Seja obediente com o seu pai — Sorri e o menino começa a chorar novamente.

Badum! Badum! O coração do pai de Sumin, faz um barulho diferente.

— tragam-na— Ordena aos seguranças, ele não quer que Sumin chore sem motivos. Todos na sorveteria não diz nada, pois elas sentem medo, principalmente desse homem, que usa um terno elegante e um relógio de ouro.

— Vocês não podem me levar! Me soltem! —Grita, e o seguranças seguem o seu chefe com Nami nas costas.

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Nami ficou em silêncio, pois percebeu que não ia adiantar nada. Sumin ficou deitado no seu colo e até acabou dormindo, parece que o menino realmente gostou dela. Isso é um problema para Baek Kim Jaewon, o pai dele. Todos o chamam de Baek

Conhecido como um homem impiedoso, que perdeu a sua esposa, há três anos, quando ela deu à luz a Sumin. O menino só a viu por fotos, mas por algum motivo achou a Nami parecida com ela e por isso acabou a chamando de mãe.

Agora são 4 da tarde, quando os carros param numa grande mansão. Nami arregala os olhos, ela nunca viu uma casa tão luxuosa na vida.

Os seguranças não puxam Nami, pois ela está com o garoto no colo. Ela desce calmamente, enquanto Baek a observa. Ele não confia nela, mas ainda assim fica em silêncio.

Eles entram na grande casa e de cara encontram a governanta da casa, ela também cuida de Sumin. Ela se aproxima e se reverência diante ao senhor da casa e em seguida se aproxima de Sumin.

— Por Deus! Ele está bem — Diz tentando segurar o menino, mas parece que Sumin abre os olhos sonolentos e agarra ainda mais a Nami, que se afasta imediatamente.

Baek apenas observa, mas não diz nada. — Sra. Kang, arrume um quarto para essa moça ficar e yang leve o Sumin para o quarto — Diz calmamente.

— Mas quelo ficar com a mamãe — Diz sonolento.

— Não se preocupe, logo você vai ficar — Olha com desdém para Nami. Sumin é colocado no chão e levado por yang um dos empregados da casa.

— Olha sr. Seja lá quem for, eu não vou ficar Aqui! — Se vira e anda até a porta, mas logo é pega por um dos seguranças.

— Sra. Kang, não se esqueça de arrumar o quarto. — Sai andando até o escritório e Nami é levada pelo segurança.

— De novo não! Me solta! — Grita, enquanto bate nas costas do segurança.

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Comments

Elisabete Correia

Elisabete Correia

kkkkk essa é das minhas não leva desaforo pra casa kkkkkkk

2025-01-26

0

Adileide Bai

Adileide Bai

ótimo

2024-08-28

1

Alisa TorYos

Alisa TorYos

hmmmm...
Não querendo ser chata, mas....
Se ela é japonesa e está na Coreia, em tese aqui não deveria dizer que ela entende coreano?
Ou o garoto fala japonês inconscientemente e ela até agora só falou japonês?......okkkkkkk

2024-07-23

4

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