— Naquele momento meus pensamentos estavam totalmente desconexos. Ali perto recolhiam o corpo do jovem enquanto que minha família assistia a tudo. Fiquei ali sentado pequenas folhinhas caiam sobre minha cabeça, naquele dia o parque estava especialmente nostálgico muita gente desconhecida junto a meus entes mais queridos. Meu tio Vitor, meu primo John que me odiava mas ainda assim era meu querido primo, meu melhor e inseparável amigo Austin, e tia Lauren aquela que tinha lugar especial em meu coração já que fez o papel de mãe após a perda de meus pais. Me peguei refletindo sobre aquele momento da vida.
Acabei de me formar, e fui reconhecido como o talentoso músico mais jovem do mundo. Mais jovem da grande escola de talentos musicais a famosa "Gaspen" como poderia ter acontecido tantas coisas em tão pouco tempo que me impediram de me apresentar, meus professores estavam todos orgulhos e ansiosos por esse dia. E agora estava aqui em meio a esse caos sem entender nada. Sendo ignorado pelas pessoas que mais amo. Me sentindo sozinho. Meus tios se encaminharam em direção ao carro juntamente com eles meu primo John, levantei e os segui agora que eles haviam saído do meu meio da multidão deveriam me explicar tudo. Pude vê do outro lado da rua junto a polícia meu amigo Austin e uma jovem garota que chorava incosoloda. Aproximando-me de meus tios perguntei mais uma vez o que estava acontecendo ali. — Quem era aquele jovem tão parecido comigo? Acaso tive um irmão e nunca soube? Comecei achar que estava tendo um pesadelo e que nada daquilo era real. Fui ignorado mais uma vez pelos mesmos. Já estava a ponto de gritar como uma criança mimada quando eles entraram no carro e foram embora sem sequer se despedir de mim. Lembrei que Austin ainda estava ali e voltei até ele. Ali o encontrei junto a moça que chorava e falava que era culpa dela, tinha que ser ela. Porque teria acontecido tal coisa com alguém tão jovem que nem mesmo a conhecia. Que não merecia viver. Como era o nome dele perguntou a jovem.
SOFIA
— Minha vida estava de ponta cabeça, o desgraçado do meu tio mais uma vez me encontrou, me roubou, me bateu e tentou abusar de mim novamente. Aquele dia levantei cedo e na tentativa de fugir vesti minha farda do colégio e fingi que ia estudar. Precisava falar com o reitor ia falar para ele que ia fugir novamente, quando já estava quase chegando a faculdade o desgraçado me alcançou, estava totalmente embriagado, não acredita que estava vivendo aquele pesadelo novamente. Pensei em tirar minha vida, não suportava mais fugir. Ele me bateu na noite anterior, rasgou minha roupa, me jogou sobre o chão e quase abusou de mim, era tão triste relembrar aquela cena não haviam mais forças em mim para resistir a isso, quando ele me alcançou no parque o meu desejo foi que ele realmente me matasse e acabasse essa tortura que eu não suportava mais viver, porém ainda assim meus instintos me mandaram lutar por minha vida. Nessa tentativa frustrada aquele desgraçado acabou matando um jovem e agora eu tinha mais um pesadelo a viver, o de ser responsável pela morta de alguém. De certa forma minha vida também acabou. Eu também morri junto aquele jovem.
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Atualizado até capítulo 52
Comments
Cecília Gazzaneo
Que triste 😢
2024-08-05
1
🅴🅻🅰🅸🅽🅴 ·♐💜👅·
Coitada dela. Que tio desgraçado.
2024-04-23
3