A tensão acompanhada do medo vinda de Max o assombra enquanto encara o principal pivô dos seus negócios, pois, a insatisfação explicita no seu rosto nada agradável o aflige pelo fato de não só correr determinados riscos como também ter a própria sorte testada.
’’ Por mais que não goste devo admitir que estou nas mãos desse monstro... O meu erro é ter-me deixado levar pelas chantagens desse velho morto vivo sem escrúpulos, quer queira, quer não preciso dar um jeito nisso o mais rápido possível caso contrario tudo o que lutei para construir será reduzido a nada!’`
Max furioso com tudo o que acontecera pensa.
— Vamos! Onde se encontra aquela grande braveza que sentia? Vai dizer-me que o cachorro raivoso que demonstrou acabou a abaixar o rabo com medo?
Retruca Heitor tentando tirar o homem do sério.
Max apenas o encara furioso dizendo—o;
— O senhor sabe muito bem qual é o meu ponto fraco, e, sem remorso algum usa isso para o seu próprio favor e contra a minha pessoa, a ferida que o senhor toca dói e perco-me bastante, portanto como pensa que devo reagir diante disso?
Reagindo de maneira absurda Max acerta um soco forte na mesa do escritório particular do Heitor que não satisfeito com tal atitude parte para cima do homem segurando–o pela gola da camisa o encarando a dizer:
— Posso até estar velho, mas, tenho força suficiente para te dizer que não vou aguentar desaforo algum do teu tipo! Fico me perguntando como as pessoas reagiriam se descobrissem os seus podres, ou, como a sua família reagiria se soubesse quem está a sustentar—os há um bom tempo. Escute aqui, sua coisa má, só é o que é por minha causa e deve-me respeito por isso!
Max encontra—se de maneira bem encurralada nas mãos do Heitor tentando acalmar o mesmo furioso segura no pulso do senhor afastando–o em seguida.
— Entendo que estou nas suas mãos, peço desculpas por tudo o que falei então esse assunto morre a partir daqui.
Apesar de não gostar que esta dizendo o mesmo prefere acalmar o homem ao invés de o contradizer.
— A tua sorte é que me pegaste de bom humor, só há uma única coisa que devo lembrar ao senhor, de que aceitou os meus termos e condições sendo assim não há motivos para queixa, eu decido o que é melhor, pois as minhas condições obrigaram-me, entendeu?
Heitor raciocina com o homem dizendo–o;
— Entendo perfeitamente, mas, como pai da minha filha e futura nora do senhor tenho direito de reclamar já que não fui avisado antes!
Exclama o homem ainda um pouco furioso.
— Como havia dito, tive os meus motivos… Não esqueça que ontem se tivessem vindo com certeza estaria informado do jantar de noivado... Portanto, sinta–se privilegiado de ter a filha escolhida para se casar com o meu filho, caso contrario ou algo acontecer vai morar na rua da amargura.
Zangado assim como frustrado Max deixa a sala furioso a passos largos agarrando o braço da filha que conversava com o seu noivo na sala.
— O que esta acontecendo?_Pergunta a garota desentendida.
— Apenas fique calada e vamos, vamos mulher! Precisamos ir._ Diz o pai enquanto range os dentes por conta da fúria.
A esposa ,imediatamente o segue bastante preocupada com a cena.
Yelena tenta segui—los, mas, sem sucesso, poiss Hector a impede a agarrar pela mão.
— É melhor não nos intrometer nos assuntos desta família, sem contar que ele saiu do escritório do pai, por favor, não devemos ir contra a decisão mútua._ Aconselha o rapaz de maneira fria.
— Você realmente é uma coisa._ Diz a mãe soltando—se das garras do filho decepsionada com tamanha atitude.
— Bom, vou tomar um banho para dormir, amanhã converso com o papai a respeito do casamento, assim como os tramites do meu período de capacitação da empresa.
O rapaz da meia volta subindo as escadas ignorando a sua mãe que resmunga num tom de voz sério;
— Negócios, negócio e negócios… Apenas isso lhe interessa não é? Espero que um dia isso acabe e perceba que a vida é muito melhor quando envolve amor verdadeiro, e, em breve isso acontecerá com você.
Sem remorsos o rapaz segue até que não consegue mais enxergar o mesmo deixando a mulher falando sozinha.
Exausto Hector tira o paletó fazendo o mesmo com a gravata, camisa e a calça seguindo para o banheiro completamente satisfeito por algo finalmente ir conforme o planejado.
Já sem roupa entrando na enorme banheira passa a encarar o anel de noivado na mão esquerda pesando consigo mesmo;
" Ela até que estar certa, mas, desde que me entendo por gente sempre quis cuidar dos negócios da família de modo a pelo menos receber um elogio do meu pai, mas, não é apenas isso só quero provar-lhe que posso não ser um homem inútil que ele vivia a fazer questão de dizer para mim tamanha crueldade."
Hector acaba por deixar o corpo completamente submerso na banheira bastante, tranquilo com o ocorrido.
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— Por mais raiva que esteja não era necessário agir da maneira que agiu com a nossa filha, apenas passou vergonha para ela e a minha pessoa com tamanha crueldade, querido.
Diz a esposa completamente envergonhada.
— Entendo que se preocupa com a reputação da nossa família, o problema é que aquele velho la fez questão de tirar-me do sério com um comentário nada agradável.
Responde o pai tentando acalmar a esposa.
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Enquanto os pais conversam, Melanie encontra–se no quarto encarando a aliança preocupada. De repente toma um susto quando Caleu entra no quarto pela janela novamente.
— Então, como foi o jantar?_Pergunta o motorista.
Sem dizer sequer uma palavra Melanie apenas mostra a aliança para o mesmo.
— Aquele velho deplorável realmente não estava para brincadeira quando disse que seria hoje o noivado, agora a pergunta que não quer calar, quando vai ser o casamento?_ Pergunta ele.
— Ainda não sei quando, mas acredito que será em breve._ Responde à garota.
[Continua...]
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Atualizado até capítulo 101
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