"Que besteira, cara! Mawar e eu somos só amigos", rosnou Gusti.
"Sério mesmo? Antes de sair da aldeia, vocês estavam se abraçando", respondeu Aman, incrédulo.
"Tanto faz!" respondeu Gusti.
Pouco depois, o ônibus parou. Gusti e Aman só precisaram caminhar um pouco para chegar à pensão.
Gusti tinha acabado de chegar à porta do seu quarto na pensão quando Ana se aproximou.
"Oi!" chamou Ana.
As pupilas de Gusti se dilataram. Ele se esquivou de Ana por reflexo.
"Desculpe assustá-lo. Eu só queria me desculpar pelo que aconteceu ontem à noite. Espero que você possa entender", disse Ana.
"Ah, isso... Não foi nada. Espero que não aconteça de novo." Gusti respondeu com um leve sorriso.
"Prometo que não vai acontecer de novo. Meu nome é Ana. Você deve ser um aluno novo, certo?" disse Ana, estendendo a mão.
"Sim. Meu nome é Gusti." Gusti apertou a mão de Ana. A mulher segurou sua mão com bastante firmeza, com um olhar fixo que o deixou um pouco assustado.
"E-eu quero descansar", acrescentou Gusti, pois Ana não soltava sua mão.
"Ah, desculpe! Seu rosto me distraiu", disse Ana. Ela rapidamente soltou a mão de Gusti, deixando-o entrar no quarto.
Uma vez no quarto, Gusti trancou a porta imediatamente. Ele achou Ana um pouco suspeita.
Antes de descansar, Gusti tomou um banho. Em seguida, deitou-se na cama. Ele adormeceu rapidamente por causa do cansaço.
...*** ...
Bum!
Bum!
Ah!
Ah!
Um som alto acordou Gusti do sono. Ele abriu os olhos e se sentou, tentando encontrar a fonte do som que perturbava seu descanso.
Depois de ouvir com atenção, ele percebeu que o som de colisões e gemidos femininos vinha do quarto ao lado.
"O que é isso?" murmurou Gusti. Ele começou a ficar desconfiado e curioso. Lentamente, ele encostou o ouvido na parede. Os gemidos da mulher ficaram mais claros. Gusti até ouviu vagamente gemidos masculinos.
O rosto de Gusti ficou vermelho. Ele sentiu que os gemidos que estava ouvindo eram de pessoas fazendo sexo.
Toc!
Toc!
Toc!
Uma batida na porta fez Gusti se assustar e se levantar. Ele correu para abrir a porta.
Era Aman quem havia chegado. O homem entrou no quarto assim que Gusti abriu a porta.
"O que foi?" perguntou Gusti.
Aman não respondeu. Em vez disso, ele colocou o dedo indicador na frente dos lábios. "Nossa! Eu imaginei que o som seria mais alto aqui", ele sussurrou. Ele estava obviamente se referindo ao ocupante do quarto ao lado de Gusti.
"Você acha que eles..." Gusti não terminou a frase. Ele tinha certeza de que Aman entenderia.
"Não é óbvio que eles estão transando, Gus!", disse Aman com convicção.
"Este é o quarto da Ana, certo?" Gusti confirmou.
"Cem por cento! Você não viu a dona da pensão abrindo este quarto ontem à noite para mudá-la?", respondeu Aman. Ele se sentou na beira da cama com um baque surdo.
"Eu vi a Ana conversando com um cara antes. Acho que é o cara que está brincando com ela agora", continuou Aman.
Nesse momento, Gusti e Aman foram pegos de surpresa juntos. O som de colisões e gemidos no quarto ao lado tornou-se mais intenso.
"Cara! Mas a Ana acabou de se desculpar comigo. Acho que preciso procurar outra pensão, cara!", exclamou Gusti. "Você também, não é?" ele perguntou.
"Parece que não pensamos da mesma forma, Gus." Aman se levantou e colocou a mão no ombro de Gusti. Lentamente, ele aproximou a boca do ouvido de Gusti. "Você não está interessado? Ouvi dizer que a Ana é uma garota de programa", ele sussurrou.
Os olhos de Gusti se arregalaram. Realmente havia algo suspeito em Ana.
"No começo, pensei que fosse apenas um boato. Mas depois de ouvir os gemidos do quarto dela, tenho certeza de que é verdade!", revelou Aman.
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Atualizado até capítulo 88
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