Daniel
Voltei pro trabalho com a minha mente ainda uma confusão, só uma coisa estava clara pra mim, Jordan não prestava e precisava desmascarar ele na frente de todos e me vingar por ele ter me feito de idiota.
No carro Leandro não me perguntou nada, apesar dele já saber pela minha cara que não tinha boas notícias, quando cheguei na empresa chamei o Patrick e contei aos dois o que eu ouvi da boca do próprio Jordan.
Leandro estava chocado, parecia como eu no início, sem acreditar. Já Patrick estava tendo a maior crise de riso que eu já vi na vda.
- Posso saber o motivo da graça babaca?
- Você aí, todo machão, se achando o tal , rasgando elogios pro cara, e no final ele te fez de trouxa. Desculpa mas é muito engraçado. - Patrick
- Que bom que você está se divertindo Patrick, pelo menos pra isso tá servindo todo o meu sofrimento, fico feliz.
- Olha só Daniel, deixando um pouco o Jordan de lado, agora você precisa pedir desculpas pro Juno. Libera o garoto desse casamento, deixa o menino em paz. -Leandro
- Sabe que eu não posso fazer isso, um divórcio assim tão derepente logo após o casamento vai pegar muito mal pra mim, tudo que eu não quero agora é falatório com o meu nome.
- Deveria pelo menos passar a tratar ele bem agora, se desculpar pelo fez e se comportar como um marido de verdade. - Leandro
- E se ele for igual ao irmão? E se também estiver me enganando, desculpa mas agora eu não consigo confiar em ninguém, muito menos nos Ômegas daquela família.
- Sério isso Daniel? Cara você é inacreditável!
Ficamos ali descutindo por um tempo, depois pedi a ajuda deles pra destruir Jordan e fazer ele pagar pelo que fez, depois do plano já traçado era só esperar o momento certo pra por tudo em prática.
No final do expediente voltei pra casa depois de beber um pouco no bar, nada que me deixasse bêbado. Assim que cheguei perguntei a Alice do Juno e ela me disse que ele ainda estava trancado no quarto, pedi a ela a chave fui até lá.
Quando cheguei o cheiro do ômega estava impregnado por toda a parte, era um cheiro suave de baunilha, muito gostoso,não era forte e enjoativo. Encontrei o ômega deitado no chão, estava nu, muito suado e molhado, seus cabelos estavam uma bagunça, e ele parecia muito cansado.
Não sei porque fiz aquilo, simplesmente fiz, era como se tivesse no piloto automático.
Pegue um lençol, cobri o ômega e estava levado ele pro meu quarto.
Quando passei pela cozinha, Amélia me olhou desesperada, como se eu estivesse levando o garoto pra cadeira elétrica.
- Senhor por favor, não machuque mais o menino, ele está fraco e frágil, tenha piedade.
Me senti mal, até parece que eu sou um monstro capaz de matar e torturar alguém, mas não estava a fim de dar explicações a ninguém, muito menos aos empregados.
Só passei por ela e continuei meu caminho, levei o ômega pro meu quarto, deitei ele na cama e fui ligar a banheira, depois fui lavar o ômega.
Notei que ele não era feio, e nem tão magro como eu imaginava, ele era pequeno mas tinha curvas muito bonitas, suas coxas eram grossas, sua cintura macia, sua pele era extremamente branca, parecia porcelana, ele quase não tinha pelo pelo corpo, tinha o rosto redondo, bochechas salientes e cabelos sedosos.Tinha o membro pequeno, e um bumbum bem redondinho. Não era de todo mal.
Depois de dar banho nele eu o sequei, e o cobri com um lençol limpo, depois baixei a temperatura do ar porque ele parecia ainda muito quente, soltei um pouco de feromônio pra ele não sentir a minha falta e depois fui tomar meu banho.
Quando eu voltei pro quarto, Juno estava inquieto, revirando e gemendo na cama, me sentei do lado dele achando que ele ainda estava inconsciente, mas quanto toquei sua testa ele abriu os olhos.
- Senhor, por favor me ajude....
Deus, sua voz era puro desejo e seu olhar pura luxúria, não sou nenhum pervertido, mas também não sou nenhum santo, então decidi tentar acalma-lo um pouco, se eu tiver sorte ele dorme outra vez.
Comecei a tocar o rosto dele, minhas mãos deslizaram pelas orelhas descendo pelo pescoço, ele suspirava e se contorcia, fiz o mesmo caminho com os lábios e então ele começou a gemer, juro que aquele som era a coisa mais sexy que já ouvi na vida. Enquanto ele gemia e arfava, desci meus lábios nos seus mamilos, era rosados e o bico estava rígido pedindo pelos meus lábios, senti eles ficarem inchados de tanto eu sugar, morder e puxar. Juno soltava sua lubrificação natural como se fosse uma mina d'água, fazendo o quarto todo cheirar a sexo. Senti ele gozar quando suguei um mamilo e mordi com os dentes enquanto o outro eu puxava com os dedos.
Ver ele gozar foi demais pra mim, eu rezava aos céus pra que ele dormisse, ficasse inconsciente ou qualquer outra coisa, mas não foi isso, depois que seu corpo se acalmou do orgasmo recente, ele simplesmente decidiu me enlouquecer, chamando meu nome e falando coisas pervertidas no meu ouvido, me pedindo mais. Todo auto controle que eu estava tentando ter se desfez como fumaça, peguei juno nos braços e trouxe pro meu colo, a sensação de ter aquele corpo miúdo e delicado assim entregue a mim, a mercê de todos os meus desejos e vontades estava sendo uma experiência única.
Saber que aquele foi seu primeiro orgasmo, e que essas sensações que ele sentia eram as primeiras, me deixava com ainda mais vontade de provoca-lo. Queria que ele sentisse todo prazer possível, e queria que fosse comigo. Não existia uma parte daquele corpo que minhas mãos já não estivessem tocado, agora com meus dedos dentro dele faziam ele se contorcer gritando meu nome e mordendo meus ombros com força, fiz ele gozar em meus dedos, e quando os levei a minha boca percebi que estava perdido, aquele gosto, o gosto dele era tão gostoso e doce que poderia me deixar viciado.
Deitei ele novamente na cama,e enquanto ele me olhava implorando,eu o penetrei devagar, apesar de bem lubrificado ainda encontrei a resistência da sua virgindade, vi ele gemer de dor, e seus olhos ficaram cheios de lágrimas que desciam pela sua Buchecha rosada. Aquela era uma visão tão sexy, sei que vou me lembrar dele assim pra sempre. Quando já estava dentro dele e comecei a me mecher a coisa saiu totalmente do controle, ele era quente e apertado como inferno, meu tesão era tanto mais tanto que perdi novamente o controle, ele gemendo assim, me dizendo aquelas palavras sujas enquanto me pedia mais.
Marquei cada pedacinho daquele corpo, não existia mais um único pedaço de pele branca, apenas as marcas dos meus dentes , dos meus dedos, os roxos dos meus chupões. A marca da minha mão em seu pescoço, meter nele segurando seu pescoço era algo que eu jamais imaginei fazer mas que me deu um prazer inigualável. O corpo de Juno parecia querer se submeter a mim, seu corpo pedia por isso, nossos instintos apenas assumiram o controle naquele momento.
O traseiro dele estava vermelho pelos tapas que eu dava, sua cintura tinha a marca das minhas mãos, já perdi a conta de quantas vezes gozamos, mas o corpo dele parece não querer parar, Juno era Insaciável apesar de estar visivelmente cansado ele se recusava a dormir, mas no último orgasmo que tivemos ,não pude me controlar e acabamos em um nó. Junto chorava e reclamava da dor, eu pra acalma-lo beijava suas costas, falava baixo no seu ouvido e acariciava seus cabelos, não existia muito o que eu pudesse fazer apenas esperar, Juno acabou adormecendo de cansaço apesar da dor, eu esperei o nó se desfazer enquanto tomava consciência do que tinhamos feito.
Como serão as coisas daqui pra frente? Que atitudes devo tomar a partir de agora?
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Atualizado até capítulo 33
Comments
Rayara Army e stay
ele que dar valor agora pq soube da vdd
2025-01-28
0
Suellen Souza
seja homem seu canalha e não trate ele mal
2025-01-30
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clauberlandia cialdine
mano..mesmo que ele tivesse no ciu ...ele n podia ter trasado com ele!! é visivel que ele apesar de esta acordado ele n estava consciente dos seus atos.
2025-01-05
1