O padre liga para polícia pra saber se estão procurando uma criança. E conta o que ouve.
Carlos foi comunicado, e os agentes foram procurar no local.
Sane foi pegar um ônibus, mas disfarçou-se de menino colocou uma blusão na cintura, prendeu os cabelos e pôs um boné.
Avistou uma idosa, e se aproximou a sorrir e pergunta se ela está só. A idosa diz que sim. E ela diz que lhe fará companhia.
A ajuda a subir no ônibus, sempre lhe chamando de vó.
Ao ver um homem jovem, sentado no lugar reservado para os idosos, toca no ombro dele e com sorriso lindo diz; senhor por gentileza pode dar o lugar para minha vovó que ela é idosa e não pode ficar muito tempo em pé?
O homem franze testa, mas ao ver aquele sorriso lindo, levanta-se e dá o lugar.
Sane diz; agradecido o senhor é muito gentil!
A idosa por ser muito magra, Sane pode sentar ao seu lado.
A polícia para o ônibus. Sane fica assustada, mas se abraça a idosa, fingindo sono.
O policial pergunta ao cobrador se entrou uma garotinha de aproximadamente seis a sete anos.
Não, entrou três adolescentes e quatro garotos e uma garotinha de braço. Diz o cobrador.
Mesmo assim o policial vai olhar todas as cadeiras, e vê um "garotinho de boné dormindo abraçado a sua avó", E vai embora.
A idosa diz que já vai descer, e Sane diz que também vai, e ajuda a descer do ônibus e ela despede-se.
Mas ao ver o carro da polícia ela segura na mão da idosa e diz;
Vovó vou lhe ajudar a subir esses degraus e deixá-la em segurança, depois vou para casa.
Os policiais passam olhando, mas não percebe nada de anormal. Mas resolvem segui-las. Ao chegar a casa Sane abre o portão e diz em voz alta; chegamos vovó. E a vovó disse; fiz um bolo delicioso de chocolate quer experimentar meu netinho?
demorô diz ela sorrindo, e entra .
os policiais vão embora e Sane respira aliviada, ufa! essa foi por pouco.
Após comer o delicioso bolo, e nem precisa lavar os pratos, pois ela usou descartáveis. Pediu pra ir ao sanitário. Colocou um blusão com capuz, abraçou, beijou a idosa dizendo que voltaria.
foi a uma loja , comprou uma bolsa e um boné com emblema do time.
Que o Guto gostava.
Percebeu que os policiais entravam em todas as ruas. Mas não tinha como voltar Então passou pelo policial que chamou a sua atenção. Ei garoto! o que está fazendo na rua, sozinho?
Sane avista uma padaria e diz;
vou à padaria comprar pão para levar para vovó.
mas essa mochila? Pergunta desconfiado o policial.
Sane pensa rápido e diz; bem tio, eh!… O senhor não vai me prender vai? Não, diz ele.
Sane continua a encenação. Estava na casa da minha outra avó, mas fui jogar bola com o meu primo e quebrei a vidraça da vizinha.
a vovó ficou brava, e disse quem tinha que pagar era o papai.
Então eu vim para casa da minha outra avó que vai proteger-me da bronca do papai.
e piscando o olho para o policial;
E vou levar logo o pão que ela gosta pra agradar entende?
O policial diz rindo ; garoto esperto!
Sane compra os pães.
o policial pergunta onde ela mora e ela aponta a rua e continua a andar, ele a deixa ir, mas fica observando.
Por sorte, ela ver ao longe uma senhora varrendo a calçada.
Se aproxima e ao chegar perto fala bem alto! vovó!
e abraça dizendo;
Tenho tanta coisa para lhe contar vovó.
Helena olha para a criança e curiosa pergunta é mesmo? Estou curiosa para saber.
Sane — então vovó, vou te ajudar a apanhar esse lixo, e lhe conto tudinho.
o policial vendo a interação das duas, resolve ir embora.
Helena muito esperta diz;
pronto fique tranquila, o policial já foi. Mas vamos entrar que fiquei interessada na sua história mocinha!
Sane ,- porque a senhora acha que eu sou menina, não tá vendo que eu estou toda vestida de menino.
Helena — porque sei e pronto. E você vai almoçar comigo certo? tá cheio de policial por aí.
Sane - tá bom vovó. Mas eu não quero atrapalhar viu.
Posso lavar as minhas roupinhas que estão sujas? E terei que usar o seu sabão.
Helena - Claro, mas lave na máquina eu coloco para você.
Sane agradece, e pergunta se ela mora só.
Helena — tenho um filho, mas às vezes ele não vem almoçar e não me deu um neto ainda e nem uma nora rsrs
Sane — se eu pudesse moraria com a senhora, mas acho que seria impossível.
Seria ótimo assim não me sentiria tão só, diz Helena.
Enquanto almoçamos, você me conta toda a sua história ok?
Sane - se eu contar a senhora vai chamar os policiais e eles vão levar-me de volta para o meu papai, e lá tem uma bruxa má, não quero voltar!
Helena — não vou chamar os policiais eu prometo. você me conta e nós vamos tentar resolver esse problema juntas tá bom?
Sane - não sei porque mas confio na senhora.
Hum... que delícia vovó esse bife acebolado é da hora!
Helena — que bom que gostou o Carlos ama.
Sane - Carlos? o meu papai chama-se Carlos Augusto.
Helena — já o meu chama-se Luiz Carlos. Mas deixa de enrolação e conte-me tudo mocinha! ok ,ok vovó diz Sane; e começa a contar.
Helena chora ao ouvir a sua história, e sente muito que uma criança tão pequena já tenha sofrido tanto. E mesmo assim é alegre e carinhosa.
Sane ajuda Helena a arrumar a cozinha, depois vão estender suas roupas no varal e ficam conversando, e acabam adormecendo na cadeira de balanço
Helena foi preparar sopa para a janta e Sane foi tomar banho,
Carlos chega beija a mãe, e vai direto para o quarto pegar uma toalha. Ao se aproximar do banheiro esbarra em Sane que ia saindo.
Com o susto Carlos grita; o quê é isso! Tá louca! Quem é você?
Sane assustada grita e corre para o quintal escondendo-se atrás do tanque de roupas.
Helena fala severa com Carlos; O que é isso filho é apenas uma criança! você deixou ela assustada.
Carlos — Ah! mãe como eu ia adivinhar ela assustou-me pô.
Carlos a contra gosto, chama Sane;
Aí garota, desculpa se assustei você, mas Assustou-me também. Sai daí vem cá vem.
Sane levanta-se lentamente e entra sem olhar para ele. Que fica rindo dela.
e ela zangada por ele rir aperta os olhos e fala brava, qual foi a graça nunca viu ninguém assustado ?
Carlos cai na gargalhada e pergunta a mãe onde ela arrumou essa oncinha.
Helena — deixa de conversa e vai tomar banho para jantar.
Na janta, sane come calada e quando levanta a vista, percebe que ele olha pra ela, e ela pergunta o que foi? Ele diz que não é nada, mas fica rindo.
Sane irritada diz que ele é um chato, mas ele diz que ela é fofa.
ela olha pra ele de soslaio, e diz; obrigada vovó tava tudo uma delícia com licença vou panhar as minhas roupas.
Helena e Carlos acharam graça do jeito dela.
Helena conta-lhe toda a situação da Sane.
Carlos fica com muita pena, mas diz quê é arriscado ficar com uma criança assim.
Sane escuta, olha bem nos seus olhos, e diz; você tem razão tio, não se preocupem que eu sei me virar sozinha. só vou esperar a minha roupa secar, que vou embora.
Carlos- calma, você é muito pequena não pode andar por aí sozinha, olha eu posso falar com o seu pai sem dizer onde está eu digo-lhe que quer ficar conosco tá bom?
Sane - isso não vai funcionar, você não conhece o papai , nem ele nem meu príncipe vai querer deixar.
Carlos - Eita, você já tem um príncipe ? eu nessa idade não tenho nenhuma princesa ainda.
Sane sorrindo fala; não tem porque não quer, você é muito gato.
E olhando assim, você parece muito com meu pai, só que um pouco mais novo.
Helena - vamos dormir e amanhã conversamos melhor.
Sane — espera vó, deixa olha para o céu. Olha veem as duas estrelas juntas? O papai Carlos disse que são a mamãe e o papai que viraram estrelinhas.
Carlos abaixa-se e diz ; É? Então acho que aquela outra ali, deve ser o meu pai.
Sane passa as mãos no seu rosto e beija. Ele emocionado a coloca nos braços levanta-se e entram. Helena entra emocionada.
Carlos fecha a porta, e coloca as chaves na parte mais alta da estante .e se prepara pra dormir.
Helena coloca Sane no quarto de hóspede, da um beijo no seu rosto e vai se deitar.
Sane muito triste, fica respirando fundo. Pensando que se pudesse ficaria com eles.
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Atualizado até capítulo 57
Comments
Lene Candydo
tá linda essa história, emocionante demais
2024-11-26
1
Maria Maura
legal dois Carlos
2024-06-19
1