Marta — Já chegou princesa?
Sane — já tia, mas só vim deixar a minha bolsa, e vou ver o Max.
Marta — espere mocinha, já que está aqui, venha lavar essa louça.
Sane — mas o balcão é alto tia.
Marta — é só subir na cadeira.
Sane — Tá bom...
Carlos chega de surpresa e fica observando a cena.
Sane — tia tô com medo...
Marta — medo o quê, você é preguiçosa isso sim!
Sane começa a chorar, e Marta grita com ela; para de mimimi sua chata!
O prato escorrega das mãos de Sane que ao tentar segurar, se desequilibra, mas antes que ela caísse, Carlos corre e a segura nos seus braços.
papai chegou! Cheguei sim, meu amor. Vem levar as mãos, você não é gata-borralheira e não deve fazer nada minha fadinha.
Ouviu Marta!
Marta — nem vi você chegar Carlos,
A Sane se ofereceu pra ajudar.
Carlos — tá me achando com cara de idiota? Há tempo que estou aqui.
Como pode ser tão má?
Essa foi a gota d'água! Para mim chega entendeu Marta!
Marta — o que quer dizer com isso?
Carlos — você entendeu.
Sane — parem! Por favor, papai não brigue por minha causa,
Carlos — calma filha, não vou brigar mais tá bom? Vem, vamos ver o Max.
Depois a gente conversa Marta.
No caminho encontraram o Guto e a Célia, e foram juntos, enquanto Sane e Célia brincavam com Max, Guto contou ao pai sobre as almôndegas.
Que o fez ficar mais furioso.
E explicou a Guto que não dá mais pra viver com a sua mãe.
Guto entendeu e apoiou o pai.
Na hora do almoço todos estavam a mesa.
Marta serviu as crianças, e colocou pra crianças maiores três almôndegas, e pra Sane e Ceci duas,
No dela e do Carlos quatro.
Carlos comunicou-se com Guto com o olhar.
E disse a Marta; Essa conta está errada. A Ceci e a Sane merecem comer três. E coloca no prato delas mais uma, E do prato da Marta retirou duas e colocou no da Sane.
Marta — tá doido Carlos?
Não, diz ele.
Você ontem, só colocou uma pra ela, agora você devolve.
Sane — não papai, não precisa.
Carlos — Filha, temos que ser justo, e quem deve, tem que pagar.
E Marta enganou-se, não foi Marta?
Marta com cara de ódio; foi, enganei-me, pensei que você não gostasse.
Enquanto Célia ficou com pena da mãe, Guto e Ceci Sorriram satisfeitos.
Sane — papai, cinco almôndegas de uma vez é muito.
Carlos — se não conseguir comer todas de uma a Ceci
Sane — ok papai, quer Ceci?
Demorô diz Ceci rindo.
Depois do almoço, Célia foi falar com Carlos a sós; papai, você não acha que humilhou a mamãe?
Não filha, ela está maltratando demais a Sane.
Trata como empregada, e o que ela fez hoje, se eu não tivesse chegado a tempo, sane teria se machucado gravemente. E negar comida é humilhação demais.
Sane só tem seis anos.
Você acha que sua mãe tá certa? Se ponha no lugar da Sane, e imagine se fosse com você.
Célia — Eu sei papai o senhor está certo.
Mas ela é minha mãe e sempre me trata bem.
E você acha que tratar você diferente dos seus irmãos é correto filha?
O Guto é o meu primeiro filho, e você é a minha primeira filha.
Mas eu amo a Ceci do mesmo jeito que vocês dois.
E a Sane, eu a amo como amo Vocês, não importa se é filha biológica ou não. Entende filha?
Sim, papai.
Marta vê Célia no quarto. E vai tentar manipular fingindo chorar;
Viu como o seu pai humilhou-me por causa daquela fedelha?
Célia — mas mamãe, a senhora tá exagerando com a Sane, ela é muito nova. E desculpa mamãe, eu te amo, mas você não está sendo justa.
Marta — também está contra mim?
Célia — não mamãe, só não posso apoiar os seus atos. Pense melhor no que está fazendo tá bom?
Marta — quer saber! Vou sair pra espairecer.
A noite Carlos pensando que todos estão dormindo, vai conversar com Marta;
Isso não pode continuar, nossa vida tá um inferno, quero há tempo separar-me de você, mas nasceu a Ceci. Só que tá insuportável conviver com você. Não dá mais.
Marta — tudo por causa daquela fedelha não é?
Carlos — não, por sua causa, você é uma pessoa má e sem escrúpulos.
Marta — mas não pense que vai ser fácil se livrar de mim assim! Quero tudos os meus direitos.
Carlos — que direitos, Marta? Casamos em comunhão parcial de bens. A casa é herança do meu pai, a empresa também, e nem ação tem. A nossa conta conjunta é restrita e só poderá retirar a parte que lhe cabe e alguns bens materiais tipos o apartamento, o carro e os móveis.
E as crianças eu tenho provas de maus tratos.
Mas resolveremos na justiça.
Sane que escutou tudo, pensou que foi por sua causa.
E chorando, pegou a caixa da sua mãe, abriu, e no fundo falso que ela havia descoberto recentemente ,
retirou uma boa quantia em dinheiro. E, pois numa bolsinha, colocou roupas na mochila, escova dental , sabonete, perfume e uma pequena toalha, no lugar dos livros. E foi dormir.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 57
Comments
Maria Maura
Melhor fugir que dá o dinheiro pra madrasta
2024-06-19
2
Tauany Lôbo
foge não Sane/Sob/
2023-10-25
1