HUGO
Na manga seguinte eu me levanto e vou para meu banho, confesso que o cansaço do dia anterior não me deixa querer sair para trabalhar hoje, tudo que eu queria era poder ficar em casa e curtir minha menina.
Coloco meu terno que já está passado, uma das empregadas entrou aqui e eu nem vi, tomo remédios para dormir, fico muito agitado por causa do trabalho e também depois da perda da minha esposa e meu filho, nunca mas tive um bom sono.
Me arrumo e vou para sala de jantar onde está servido o café da manhã, Laura e as amigas já não estão, foram fazer o que mais gostam de fazer compras.
Eu tomo meu café sozinho e observo tudo ao meu redor, fico imaginando como seria se meu filho estivesse vivo, Júlia estaria alegre e feliz, essa casa teria mais Vida, as vezes sinto vontade de ter mais filhos, o problema é que seria preciso ter outra mulher aqui.
Deixa meus pensamentos e saio para a construtora, hoje é sábado e a maioria dos funcionários não trabalham, provavelmente apenas o pessoal da limpeza estará lá.
HELENA
Acordei bem cansada, afinal dormi muito mal, passei a noites preocupada pensando, arrumo nosso café da manhã e Emily acorda, nós sentamos na mesa para comer e meu telefone toca.
Bom dia Helena, precisamos que a senhora compareça à empresa, seu currículo foi selecionado e a vaga de emprego é sua, te esperamos aqui às 8:00hs pode começar hoje seu período de experiência?
Sim, claro eu já estou indo, muito obrigado e eu prometo não decepcionar você senhor.
Eu corri para chegar a tempo, Emily tomou seu café e nós saímos, pedi dinheiro emprestado a uma vizinha, assim eu paguei o transporte para mim e Emily, eu tive que levar ela,pois no sábado não tem escola e não podia deixar ela sozinha.
Cheguei a tempo na empresa, o senhor Vicente me recebeu e foi logo me passando as informações para eu começar o trabalho, de repente um senhor alto, forte, dos claros entra pela porta, eu não fazia ideia de quem era, mas não dei importância, até que ele abre a boca.
Por favor, Vicente,não quero crianças pedintes dentro da construtora, se você quer fazer caridade Tudo bem, mas lá fora, daqui a pouco essas pirralhada vai estar roubando aqui.
Eu não acredito que ouvi isso, aquele velho sem noção, chamou minha irmã de ladra, eu não vou deixar isso ficar assim, minha irmã pode não ter pai, nem mãe ,mas tem a mim .
"Quem é esse velho babaca, Senhor Vicente, eu vou falar com ele agora."
"Não faça isso, senhor Hugo, ele é o dono da construtora, vai te demitir."
"Eu não me importo, eu vou até lá."
Eu entro no elevador e desço no andar que eu julgaca ser a sala do velho, e eu estava certa lá está o babaca, sentado em uma mesa enorme na frente de um computador.
"Com licença, deixa eu te falar uma coisa, você não tem o direito de falar da minha irmã assim, ela não é uma ladra, também não é uma pedinte, deixa de ser otário seu velho babaca".
Quem você pensa que é para entrar aqui e falar dessa forma comigo, você sabe com quem está falando?
Sim, eu sei, com um velho otário, que pensa que pode sair destratando as pessoas só porque tem dinheiro.
Garota arrogante sai agora daqui, vamos anda logo, sai daqui.
Eu vou, nunca que eu irei trabalhar para um sem noção como você.
Eu agradeço o Senhor Vicente, e saio da empresa, não vou trabalhar para um velho babaca, e bonito, muito lindo, parecia um deus grego te tanta perfeição... eu estou louca só pode.
Hugo
Chego na construtora e me deparo com y a criança sentada na recepção, não sky de ficar fazendo obras de caridade, sempre deixo isso com a Laura, ela adora aparecer cada semana em uma capa.
"Por favor, Vicente obra de caridade lá fora, daqui a pouco vão estar roubando a construtora"
Eu falo com um funcionário, eu percebo uma jovem muito bonita, morena com os olhos esverdeado me olhando, não dou atenção, certamente é a mãe da criança e estar a usando para pedir. Subo até minha sala e começo analisar os relatórios, é sábado e eu estou cheio de serviço, amanhã eu pretendo reunir alguns familiares e uns amigos próximos, é meu aniversário e eu não quero festa, mas minha mãe ensiste que algo deve ser feito, então resolvi atender seu desejo.
Estava concentrado nos relatórios quando observei que na minha porta tinha uma garota em pé, sua imagem magra e despenteada me fez deixar a caneta.
O que você quer?
Eu não devia ter perguntado, ela abriu a boca e começou a me chingar, velhye babaca eram apelidos perto de tudo que ela falou.
"Com licença, deixa eu te falar uma coisa, você não tem o direito de falar da minha irmã assim, ela não é uma ladra, também não é uma pedinte, deixa de ser otário seu velho babaca"
Eu respondi, mas não como eu gostaria, seus olhos verdes me deixaram sem rumo, ela parecia uma gata selvagem, e o desejo de domar aquela fera me possuiu.
Ela sai arrastando a garotinha, eu peço que Vicente venha até minha sala, preciso entender o que houve aqui.
Quem é essa garota que saiu daqui?
Helena Navarro senhor, ela veio pela vaga de auxiliar de serviços gerais, ela é uma boa garota, só ficou ofendida pelo fato do senhor chamar a irmã de ladra.
"Eu não sabia que a garota estava com ela!"
"E onde ela está agora?"
Foi embora senhor, ela recusou a vaga que já era dela, disse que não vai trabalhar com um velho babaca KKK
Ela me chamou,várias vezes de velho babaca, fiquei admirado com a coragem dela.
Muito obrigado, isso era tudo,pode ir.
Com licença, senhor!
Eu continuo meu trabalho, mas confesso que a imagem daquela fera não sai da minha cabeça, nenhuma mulher despertou em mim tanto interesse como ela fez.
Já são quase 15:00hs eu saio da construtora e vou direto para casa, no caminho meu telefone toca, eu não costumo atender mas era minha filha, eu me abaixo por alguns segundos e pego o telefone, atendo e Laura está falando sobre a social de amanhã, queria levar as amigas e eu disse não, me distraio por segundos e vejo uma mulher enfiar na frente do meu carro,ela parece empurrar para trás uma criança e acaba ficando sozinha na frente do meu carro.
Eu tento parar mas não consigo, meu carro bateu nela e a jogou para longe.
Meu corpo gelou guando vi a sena, a garota estava toda machucada e a criança correu até ela aos gritos.
Desço correndo do meu carro e vou até ela, logo para a emergência que logo a socorreu.
A menina que estava junto da garota chora a muito, e gritava o tempo todo que eu tinha matado sua irmã, eu me senti um monstro.
"Tudo bem! Ela está viva, não se preocupe, ela vai ser atendida por um ótimo médico e logo vai se recuperar."
"Se ela morrer eu vou ficar sozinha, eu não tenho pai, minha mãe morreu e agora minha irmã, eu vou ser jogada em um orfanato."
Ela chorava copiosamente, a polícia chegou ao local, eu me responsabilizei por tudo, afinal de contas a culpa era minha.
"Eu vou arcar com todo o prejuízo, por favor, a levem para o hospital central, e quando a criança eu vou cuidar dela até a irmã ficar bem."
"Precisa entregar a menina para a família, não pode ficar com ela".
O policial fala e olha para menina.
"Ela só tem a irmã que acabou de ser atropelada, eu assino um termo de responsabilidade diante das autoridades competentes, não posso deixar essa criança jogada."
"Tudo bem senhor Lacerda, pedirei que uma assistente social vá até a casa do senhor."
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Atualizado até capítulo 237
Comments
Julia Santos
eita que lixo arrogante prepotente só pq tem dinheiro pisar nós outros
2025-03-27
1
Valentina Meireles
gente essa cena foi forte de más tadinha da criança fiquei com dó
2025-01-25
0
Fatima Vieira
coitada
2025-01-22
0