Isabela chega em casa radiante, pois a sua festa foi espetacular, aliás todas as meninas que estavam lá adoraram, tudo foi perfeito desde comida até aos, stripper.
Isabela não via a hora de contar para Adam como foi divertido, penélope a ajuda a trazer alguns presentes para dentro, e encontra na sala de estar Stela e Vanusa.
— Oxé o que vocês fazem acordadas a uma horas dessas… Isabela pergunta curiosa.
— Como poderíamos dormir com vocês duas na rua, o mundo hoje em dia do jeito que está, fiquei preocupada por conta do horário… Stela diz.
— Ah! Por favor, mamãe, que coisa chata! A senhora vive tratando nós duas como crianças, eu já sou de maior e tenho idade suficiente para fazer o que quiser.
— Mas filha! Ela é interrompida por Isabela.
— Penélope não fale assim com a sua mãe, você sabe que tudo isso é zelo que ela tem por nós, pois se não gostasse ignoraria, você quer ter uma mãe indiferente? Isabela tenta argumentar.
— Ela poderia pegar mais leve, mas está sempre se metendo onde não é chamada.
— Tá bom, não precisa, fica assim… Vanusa tenta amenizar a situação.
— Como foi a despedida de solteiro, filhas?
— Foi ótima tia! Pena que a Penélope só chegou perto do finalzinho, eu garanto que ela teria gostado bastante.
Penélope olha rapidamente para a sua prima, lhe repreendendo com o olhar: ela sabia que se sua mãe ficasse sabendo que sua vida viraria um inferno, Stela olha para a sua filha, com um olhar de reprovação.
— Onde você estava penélope… ela diz com as mãos na cintura.
— Ah! Mamãe, que exagero!
— Duas moças sozinhas na rua a essa hora, já é perigoso, imagine você sozinha por aí, e ainda deixou sua prima sozinha em plena despedida de solteira dela, isso é inadmissível Penélope.
— Não se preocupe, tia, já estamos aqui, e a Penélope chegou sã e salva, não tem com o que se preocupar.
— Graças a deus ela está bem, mas e se tivesse acontecido algo com ela, nem iriamos saber, porque por irresponsabilidade ela nem disse para onde foi… Stela fala irritada.
— Ih! Já deu não aguento mais escutar, essas besteiras a mamãe é muito exagerada em tudo… Ela subindo para o quarto.
— Calma ai, pode ficar aqui que quero falar com você.
Penélope para no meio das escadas, com os braços cruzados e a cara feia, pois sabia que aquilo não acabaria por ali.
— E os presentes, filha, ganhou muitos?
— Sim, tia ganhei bastante, depois se quiser dar uma passada no meu quarto para abrir comigo.
— Vou, sim, meu amor, mas antes terei uma conversinha com essa garota inconsequente.
Isabela sobe para o quarto, e ao passar por Penélope pede desculpa sussurrando, penélope assenti-o com a cabeça, mas, na verdade, está com ódio de Isabela, por fazê-la escutar um sermão de sua mãe, naquela hora da noite.
— E você filha onde estava?
— Para mamãe! Você como sempre fazendo perguntas idiotas.
— Eu só estou preocupada com você, por que esse mau-humor todo?
— Porque a senhora vive me tratando como criança, e isso me irrita muito, a senhora parece que não tem limites.
— Filha, eu só quero o seu bem-estar… ela diz colocando uma das mãos no rosto de Penélope.
— Mas não precisa me sufocar… ela diz tirando a mão de sua mãe do seu rosto, e sai da sala pisando duro.
Stela fica na sala atônita, tentando entender o que fez de errado, para sua filha sempre a tratar tão mal, Vanusa olha para ela com piedade, pois é testemunha de todas as patadas que Penélope dá na sua mãe.
Stela mesmo sendo a mãe nunca consegue ter pulso firme para a sua filha, o que sempre a deixa triste e confusa sem saber onde errou.
— Senhora! Ao subir para ver os presentes… Vanusa fala gentilmente, tentando deixar Stela, mas alegre.
— Vou, sim, Vanusa, é que agora fiquei sem saber o que fazer.
— Me desculpe, senhora, mas acabei escutando toda a sua discussão com a Penélope, essa menina está ficando muito respondona, a senhora tem que dá-lhe uma lição, para ela poder lhe respeitar.
— Verdade minha amiga, mas eu não sei onde errei, criei as duas igualmente e enquanto a Isabela é um doce de menina, a Penélope tá ficando cada vez mais azeda, e muito difícil de lidar, acho que estou perdendo minha filha!
— Ah! Senhora, a belinha sempre foi assim desde pequena, muito doce, gentil, carinhosa, e sempre muito atenciosa com todos ao seu redor, ela sempre lê mima quando pode, mas a senhora nunca deixa.
— Não quero abusar dela, Vanusa, ela já faz demais por nós nos deixando morar aqui, e ainda totalmente de graça, pois quando quero ajudar em alguma despesa, ela nunca deixa.
— Mas ela te ama senhora, como se a senhora fosse a própria mãe dela, desde que os patrões morreram, que descansem em paz, ela lhe acolheu como mãe, e é nítido no rosto dela o carinho grande que ela tem pela senhora.
— Eu sei, mas não quero abusar dela, mesmo assim.
As duas conversam, mas um pouco e Vanusa se retira para finalizar seu serviço na cozinha e Stela resolveu subir para o quarto de isabela.
No meio do caminho encontra com a sua filha, que já está arrumada para sair novamente, quando Penélope ver a sua mãe se assusta e quase caí para trás, tentando voltar para o quarto.
— Onde você pensa que vai a essa hora… ela olha para o relógio.
— Acho que já sou bem grandinha para viver a minha vida sem dar explicação a ninguém… Penélope fala alterando a voz.
— Mas filha! Porque você me responde desta forma grosseira, eu só estou cuidando de você, e é assim que você me trata?
— Ah! Mamãe, eu não preciso que ninguém cuide de mim… ela continua alterada.
— Gente, o que está acontecendo aqui, eu escutei alguém falando alto?
Penélope e Stela se olham…
— É a sua prima que quer sair a esta hora!
— Penélope porque está falando assim com a titia, ela só está cuidando de você, sabia que você tem sorte de ter a sua mãe, e ainda por cima uma mãe cuidadosa que nem ela.
— Tá bom, eu vou voltar para o meu quarto… ela dá meia volta, enquanto vai em direção ao quarto.
Penélope entra no quarto, e joga a sua bolsa em cima da cama, enquanto fala sozinha.
— Grrrrrrr! Que garota imbecil, estúpida, ai que raiva… ela diz esbravejando.
Enquanto isso Isabela leva Stela para o seu quarto, ela já estava a alguns minutos esperando por sua tia, pois mesmo já sendo tarde estava louca para abrir alguns presentes.
— Não se preocupe, tia, a penélope vai entender que tudo o que a senhora faz é para o bem dela, ela só estar um pouco chateada, mas logo passará… ela diz enquanto anda abraçada com a sua tia.
— Tomara!
— Venha vamos ver os presentes… ela fala sentando na cama animada.
— Depois falo com ela… Stela olha para o relógio.
— Deixa tia, tenho certeza que ela não quis lhe ofender.
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Atualizado até capítulo 94
Comments
Maria Helena Macedo e Silva
começa a seguir os passos dela que descobrirá o que estar fazendo, o mal dis responsáveis é deixar os dependentes soltos , não adianta dar espaço e não orientar as diretrizes...
2024-06-17
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Maria Helena Macedo e Silva
.desde que não more sozinha tem que dar satisfação sim mesmo que seja de maior e não tenha vinculo afetivo.
2024-06-17
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pila souza
Essa está no cio já ia sair de novo.
2024-06-10
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