DESESPERO.

— Na cozinha, mexia o creme que dona Laura pediu-me.

Ela havia decidido testar uma nova receita.

Uma torta de cereja, que ela havia pegado de uma famosa confeitaria.

O cheiro estava maravilhoso, o aroma marcante da cereja preenchia todo o ambiente .

Enquanto eu mexia o creme, dona Laura adiantava a massa.

Ficamos ali,preparando todas as etapas,até que tudo ficou pronto.

Será três tortas para teste. Se aprovado pelos clientes entra no menu.

O cheiro está delicioso, Digo.

Além de estarem lindas! Concluo.

Chame a Luna. Vamos provar para vê se está boa.

E para já! Respondo saindo para chamar Luna.

Luna, a sua mãe precisa de nois na cozinha ,ela quer que provamos a torta de cereja .

Então vamos! comer e comigo mesmo. Responde Luna .

Caminhamos até a cozinha dando risada.

Assim que eentramos,ona Laura nos serve com um pedaço generoso.

E nossa ,a torta está deliciosa.

E então meninas o que acharam? Pergunta dona Laura.

Essa acabou de virar a minha torta favorita! Diz Luna.

A minha também! Falo.

Inclusive se a senhora não colocar logo na ‘vitrine’ iremos comer tudo! Brinco.

Nessa hora nois três caímos na gargalhada .

Meninas, eu vou organizar as tortas na ‘vitrine’. Luna preciso que me ajude com a limpeza do balcão, e você Camila lave essa louça para mim.

Sim, senhora! Respondo.

— Estava na pia lavando a louça, e sentindo ainda o sabor maravilhoso na minha boca.

Logo escuto uma gritaria horrível, solto a panela dentro da pia ,e caminho até o salão principal, escuto a voz que conheço muito bem .

O meu pai!

O que quer aqui seu maldito? pergunta dona Laura.

Saia da minha frente sua bruxa velha. Camila, sua filha da puta apareça aqui ! grita euforicamente .

O que quer com a menina? Insiste Dona Laura.

Cala a sua boca, puta velha ! insulta Alfredo .

Não Fale assim com minha mãe, seu desgraçado!

Não pode entrar aqui assim ! Camila está trabalhando. Fala Luna.

Você não me dá ordens, sua pirralha mimada. Afirma ele.

Nesse alvoroço eu entro com o meu coração nas mãos, e suando frio.

O que foi pai? Porque está aqui?

Ainda mais gritando desse jeito?

Venha comigo! Diz ele puxando -me.

para onde está me levando ? estou trabalhando?

Nesse momento ele solta meus braços, e começa a puxar -me pelos cabelos.

Aiii ... aí... está me machucando, grito desesperada.

Me solta sua mostro ! falo

Solta ela! Fala tentando impedir dona Laura.

Solta ela seu imbecil ,desgraçado de merda ! esbraveja Luna.

Calem a porra da boca! Essa bastarda pertence-me.

Então ele ordena-me a entrar no carro, não sei se choro mais por raiva ou por vergonha.

Para onde está-me levando? Pergunto aos prantos.

Não teste a porra da minha paciência, entra nesse caralho agora ! ordena .

Sem opção entro. Logo mais uma onda de choro me invade com força.

Olha eu não sei o que lhe fiz digo.

Mais por favor não faz nada comigo eu lhe imploro.

Pelo seu bem cala a desgraça da boca! Diz ele.

Nesse momento,um turbilhão de coisas passa pela minha mente.

Será que ele irá se livrar de mim?

Será que o tal Don veio buscar-me? Choro,e suplico aos céus.

Observo o olhar mortal do meu pai,pelo retrovisor do carro.

Pela última vez,cala a PORRA DA BOCA,ou não respondo por mim.

LORENZO.

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