HUMILHAÇÕES.

— Acordo as cinco e meia da manhã como de costume ,tomo meu banho ,faço a minha higiene.

Hoje descido vestir uma (calça) jeans, e uma blusa de alças finas,calço o meu ténis, prendo o meu cabelo num rabo de cavalo, pego a minha bolsa. Estou pronta!

Desço as escadas bem devagar, andando na maior leveza possível, não quero acordar ninguém.

Quando vou saindo,vejo o meu pai.

Aí que inferno!

Bom dia! Bastarda, já vás trabalhar? Ironiza ao perguntar.

Descido não responder,e continuo a caminhar em direção ao grande portão da saída.

Nesse momento sinto um aperto forte no meu braço, que me faz gemer de dor.

Aí pai tá me machucando . choramingo.

Quando eu te perguntar algo ,responda-me ,você sabe que não gosto de se riguinorado ,sua fedelha maldita! insulta Alfredo aos gritos.

Tudo bem pai! Já entendi,por favor me solta,está doendo Aí... aí...

Com toda brutalidade do mundo,ele me solta me fazendo cair no chão.

Recolho a minha bolsa, e saio dali a passos largos. Num choro incontrolável, num misto de ódio, e impotência.

— Desnorteada com o que acabará de acontecer, lágrimas grossas insistem em molhar o meu rosto.

Tento a todo custo conter mais e em vão.

Não demora muito, e chego no meu local de trabalho, como sempre dona Laura, e Luna esperavam por mim.

Ao vê-la saio correndo,e desabou.mais uma vez.

Choro copiosamente nos braços de dona Laura, que me aninha nos seus braços, sendo meu refúgio.

O que aconteceu minha menina ?

O que aquele demônio lhe fez ?

Eu... eu …

Vendo que eu não iria conseguir falar,Luna caminha até a cozinha trazendo -me um copo de água com açúcar.

Custo a beber devido ao choro compulsivo, mais aos poucos vou acalmando-me .

Agora fala amiga,o que aquele filho da puta te fez ?

Vocês sabem que venha bem cedo ,porque não gosto de dar de cara com meu pai .

Mais hoje ,por ironia ele estava no portão, então como sempre ele insultou-me ,e perguntou se eu estava vindo trabalhar.

Achei melhor ficar calada, para evitar,pois, tudo que faço é motivos para xingamentos .

Nesse momento ele pegou-me pelo braço, apertando tão forte,que me fez gemer de dor,disse -me que não gostava de ser ignorado.

Depois que implorei para ele me soltar, ele,empurrou -me com toda a brutalidade do mundo, o que me fez cair no chão,fazendo o meu braço ficar desse jeito!

Meu Deus como esse homem é capaz de fazer isso com você?

E Carmem que não faz nada !

Eu temo que a qualquer hora ele faça coisa pior com você.

Aí amiga, a minha mãe tem razão, deveria vir morar connosco.

Eu adoraria Luna, mais sabe que ele tornaria a nossa vida impossível, e não quero isso para vocês.

Não me perdoaria se aquele animal,fizesse algo a vocês.

Eu preciso fugir Luna para bem longe ,o mais rápido possível, não aguento mais ,essa vida miserável, preciso por fim a esse sofrimento.

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