Simone se sente sozinha...

Joana fica sabendo da saúde frágil de Francisca e vai até a casa dela ...

Joana: Olá, Francisca! Como você está se sentindo hoje? As dores continuam fortes?

Francisca: (Com a voz fraca) Pioraram, Joana. As dores no peito são insuportáveis, principalmente quando respiro fundo. E essa fraqueza... sinto que mal consigo me levantar da cama. Tenho também uma tosse seca e persistente que me deixa sem ar. À noite, a falta de ar é ainda pior.

Joana: Nossa, Francisca, isso é muito sério. Você tem sentido alguma outra coisa além das dores no peito, tosse e fraqueza? Algum inchaço nas pernas, por exemplo? Tonturas? Febre?

Francisca: As pernas estão um pouco inchadas, sim. E tenho sentido tonturas esporádicas. Febre, não. Mas estou suando muito à noite, mesmo sem fazer esforço.

William: (Preocupado) Mãe, você precisa ir ao hospital agora! Essa tosse, a falta de ar, as dores no peito... isso tudo me assusta muito.

Francisca: Eu sei, meu filho. Mas tenho tanto medo... Medo de descobrir algo muito ruim.

Joana: Francisca, entendo seu medo, mas é preciso descartar qualquer possibilidade grave. E quanto mais cedo você for examinada, melhor. Essas dores no peito, combinadas com a falta de ar e o inchaço, precisam ser investigadas imediatamente. Pode ser algo simples, mas também pode ser algo que precisa de tratamento urgente.

William: Mãe, por favor, confie em nós. Vamos te acompanhar, e vamos ficar com você o tempo todo. Não precisa enfrentar isso sozinha.

Francisca: (Chorando) Está bem... Eu vou. Mas liguem para o médico agora, para ele vir aqui em casa primeiro. Preciso de um pouco mais de tempo para me preparar.

Joana: Claro, Francisca. Já estou ligando. Vamos cuidar de você. William, você pode ajudar a Francisca a se arrumar?

William: claro.

NO hospital, Francisca está um pouco assustada...

Joana: Doutor, muito obrigada por atender tão rápido. A Francisca está muito mal. Ela tem fortes dores no peito, principalmente quando respira fundo, uma tosse seca persistente que a deixa sem ar, fraqueza intensa, inchaço nas pernas e tonturas esporádicas. Ela também está suando muito à noite.

Médico: Entendo. Há quanto tempo ela apresenta esses sintomas?

Joana: Começou há cerca de três dias, mas piorou bastante nas últimas 24 horas. A falta de ar está mais intensa, e as dores no peito são quase insuportáveis.

Médico: Ela tem histórico de problemas cardíacos ou pulmonares? Fuma? Tem alergias?

Joana: Não tem histórico de problemas cardíacos ou pulmonares. Nunca fumou. Não tem alergias que eu saiba.

Médico: Ok. Vou precisar examiná-la. Precisamos fazer alguns exames para determinar o diagnóstico preciso. Considerando os sintomas, uma possível embolia pulmonar precisa ser descartada. Também precisamos avaliar a possibilidade de pneumonia ou até mesmo um problema cardíaco mais grave. A falta de ar e a dor torácica são sintomas preocupantes.

Joana: Embolia pulmonar? Isso é grave, doutor?

Médico: Sim, é uma condição séria, mas tratável se diagnosticada a tempo. Por isso a urgência em examiná-la. Vamos fazer um eletrocardiograma, uma radiografia de tórax e alguns exames de sangue, incluindo um D-dímero para avaliar a possibilidade de coágulos. Dependendo dos resultados, podemos precisar de outros exames mais específicos.

Joana: Tudo bem, doutor. Vamos fazer o que for necessário. A Francisca está muito assustada, mas também está disposta a fazer o que for preciso para melhorar.

Médico: Ótimo. Vou pedir para a enfermeira preparar a Francisca para os exames. Por favor, fique por perto para me ajudar a acalmá-la. É importante que ela esteja calma para os procedimentos.( exames realizados )

William: Mãe, o médico disse que... que é uma embolia pulmonar.

Francisca: (Chorando baixinho) Eu sabia... eu sentia que algo estava muito errado.

William: Mas ele disse que é tratável! Vamos cuidar de você. Vamos superar isso juntos. Você vai ficar bem.

Francisca: Tenho tanto medo, William. Medo de não melhorar.

William: Eu estou aqui, mãe. Sempre estarei. Vamos enfrentar isso juntos, passo a passo. Você é forte, e eu vou te apoiar em tudo. Vamos pensar em coisas boas, em coisas que vamos fazer quando você estiver melhor. Vamos planejar uma viagem, ou... o que você quer fazer quando estiver recuperada?

Francisca: (Um sorriso fraco aparece em seu rosto) Quero te ver bem, meu filho. Quero ver você realizar seus sonhos.

William: E eu quero te ver bem, mãe. Muito bem.

 Simone está sozinha em casa , grávida de 3 meses , cai e se machuca e fica desmaiada no chão, Dalila e o marido Gui , estavam passando por perto e resolveram ir até a casa de Simone , a porta aberta , eles entram e vê Simone no chão...

Dalila: Gui, olha... a porta da Simone está aberta. Deve ter esquecido de fechar.

Gui: É, estranho... vamos dar uma olhada? Ela está esperando um bebê, né? Melhor prevenir do que remediar.

(Gui e Dalila entram cautelosamente na casa de Simone. O silêncio é quebrado apenas pelo som de seus passos leves.)

Dalila: Simone? Simone, você está aí?

(Eles encontram Simone caída no chão, inconsciente. Dalila se aproxima rapidamente.)

Dalila: Gui! Simone! Ela está desmaiada!

Gui: (Ajoelhando-se ao lado de Simone) Ela parece machucada... Tem um corte na testa. Dalila, liga para emergência.

Dalila: (Pegando o celular, com as mãos tremendo) Já estou ligando... Alô? Socorro! Minha amiga caiu e está desmaiada... Sim, ela está sangrando... Estamos na Rua... (Dalila informa o endereço).

Gui: (Tentando verificar o pulso de Simone) Ela está respirando, mas está muito pálida... Preciso ajudá-la a levantar, Dalila. Vamos levá-la para o hospital.

Dalila: (Ainda ao telefone) Sim, estamos a caminho... Obrigada. (Desliga o telefone) Gui, precisamos ter cuidado.

(Gui e Dalila, com muito cuidado, ajudam Simone a se sentar, depois a levantar, apoiando-a entre eles.)

Gui: Consegue andar, Simone? Vai doer, mas precisamos te levar para o carro.

(Simone geme baixinho, mas não responde. Gui e Dalila a apoiam, guiando-a lentamente para fora da casa e em direção ao carro.)

Dalila: (Falando com Simone em tom suave) Calma, Simone. Estamos te levando para o hospital. Tudo vai ficar bem.

(No carro, a caminho do hospital, Gui dirige com cuidado, enquanto Dalila conforta Simone.)

Dalila: Respira fundo, Simone. Você está segura agora.

Gui: (Para Dalila) Você acha que ela bateu a cabeça forte?

Dalila: Não sei, Gui. Mas o importante é que conseguimos levá-la para o hospital a tempo.

(No hospital, os médicos atendem Simone imediatamente.)

Médico: (Após examinar Simone) Ela precisa de alguns pontos na testa e vamos fazer alguns exames para garantir que não há nada mais grave. Graças a Deus vocês a trouxeram rápido.

Dalila: Obrigada, doutor.

(Gui e Dalila aguardam ansiosamente pelas notícias de Simone, aliviados por terem agido rapidamente e ajudado a amiga em apuros.)

Dalila( vê William, Francisca e sua mãe Joana ) o que aconteceu, porque estão no hospital?

Joana: porque Francisca passou mal, mas já está melhor.

Dalila: graças a Deus mãe! fiquei preocupada.

William: eu fico muito preocupado com minha mãe, mas graças a Deus, o médico vai iniciar o tratamento e vai dar tudo certo.

Dalila: vai sim.

William: e você, porque está no hospital?

Dalila: vim com Gui, fazer uma compra de sementes, aí resolvemos passar na casa da Simone, e ela estava caída no chão e sozinha, aí trouxemos ela.

Joana: ela está bem?

Dalila: sim, só estamos esperando ela acordar para levar ela de volta.

Simone melhora e vai para casa, fica pensativa, por está sozinha, olha para a barriga e começa a chorar.

Dalila: ( abraçando ela) calma, estamos aqui com você, não precisa se despertar.

Simone: como ficar tranquila, se nem o pai quer essa criança, como vou fazer para cuidar dela sozinha.

Gui: sozinha não, vamos te apoiar.

Dalila : e amor e carinho não vai faltar

Simone: eu sou grata demais pelo carinho de vocês, mas estou falando de carinho de pai, o Danilo nem vem me ver , nem quer saber.

Dalila: mas muitas mães cuidam de seus filhos sozinhas mesmo e nem por isso a criança sofre, tem que cuidar. E você tem nosso apoio, você não está sozinha.

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