A chuva forte molhava meu corpo enquanto eu caminhava até a casa da Riley.
- Mais que porra Riley, eu espero que não esteja fazendo merda com o meu carro.
Quando eu soube pelo segurança daquela merda de faculdade que uma garota baixinha de cabelos pretos tinha saído no meu carro, o meu sangue ferveu de raiva pois eu sabia que era ela que o teria levado, Riley Clark. Eu não estava com raiva dela, pelo contrário tudo que é meu é dela, eu estava com raiva pois eu sabia que ela não iria só dirigir a minha Lamborghini.
Hoje na faculdade as meninas chegaram na minha sala fofocando sobre ela, dizendo que a mesma teve um pequeno surto com um grupo de amigos que estavam cochichando dela. Estranhei até porque a minha princesa é calma e doce com as pessoas.
Ao chegar na casa dela, abrir a garagem com a minha cópia da chave de Riley. Arregalei meus olhos quando vi minha Lamborghini coberta de glitter e papéis escrito. Psicopata.
Depois de fechar a garagem, peguei um dos papéis e falei:
- Então é assim que você me ver, como um psicopata?- amassei um de várias papéis que havia alí.
...
- Minha pequena Riley, eu não posso ir, não antes de te dá uma lição por ter sido uma garota malvada hoje.- falei tentando me controlar pois a mesma estava me deixando louco só com essa toalha.
- Não chegue perto de mim, seu psicopata- Começou, me afastando de perto dela.- Você está molhando meu chão com essa roupa molhada.- Disse brava.
Tirei a minha máscara do meu rosto, passei a mão em meus cabelos sentido que o mesmo estava molhado. Eu estava encharcado da chuva que peguei enquanto caminhava da faculdade até aqui.
- Eu não estaria molhado se você não tivesse pegado o meu carro sem a minha permissão.- Falei a encarando.- Se quiser eu posso tirar a minha roupa aqui, assim não vai molhar seu quarto.- Disse com um sorriso malicioso em meu rosto.
- Tira no banheiro, eu não quero ver nada.- falou corada tentando desviar o olhar.
- Tem certeza? Logo agora que eu queria te mostrar como eu estou gostoso depois que voltei da Itália.
- Tenho... não quero ver nada, vai logo para o banheiro eu quero me vestir.
Caminhei até o banheiro com um sorriso em meu rosto.
Tirei a minha roupa e enrolei uma toalha em minha cintura deixando meu abdômen amostra. Enxuguei o meu cabelo com uma toalha e sai do banheiro.
Meus olhos procuravam ela mais a mesma não estava no quarto, desci então até a sala.
Ai está você minha pequena.
Riley estava encostada no balcão da cozinha preparando algo em uma xícara.
Puta merda... Ela está tão gostosa nesse vestido curto.
Estou morrendo de vontade de agarra-lá e enfiar meu rosto em seu pescoço, sentir seu doce cheiro que só ela tem.
- Mais que merda Aaron!- Ela xingou ao me ver só de toalha.
- O que foi amor?- me aproximei.
- Por que não colocou um roupão?- Ela perguntou com seus olhos em meu corpo.
- O que está fazendo aí?- perguntei quando vi duas xícaras.
Ela desviou seu olhar do meu abdômen e falou:
- Chá, um pra mim e um para você. Você pode ficar resfriado porque pegou chuva, aí fiz um para você também.- Riley falou em seguida tomou um gole de chá.
- Então você fez chá para mim? Se importa tanto assim com um psicopata como eu?- questionei.
- Não confunda as coisas. Só fiz esse chá para que você não fique doente e coloque a culpa em mim.- Ela falou passando por mim e indo lavar sua xícara.
- Não quero esse chá.
Eu estava irritado, se eu não sou importante para ela então por que ela me olha desse jeito? Por que se declarou para mim quando a gente era adolescente?
Que se foda essa porra toda, eu quero ela, eu quero fazer ela sentir prazer, eu quero que ela implore para mim por mais e mais.
- Pois não tome e fique doente.- Disse se aproximando de mim com um olhar de chateada.
- Quer mesmo que seu namorado fique doente meu amor?- Disse passando minha mão em sua cintura trazendo a mesma mais para perto do meu corpo.
- Desde de quando você é o meu namorado?- Ela soltou uma gargalhada boba.
- Desde de sempre princesa.- toquei com a minha mão esquerda em seu rosto sentindo sua pele quente.
Seu corpo estava colado no meu, eu poderia sentir meu pau já ereto só de senti-la perto.
- Por que está me olhando desse jeito?- Ela me questionou.
- Porque eu te quero, meu amor!- disse, em seguida beijei seus lábios.
Desço minha mão um pouco acima da curva de sua bunda, a puxando ainda mais contra o meu corpo.
Paro o beijo e desço minha boca até seu pescoço, chupo o mesmo e sinto Riley agarrar minha cintura.
Riley geme e choraminga quando empurro meu pau contra seu estômago, suas pernas se abrindo, Então eu a agarro pelas coxas, as colocando ao redor da minha cintura enquanto ando até o sofá.
- A gente não pode fazer isso Aaron...- Ela sussurrou assim que eu a deito no sofá da sala.- Eu não posso...- Se levantou ficando sentada no sofá.
- Por quê? Por quê eu não sou o seu amigo Thomas?- pergunto entre dentes.
Ela se levantou me olhou e caminhou até às escadas do seu quarto.
- Volta aqui Riley.- falei a seguindo.
- Vá se fuder stalker do caralho!- Ela bateu a porta do seu quarto em minha cara.
Abrir a porta e a questionei.
- Por quê me trata desse jeito?- Falei vendo a mesmo se sentando na beira da sua cama box.
- Desse jeito? Como?- cruzou os braços.
- Como se me odiasse só porque eu te protejo do meu jeito.- Me aproximei.
- Você me perseguiu, invadia minha casa, me fez várias ameaças e fez várias outras coisas que eu nem gosto de me lembrar, e vem me dizer que isso era para me proteger.- Ela fala entre dentes.
- Eu fiz isso para te proteger... você nunca vai entender mesmo minhas atitudes, então não adianta eu explicar. - disse caminhando até o banheiro.
Ela nunca imaginaria que eu fazia isso tudo com medo que os familiares das pessoas que eu matei pudesse descobrir que ela é meu ponto fraco e fizesse algo com ela. Eu nunca iria me perdoar se alguém a fizesse mal por minha causa.
Eu não sei o que eu estou fazendo, me deixei levar por um sentimento que eu não posso ter, como diz o meu pai, " Ninguém nunca vai te amar sabendo do que você já fez." Isso me corrói por dentro, só de pensar nisso meu coração dói.
Concordo que as vezes meu pai está certo, pois eu nunca vou conseguir ser amado por alguém tendo derramado tanto sangue em minhas mãos.
- Vai fazer o que? - escutei a voz de Riley atrás de mim.
- Vou me trocar para ir embora. Pequei minha roupa e coloquei em uma máquina secadora no quanto do banheiro para secar.
- Não, você não vai. Não nessa chuva.- Ela falou em um tom de voz firme.
- A uns minutos atrás você mandou eu não encostar em você porque eu era um psicopata e agora quer que eu fique. O que você realmente quer Riley?- questionei confuso.
- Quer saber mesmo o que eu quero? Eu quero você...eu tentei não sentir mais essa merda de sentimento por você, eu tentei me vingar de você porque na minha cabeça eu iria me sentir melhor se fizesse isso. Mas toda vez que eu te olho eu não consigo mais parar, eu quero sentir você Aaron...eu sempre quis, mesmo quando você me afastou quando eu tinha dezesseis anos, eu continuo me importando com você, então por favor! Não vai embora e fique comigo.- Ela falou com seus olhos lacrimejando, segurando meu braço com força.
Isso é tudo que eu sempre quis escutar vindo dela, eu a amo que tenho medo do que o meu amor pode causa.
Abracei ela com força sentindo a mesma me abraçar de voltar.
- Não se preocupe meu amor, eu não vou embora, não depois de escutar você falando que quer me sentir.- Afirmei depositando um selinho em sua testa.
- Só reparou nisso, pervertido.- riu sem amostrar os dentes.
Eu a agarro pelas coxas, as colocando ao redor da minha cintura enquanto ando até a sua cama.
Ao colocar a Riley sentada na beija da cama box, beijo a mesma com necessidade sentindo a mão dela deslizando pelo meu abdômen.
Ela parou o nosso beijo e lambeu meu abdômen me fazendo imaginar várias pensamentos impuros com essa boquinha carnuda em mim.
Ainda estou sem acreditar que estou prestes a fuder a minha pequena Riley.
Deitei Riley na cama em seguida abrir suas pernas, toquei em sua boceta e olhei para a mesma que me encarava com um olhar malicioso pedindo mais.
Joguei minha toalha no chão e segurei meu pau que já estava ereto.
- Você tem certeza que isso cabe em mim?- Riley falou surpresa pelo tamanho.
Riley deve estar nervosa pois será sua primeira vez fazendo isso.
- Cabe sim amor!- afirmei, com um sorriso malicioso em meu rosto.
Pressiono meu pau contra sua boceta com tanta força que consigo senti-la por cima da sua calcinha.
Riley abraça minhas costas, cravando suas unhas nas minhas costas, Ela beija meu pescoço, subindo para minha orelha.
Em seguida tiro sua calcinha e pressiono meu pau novamente contra sua boceta.
Riley afunda seus dedos nos lençóis da cama e solta um gemido.
- Aaron...- Ela geme propositalmente meu nome.
- Você fica tão sexy quando geme meu nome amor.
Riley me encarou e me beijou com intensidade enquanto eu encaixava.
Pauso o beijo e desço minha boca até os seios de Riley. Ela ajuda descendo as alças do vestido até sua cintura, deixando seus seios amostra para mim.
Chupo o biquinho do peito dela e agarro o outro com a minha outra mão, ela geme. Ela é tão gostosa que eu a foderia toda hora se fosse possível.
Ela agarra meu cabelos enquanto eu a chupo.
- Continue, Amor.- Ela ordena.
Quando ouço sair da boca de Riley ela me chamando de amor, um sorriso bobo saí em meu rosto. Ela nunca me chamou assim, coisas simples assim me deixam feliz para caralho.
Depois de chupa seus seios, tiro meu pau de sua boceta e esfrego o mesmo em suas dobras molhadas.
Coloco novamente só que dessa vez coloco todo dentro dela.
Ela grita me deixando ainda mais excitado com sua reação.
- Porra...- solto um gemido.- Você é tão gostosa amor!- Digo encaixando rapidamente.
- Vai de devagar Aaron...- Riley falou com uma voz falha.
...
- Merda, esquecemos da camisinha.- Falei deitado ao lado da Riley.
- Relaxa, eu tomo os remédios mais tarde.- Ela disse se aproximando do meu corpo.
Ela se aconchegou em meu pescoço e colocou sua perna por cima de mim.
- E você os tem aqui?- perguntei curioso.
- Sim, você achou mesmo que eu ia morrer na seca sem sentir os prazeres da carne?- soltou um riso enquanto falava.
- Sim, eu pensei que você iria se guardar para mim...- Disse com ciúmes tirando a mesma do meu colo. - Merda...- xinguei.
- Sério isso?- Ela me questionou sorrindo.- Dramático.- Riley tentou pegar em meu rosto.
Pode parecer dramático da minha parte para ela, mas eu esperava ser o primeiro a tocar nela, eu queria ser o primeiro beijo, primeiro eu te amo, o primeiro namorado, o primeiro de tudo. E saber que isso não vai ocorrer como eu pensei me deixa enciumado.
Ignorei a mesma que tentava querer tocar em meu rosto.
Ela desistiu de querer me beijar e se levantou da cama e só vi a mesma caminhar até o banheiro.
Bunda linda da porra...
Aconchego meu rosto no travesseiro macio e rápido caio no sono sem perceber.
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Já passava das 4:50 quando acordei ao sentir um braço se enrolar por voltar da minha barriga. Uma respiração suave e uma perna macia se enroscar nas minhas. Riley.
Eu olhei um pouco para baixo e notei que a mesma ainda estava dormindo, agarrada em mim com tanta força e apego que nem ousei respirar.
Já clareou. Iluminando o quarto, graças a janela de vidro. Blue, de alguma maneira, não se encontrava dentro do quanto. Olhei para a porta e vi a mesma entreaberta.
Riley se aconchegou ainda mais em mim, seu cabelo tinha cheiro de hortelã, não queria acorda-lá de seu sono tranquilo, então tiro sua perna devagar de cima de mim a colocando para o lado e olho para a mesma que ainda dormia feito pedra. Depois tiro seu braço e me levanto com cuidado e ando até o banheiro.
Então, logo depois de ter vestido minhas roupas ando em silêncio até a porta do quarto.
Eu não deveria sair da casa de Riley sem avisá-la, mas não quero atormentar seu sono. Ela com certeza ficará chateada comigo pensando que eu me arrependi de ter dormido com ela, mas eu tenho que voltar para casa antes que meu pai perceba que eu não estou lá. Meu pai é bem rígido comigo, desde de criança eu não posso desobedece-lo ou irei sofrer com as consequências.
Eu o odeio, odeio com todo o meu coração e alma, ele arrancou de mim o meu direito de ser amado e não vou arriscar mais uma vez perder a oportunidade de ter o coração de Riley só para mim por causa dele. Pois ela é minha, só minha e de mais ninguém.
E se alguém ousar me dizer o contrário ou pelo menos encostar os dedos nos fios de cabelos da minha pequena eu o mato, sem dó ou piedade.
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Atualizado até capítulo 56
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