Eu agora estava me sentindo livre, mas não sabia explicar porque. Ignorando o ataque de Star night, eu caminhei na direção dos vilões com um sorriso no rosto.
- Não que eu esteja do lado dos heróis, mas me parece que seria muito mais divertido matar vilões hoje! - Disse com um ar de confiança.
Um dos vilões não gostou do que eu havia dito, então respondeu: - Escuta cara, não faço ideia de quem seja você, mas já que está com tanta pressa assim de morrer, eu vou realizar o seu desejo!!!
O vilão criou uma bola de fogo em uma das mãos e lançou contra mim. Eu apenas estendi a minha mão esquerda e apaguei seu ataque como se não fosse nada.
- Vamos lá, garoto, sei que você pode mais! - Disse após dar uma risada.
O vilão, irritado, juntou as duas mãos e criou uma enorme bola de fogo.
- Quero ver você lidar com essa aqui, seu desgraçado!!! - Ele lançou a grande bola de fogo contra mim.
- Tá fácil demais!!! - Assim como da última vez, não foi nenhum pouco difícil apagar a bola de fogo lançada contra mim, mesmo que fosse maior.
O vilão cheio de temor e desacreditado no que havia acabado de presenciar, disse: - Não é possível, o que é você, algum tipo de monstro???
- Não, não sou um monstro, eu sou um demônio!!! - Eu liberei uma gargalhada descontrolada e eufórica.
O vilão, entendendo que não poderia vencer, tentou fugir, mas assim que se virou, eu já estava atrás dele em um piscar de olhos.
- Por favor, não... - Eu agarrei o seu pescoço com a minha mão esquerda interrompendo sua fala e comecei a estrangula-lo.
Sentir aquele vilão se tornar um homem comum se debatendo e lutando pela sua vida só deixou as coisas ainda mais divertidas para mim. Quanto mais ele se debatia, maior era o meu prazer, e quando seus olhos ficaram vermelhos por conta do sangue que ficou preso em sua cabeça, eu me senti em total êxtase.
- Porra, isso foi delicioso. Eu me sinto completo de novo, então prepare-se mundo, esse artista aqui voltou a pintar quadros!!! - Gritei largando o cadáver do vilão no chão.
Um outro vilão pensando que poderia contra mim por ter uma habilidade de pura força bruta, avançou sem pensar duas vezes.
- Sim, venham todos vocês de uma só vez!!! - Eu colidi contra o vilão medindo nossas forças corporais.
Infelizmente para ele, assim que o toquei, sua habilidade super humana o abandonou e eu o ergui no ar como se não fosse nada.
Eu quebrei a coluna do vilão ainda no alto e disse: - Vamos lá pessoal, não sejam tímidos!!!
Eu arremessei mais um cadáver no chão.
- Eu vou quebrar vocês como se fossem brinquedos de uma criança que enjoou de brincar! - Eu liberei uma gargalhada sinistra.
- Então Caos o estrangulador está de volta? - Disse Still saindo do meio de pilhas de cadáveres.
- Meu velho amigo Still, eu me sinto renovado, esse banho de sangue está fazendo muito bem para mim, como você pode ver!
Still sorriu e disse: - Como esperado de um verdadeiro bicho papão!
Eu olhei para as minhas mãos e disse: - Uau, já faz tempo que eu não escuto esse nome... Bicho papão, é isso que eu sou, um bicho papão!
Sim, isso não era uma piada ou sequer um apelido, eu realmente sou um bicho papão e como você já deve imaginar, eu fui criado pela mente se uma criança, uma criança super humana que tinha a habilidade de materializar qualquer coisa que ela quisesse. Infelizmente ainda não posso contar sobre o destino dessa criança e porque eu fui criado, mas em breve vocês saberem.
- E aí, Still, você vai querer me impedir?
- Não, meu amigo, muito pelo contrário, na verdade o seu despertar é a única coisa que pode salvar essa escola, ou não, isso vai depender de você! - Disse Still.
Depois de uma risada, eu respondi: - Não porque somos amigos e nem nada disso, mas existe uma pessoa nessa escola que eu quero proteger, ela já me pertence, portanto, eu vou matar cada um desses vermes que estão tentando destruir a integridade do lugar onde essa pessoa está estabelecida!!!
- Como você quiser, senhor Caos, o estrangulador, ou devo te chamar de... Bicho papão? - Disse Still com um sorriso.
- Me chame como quiser, o meu objetivo é a única coisa que me interessa agora! - Disse enquanto caminhava em direção a alguns vilões.
Os vilões vieram caminhando na minha direção, e pelo sangue em suas mãos e trajes, eu pude ver que eles já haviam assassinado vários heróis.
- Estou vendo que vocês também estão se divertindo bastante, senhores! - Disse caminhando em sua direção.
Assim que os vilões alcançaram a minha linha de ataque, eu avancei sem hesitar matando todos. Pescoços quebrados, baços perfurados, crânios esmagados com direito a massa cefálica e intestinos espalhados por todo o chão. Ninguém poderia parar a minha matança.
Os outros vilões ao ver que a sua situação havia mudado, começaram a recuar pois desconheciam o meu poder, por isso me temiam.
- O que houve, crianças, vocês já cansaram de brincar comigo? - Perguntei aos vilões que estavam fugindo.
Um dos vilões respondeu: - Você está louco, não dá pra enfrentar o que você não entende, você é mesmo um demônio!!!
Por mais que os vilões estivessem se retirando, eu persegui e matei vários deles até que finalmente alguns deles conseguissem fugir.
Ofegante eu olhei ao meu redor e deslumbrei de uma visão vermelha e cheia de corpos. Eu sorri e disse: - Isso sim é um belo quadro!
- Professor... É você mesmo? - Perguntou uma voz familiar.
Assim que eu me virei, eu dei de cara com Alex vestido com um lindo vestido branco completamente pintado com o sangue de seus inimigos, ele estava sorrindo e seus olhos brilhavam ao me ver.
- Sim, Alex, esse sou eu, esse sou eu de verdade... Depois de tantos anos, eu pude trazer de volta a minha arte!!! - Disse estendendo os meus braços.
- É magnífico, professor, sua arte é perfeita! - Disse Alex olhando para todos aqueles cadáveres.
- Alex... Obrigado... Se não fosse por você, eu jamais teria voltado! - Disse com um sorriso psicopata.
- Eu sempre estarei ao seu lado, meu amado professor! - Alex segurou a minha mão.
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Atualizado até capítulo 22
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