Mel
Acordo ainda atordoada, tento abrir meus olhos, mais o esquerdo não abre e doe muito.
Eu mexo-me de vagar, e ponho a mãe em meu olho, e vejo que estou com uma tala em meu braço,
Lágrimas começam a escorrer em meu rosto, e vem tudo de uma vez em minha mente, tudo que aconteceu.
Porque meu Deus,porque isso.tinha que acontecer comigo.
Sinto muita dor por meu corpo todo, estou chorando, quando alguém me toca a minha mão.
Bruno
Mel querida você acordou, está sentindo alguma.dor, precisa de algo.
Sua voz e um misto de sofrimento e alegria. Ao me ver acordada.
Eu o olho e desvio o olhar para o outro lado.
Mel me perdoa por favor, me perdoa por tudo que meu filho de fez, se soubesse que ele seria um risco para você, eu não teria deixando ele na empresa.
Eu sei que errei, mais meu erro foi acreditar que ele teria conserto.
Ele chora muito falando comigo.
Eu sei o qui ele fez não tem desculpa, e ele pagará por tudo, você pode ter certeza disso.
Ele vai aprender na carne o que ele te fez, sei que pra onde ele vai, os presos não perdoa esse tipo de coisa que ele te fez.
Sinto pena do senhor Bruno, gosto muito dele, e se não doce por ele, eu talvez não estaria aqui.
Mais eu não consegui falar nada, 😞.
Ele sai e chama um médico.
O médico veio e tentou me examinar, mais eu não consegui deixar ele me tocar, eu estava com medo, coisa que não tive com o senhor Bruno.
Dr Raul
Ela está tendo uma crise de ansiedade, vou pedir para uma médica vir ver ela.
Bruno
E isso e normal Raul.
Dr Raul
E sim Bruno, no caso da Melinda,que passou por um estresse traumático, essas crises vem, sempre que ela se sentir acuada, e com medo.
E no caso ela terá medo de homens, ela vai precisar de ajuda pisquiologica.
já volto.
O Dr saiu e logo voltou com uma enfermeira e uma doutora.
Dra.
Oi Melinda sou a dra Carmem, como você se sente querida.
Dr Carmem e uma senhora de uns 40 anos.
Bruno
Ela não está falando Dra, porque.
Dra Carmem
Infelizmente isso e como se ela estivesse se protegendo de tudo, em tocar no assunto, traria tudo novamente,e isso a deixaria mal.
Então ela fica no mundinho dela, onde está protegida de todo mal.
Dr Carmem me examina, e me dá um calmante, e analgésico, para dor.
Logo estava dormindo novamente.
Dra Carmem
Senhor Bruno a menina precisará de ajuda urgente com psicólogos, essas coisas podem destruir uma pessoa, se ela não for forte e não ter força de vontade de sair disso, ela não vai superar e ficará cada vez pior.
Aconselho já pedir para um psicólogo vir ver ela,
Bruno
faça isso dra, por favor.
Ela sai e Bruno fica ali com a Mel.
Ele está de cabeça baixa, pensando como pode viver 28 anos com uma pessoa e não conhecer.
Ele não conhecia a própria esposa e seu filho.
Como pude me enganar desse jeito, quando eles se tornaram dois monstros e eu não percebi.💭
Bruno estava preso em meus pensamentos, quando Fátima, Susana e João voltaram e com eles dois policiais.
Susana
Bruno ela ainda não acordou.
Bruno
já sim Susana, mais ela teve uma crise de ansiedade, e dra Carmem achou melhor dar um calmante para ela.
Ela não está bem Susana, me desculpa, isso tudo e minha culpa,
Ele chora.
Susana vai até ele e o abraça.
não e sua culpa Bruno, não foi você que fez isso com ela, pelo contrário se não doce por você, minha menina talvez não estaria com nós.
Bruno nós esplicou o que a .deixa falou, e me disse que a psicóloga viria aí da hoje ver a mel.
Espero que minha mãe una, reais a tudo isso, ela forte, e sei que superará tudo, tenho fé em Deus.
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já de tardezinha Bruno foi para a casa dele,ele precisava resolver umas coisas, mais disse que voltaria, porque só sairia dali, quando mel tivesse alta.
Eu o agradeci por tudo que está fazendo por nós, e ele se foi.
Nem ele e nem Fátima saíram de perto de nós, agradeço a Deus por ter pessoas boas no mundo aínda
Me sentei na cadeira perto da cama da Mel e fiquei fazendo carinho em sua cabeça, eu pedi minhas férias, para poder cuidar da minha menina.
Ela mais do que nunca precisará de mim.
João também não foi trabalhar hoje, ele e um homem incrível, e está me dando muita força, com tudo que está acontecendo.
Estamos aqui no quarto, e os policiais foram tomar um café, quando a porta e aberta com tudo.
E boca e te aquela louca da Carina entra.
João
O que você quer aqui senhora, você não pode vir incômodar a vítima de seu filho, isso pode dar cadeia para a senhora também.
Carina sorri sarcástica
Eu vim buscar meu marido ele tem que está ao lado da família e não dessa vagabunda órfã.
cadê ele
Fátima
Ele não está aqui, ele já foi para a casa de vocês.
Carina
que bom, e vocês me escutem bem, se acontecer algo com meu filho, se ele for condenado, eu juro que vocês estariam acabados,
essa morta de fome, não vai acabar com a vida de um rapaz bom, com essa mentira dela
Susana perde a calma e vai até ela,
olha aqui sua mantida, seu filho bom, ele e um monstro isso sim, que nem você.
Se ele for condenado a única culpada será você, que o educou errado, a mel pode ser órfã, mais e uma moça de respeito, e muito boa.
Agora seu filho ele está onde deveria estar.
Carina
Eu só vim avisar, não se metam comigo, se não se arrependeram, para o resto da vida de vocês
Quando ela acaba de falar isso os policiais entram.
Policial1
A senhora não pode está aqui, o que a senhora esta fazendo é crime, e pode piorar a situação do seu filho e a sua também.
Carina sorri
não fiz nada policial, ninguém tem prova de nada.
Policial2
Temos sim senhora, nós escutamos deis do começo que a senhora entrou aqui,está tentado coagir a vítima, testemunha e a família dela.
Carina sai cuspindo marimbondos
Su
Obrigada polícias.
Melhor ir embora e não voltar mais, se não vamos ser obrigados a te prender
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Atualizado até capítulo 70
Comments
Creuza M Gomes
a história e linda. mas tá difícil de entender algumas escritas, revisão, mas não tirei o livro
2024-11-01
2
Erlete Rodrigues
vagabunda por isso o filho virou um estrupador
2024-09-30
1
Hildenir Bolina
Que mulher ordinária,capeta dos inferno
2024-09-18
0