Olá chamo-me Beatriz Fournier, esposa do grande empresário Brayan Fournier, tenho 37 anos e moro em paris, França, casei-me muito nova fui obrigado pelo meu pai casar com um Brayan um homem muito bonito, porém muito frio e rígido, sei que ele não queria casar e até entendo, pois, também não estava nós os meus planos, queria um futuro diferente mais devido termos bebido muito na festa da escola e tivemos relação e acabei a engravidar do Noah o meu melhor presente ele era a coisa mais importante da minha vida, e nisto fomos obrigados a casar, pois, o pai do Brayan não poderia aceitar os jornais falando que o filho abandonou a filha do seu amigo grávida, no início quando nós casarmos até me apaixonei pelo Brayan, mais ai ele começou a trabalhar na empresa com o pai acredito que isso foi o transformando o nessa pessoa fria e sem coração, pois na faculdade ele era doce alegre e gentil, mais ai conheci esse lado do Brayan rígido e sem muitas palavras, e quando o Noah sofreu o acidente e morreu ele ficou ainda pior, não sei mais o que fazer não consigo perdoar o Brayan, sinto as vezes como se ele tivesse matado o nosso filho, se ele tivesse permitido o Noah ficar com a Isabela isso não teria acontecido, eu só observei a Isabela uma vez o Noah apresentou-me, mais foi rápido, pois tivemos medo do Brayan descobrir.
Olá chamo-me Isabela Fonseca tenho 23 anos e moro em Paris França, sou órfã os meus pais morrem quando eu tinha 10 anos fui para casa de uma tia irmã do meu pai mais quando fiz 17 anos o marido da minha tia começou a olhar-me diferente falar coisas estranhas e aliciar-me a dizer parecer mais desenvolvida que as outras meninas que eu não tinha jeitinho de menina mais sim um corpo e porte de mulher, e um dia ele acariciou as minhas pernas e tentou pegar na minha intimidade então eu dei um chute na intimidade dele e fugi de casa a minha tia não era má mais tive medo de ela não acreditar em mim então fui para casa de uma amiga a Cristina, nós trabalhávamos numa cafeteria e a minha faculdade acabara de começar então decidi ficar lá ela, morava sozinha e disse que se eu dividisse as despesas eu poderia ficar lutei muito para sobreviver não foi fácil até conhecer o Noah na cafeteria a minha vida mudou, nós apaixonamos ele era muito lindo doce, gentil educado e muito romântico, não demorou muito para mim me entregar a ele, pois sentia uma confiança enorme nele, sentia ser a pessoa certa para mim, mais o pai do Noah decidiu que eu não era mulher para ele por ser pobre e órfã eu não tinha classe e nem família requintada para poder fazer parte da vida do Noah, mais o Noah não aceitou que ficássemos separados então sugeriu que fugíssemos e eu aceitei mais na noite da nossa fuga chovia muito e Noah sofreu um acidente e morreu, senti que um pedaço da minha vida também morreu, pois, eu realmente amava o Noah, não tinha mais vontade de viver e quando pensei em desistir fui presenteada, então decidi segui a minha vida sozinha e sem me apaixonar nunca por ninguém.
Olá chamo-me Cristina Dias e moro em Paris na França, sou amiga da Isabela, nós conhecemos na faculdade e nós tornamos grandes amigas, estive com ela todo o tempo mesmo antes de sair da casa da tia, presenciei todo o sofrimento dela, na perca do Noah, espero que um dia a Isabela seja muito feliz.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 100
Comments
Giorgia
O engraçado é que o culpam, não por ele ter agido, pensando em proteger o filho, como fazem os pais todos os filhos, mas por ele tê-la julgado pobre e inferior socialmente, que são fatos verdadeiros, e quê no seu status, o deixou preocupado com um futuro sofrimento do filho, se hovesse mentiras e interesses dela, assim como haveria o julgamento no seu mundo atual... PAIS, protegem, e sempre acabam sendo julgados como vilões...
A mãe já não amava o pai, e a chave virou, acabou o quê a sustentava a seu lado... Ele, talvez, realmente a amasse, segundo suas regras de prioridades, e com a morte do filho e as acusações dela, sobrou pouco da ligação deles. AMBOS vivem hoje em Mundos separados e distantes, fingindo estarem no mesmo, onde Ela o acusa não só pela morte do filho, mas na verdade, por todo o seu vazio, e Ele, sofre, pelo filho e por perceber que seu Mundo é vazio e, sem amor... E VOCÊS, o condenam e julgam como culpado porquê ele constatou fatos e não concordou com a relação do filho; filho covarde que preferiu fugir a enfrentar o pai como homem e apresentar a mulher que dizia amar, assumindo-a, vivendo por seus próprios meios; ou julgam-no porquê acreditam que foi ele quê provocou, diretamente, o acidente e morte do filho?... PORQUÊ: Acidentes acontecem, assassinatos são praticados!!!!
2025-01-30
12
mara souza
E faculdade aos 17 anos e para iniciar e não terminar.
2025-02-25
0
Val Souza
ele tem culpa sim não e porque a moça e órfã que não e jente coisas materiais conquistamos juntos se ele amava ela e ela ele. e o que importava
2025-01-29
0