Paloma dormiu muito mal aquela noite e no amanhecer estava agitada. Como estaria a sua mãe? E como seria o seu relacionamento com Enzo Gabriel a partir de agora? E os irmãos?
Lucas era o mais velho tinha catorze anos e Diogo o mais novo doze anos. Estavam na pré-adolescência, e isso a preocupava muito. Eram meninos e temia que se perdessem no convívio com amigos bad Boys. Até agora, estavam se comportando muito bem.
— Lucas, hoje você vai cuidar do Diogo, quero os dois na escola sem atrasos. O café a manhã está pronto, mas no almoço não estarei aqui, então podem almoço na dona Vilma da pensão!
— Irmã, não se preocupe tanto, somos pessoas normais, tenho catorze anos e sei cuidar de nós dois, se for preciso até de você! - Disse o Lucas. - Vá para o hospital saber da nossa mãe!
— Está bem o meu grande homem! — Realmente ela não estava observando o crescimento dos meninos e continuava a tratar— los como crianças. De fato o Lucas estava da sua altura e logo estaria tão alto quanto foi o seu pai. Um belo jovem.
No hospital foi informada de que a mãe estaria a ser levada para viraria em poucos minutos e pediu para vê—lá antes.
— Pode subir, quarto 303. Ela entrou no elevador e quando saiu no andar ficou um pouco sem rumo, havia uma espécie de sala de estar e duas pessoas aguardavam ali. Ela caminhou para o corredor e encontrou o quarto onde a sua mãe estava.
— Bom dia! mãezinha! Estarei aqui quando voltar da cirurgia! — disse a beijar a testa da mãe que estava um pouco grogue. Os meninos estão bem! - Nesse momento a maca chegou para leva—la ao centro cirúrgico.
Então, ela percebeu o médico que recebeu a mãe no centro cirúrgico, parecia o Enzo apesar de paramentado.
— Quem é o cirurgião que vai operar a minha mãe? - indagou do enfermeiro que veio fechar a porta.
— A equipe do Dr. Paulo, e o cirurgião deve ser o Dr. Enzo!
— Obrigado! — Disse surpresa.
- Permaneceu na sala de espera orando pela mãe e pela equipe médica. Não percebeu o tempo passar, e de repente olhou para a janela e viu que já era de tarde.
— Enfermeira, pode informar se a cirurgia da minha mãe, já terminou? — indagou na porta do centro cirúrgico.
— Fique tranquila! A cirurgia foi sem interferências e a senhora sua mãe foi encaminhada para o CTI, onde deve permanecer as primeiras vinte e quatro horas! — informou a enfermeira com um rosto tranquilo.
- Eu vou poder observar a minha mãe? Prometo não falar nada, só quero ver! — implorou.
A enfermeira a acompanhou até a porta do CTI e outra enfermeira permitiu a sua entrada com máscara.
Nesse momento ela observou o Enzo passando algumas orientações para a enfermeira responsável e ao voltar—se para sair os seus olhos encontraram-se e ele veio até ela.
— A cirurgia foi um sucesso e o CTI serve para suporte nas primeiras horas. A senhora está bem! Pode apenas olhar, não toque nela!
Quando saiu do CTI, Enzo havia desaparecido. Ela entrou no elevador e já estava a caminhar pela rua quando ele a alcançou com o carro.
- Entra aqui! vamos almoçar! - Disse abrindo a porta do carro para ela.
— Vou para casa almoçar com os meus irmãos! — Ela respondeu sentando ao lado dele.
— Já observou a hora? Duvido que os meninos estejam sem almoço! — Então ela viu eram quatro horas da tarde.
— E você vai almoçar a essa hora? Está muito tarde! — Ela disse com um olhar de preocupação.
— Sou médico, cirurgião, e não temos hora para almoçar ou jantar se estiver no plantão.
— Interessante, quando te vejo no meu trabalho parece um homem da noite, alguém que trabalha de dia e a noite sai para se divertir! — Disse a sorrir. — nunca te imaginei como medico, ainda mais neuro—cirurgiao!
- Em parte acertou, tenho muitas responsabilidades, vidas que dependem da habilidade das minhas mãos e do meu conhecimento. A noite procuro esquecer de tudo e sair para espairecer.
- nossa! Os seus pais devem ter muito orgulho de você! — DiDisse a acariciaro braço dele.
— Vou entrar aqui e te fazer feliz! — Disse em frente ao motel.
— Não quero entrar nesse lugar com você! Se entrar, vai ficar sozinho! — ameaçou bem séria.
Enzo percebeu que não era o momento de forçar a barra. Ela estava sob tensão devido à cirurgia da mãe e a preocupação com os irmãos.
— Brincadeira princesa! Vamos almoçar no shopping! E te deixo em casa. Estou cansado e tenho plantão hoje a noite!
— Enzo, você ficou zangado comigo?
— Claro que não, entendo perfeitamente o seu momento, e ainda teremos bons momentos juntos minha flor! — Respondeu estacionando no shopping. Acariciou os seios dela e beijou sua boca! - Vamos comer ! Estou com muita fome !
Quando terminaram a refeição, ele a convidou para relaxar no cinema. - prometo que ficaremos um pouco, o filme dura duas horas. Se não gostar saímos antes. - Prometeu.
Na sala de cinema, por se tratar de uma segunda-feira praticamente estava vazia, poucas pessoas estavam presentes.
- Enzo, tenho medo de lugar escuro, e aqui está muito vazio! - Disse sentada ao lado dele e no momento seguinte estavam aos beijos, a boca no pescoço e ela tentando não gemer alto quando a boca chegou nos seus seios e a mão embaixo da sua saia alcançou e afastou a calcinha fazendo movimentos bem no meio massageando ovseu clitóris. Ela tentou resistir, mas sentiu a força do desejo dele e do seu próprio.
- Nossa, que isso! Para por favor, estou.. sentindo algo Estranho!
- Então relaxa e deixa acontecer! - Ele respondeu e tentou invadir a gruta, mas ela reclamou. - Está me machucando.
- Abre a perna que eu entro sem te machucar!
- Não quero fazer isso! Estou... e se derramou inteira na mão dele.
- Isso que você sentiu foi um orgasmo! Foi bom não foi?
- Então, é assim? Pensei que só acontecesse no ato sexual completo.
- Agora já sabe que pode ter um orgasmo se tocando ou sendo tocada! - Disse limpando a mão no papel toalha que estava no bolso. voltou a beija-la. - Estou louco para ter você todinha minha! - Disse entre um beijo e outro levando a mão dela até o volume na sua calça.
- Eu confio em você, mas, ainda não estou pronta para uma relação sexual.
— Você teve um orgasmo na minha mão, e deixou-me nessa situação difícil para sair daqui! — Disse a mostrar a calça branca com o volume formando uma tenda, um pouco molhada.
- Desculpe, não foi culpa minha!
- Em outra ocasião teria de fazer algo para eu também ter prazer, mas dessa vez vou deixar como está.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 55
Comments
Angela Valentim Amv
Ah eu pensei que ele fosse colocar os dedos na boca pra chupar limpo em toalha 🤦🏼♀️
2025-01-28
0
Dora Cerqueira
hum estou começando a gostar dessa história..
2024-12-02
0
Nucineide Neves
Relata quem é ele
2025-03-19
0