Hazel
Hoje estou no escritório e a Heloá está comigo me ajudando em algumas coisas até eu pegar o jeito, nosso dia estava indo bem até que ele resolveu fazer uma visita.
— Cunhada, esposa como está indo o dia de vocês?
— Estava indo bem até agora! — Heloá responde.
— Você não disse que viria para cá hoje.
— Eu nunca vou dizer, meu amado sogro me deu 15% dessa empresa antes do casamento e me vendeu os 5 % dele depois do casamento... E olha que legal, nesse exato momento eu mando mais do que vocês duas com 20% da empresa.
— Não! Por que meu pai faria isso com a gente? Impossível. A empresa é uma herança nossa. — Heloá fica brava.
— Dean, você está dizendo a verdade?
— E por que eu mentiria? Olha, como sou um cara legal vamos fazer assim, você minha querida esposa, Heloá, a partir de hoje será a gerente geral da parte administrativa e você querida cunhada, Hazel, será a vice presidente da empresa.
— E quem será o presidente?
— Esse que vós fala!
— Posso falar com a minha irmã por um minuto? — pergunto.
— Claro, cunhada, mas quero você aqui sozinha em dez minutos.
Olho para ele e depois saio de lá com a Heloá, tem uma pequena sala que era usada pelo meu pai quando ele vinha ajudar a Heloá. Entramos e trancamos a porta...
— O que vamos fazer? Isso tudo é loucura e fora que ele é muito impulsivo.
— Não acho ruim a proposta dele, porque você não vai mais trabalhar na cafeteria e poderemos trabalhar juntas aqui como nós sempre sonhamos.
— Você acha que vai dar certo? Aquele homem é um tarado e ele me quer naquela mesa, submissa e obediente.
— Eu ainda não sei como, mas vamos dar um jeito, só aguenta mais um pouco, por favor, minha irmã.
Olho para ela e vejo que também está sofrendo com tudo.
— Você vai ficar com essa sala? Acho melhor reformar, papai tem um péssimo gosto.
Rimos até que sou interrompida por uma mensagem dele dizendo que já se passaram dez minutos.
— Preciso ir... — dou um beijo nela e vou para a minha tortura.
— Demorou, cunhada, achei que teria que ir buscá-la.
— Não vai ser preciso, então diz logo o que você quer?
— Como eu disse da última vez quando estive aqui quero você nua nessa mesa sussurrando meu nome... — ele tira sua gravata e amarra os meus pulsos — Minha cunhada, eu já falei para você o quanto é... Gostosa?
Ele amarra meus pulsos com sua gravata e me empurra para que eu sente na mesa, levanta meu vestido e tira minha peça íntima me deitando com cuidado na mesa realiza sua fantasia idiota.
O que mais me irrita é o fato dele falar o tempo todo que sua cunhada é uma delícia. Quando termina dou graças a Deus, ele pega de volta a gravata e recebe uma ligação e pelo visto é algum problema sério.
— Quando terminar aqui vai direto para casa, vou chegar um pouco tarde tenho algo para resolver.
— Ok, senhor!
Depois que Dean sai vou até o banheiro da minha sala e tomo um banho e por mais que eu me lave ainda me sinto suja... Quando saio do banho não suporto mais ficar ali, me despeço de Heloá e marco com Min-Ji em um bar e ficamos lá bebendo e conversando.
— Eu não te entendo, amiga, o cara é gostoso e bom no que faz então por que está reclamando?
— Ele é um sádico idiota, imbecil e babaca... Ji, ele me pune por coisas pequenas.
— Como assim te pune?
— Digamos que ele quer que eu seja submissa, ele manda e eu tenho que obedecer e quando não faço isso ele me pune, fora que ele sente prazer em me chamar de cunhada quando está transando comigo o tempo todo e isso me deixa bem irritada.
— Amiga ele é um Dom. Mas bem que pelo jeito super controlador ele também está parecendo um Mestre.
— Como assim Dom ou Mestre?
Ji me explica um pouco sobre o curioso mundo do BDSM e como tudo funciona e sim acho que ele é um dos dois, mas eu não sou uma escrava ou uma sub.
Então ele vai ter que arrumar uma se quiser realizar esses outros desejos mais sombrios... Fico ali com o Ji bebendo e perco a noção da hora e quando vejo que já é tarde corro para casa torcendo para ele não ter chegado ainda.
A casa está escura então tiro meus sapatos e vou caminhando até o quarto, olho para a cama e está vazia o quarto está parcialmente escuro, mas antes de acender a luz escuto a voz dele...
— Eu digo que vou chegar mais tarde e você chega essa hora em casa? Imagino que não poderei viajar se for o caso.
— Dean, eu... Não foi minha intenção chegar tarde. — ele se aproxima de mim e sinto o cheiro forte de whisky e isso não é um bom sinal.
— Onde você estava? Ou melhor, com quem estava?
— Eu estava com o Min-Ji, a gente não conversa direito desde o casamento e hoje saímos para conversar.
— Você está muito desobediente, cunhada, preciso lembra-lá que quando não faz o que eu mando não consigo ser gentil com você.
Ele me empurra e eu caio deitada na cama, foi quando percebi dois pares de algemas na cama preso na cabeceira, ele me prende rápido demais.
— Me solta, Dean, isso não tem graça.
— Amor, vou te soltar assim que você entender que é minha... E hoje precisa ser punida.
Como nas palavras dele ele me puni por não voltar para casa depois do trabalho e por beber com outro homem que não seja ele, não foi mesmo gentil.
Quando ele terminou me levou para o banheiro e me ajudou com o banho e depois me colocou na cama e eu estava exausta então peguei logo no sono.
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Atualizado até capítulo 85
Comments
Rosimary Da Silva
Reage Hazel! Que se dane se ele contar pro seu pai.Toma as rédeas da situação, da tua vida mulher /Right Bah!/
2024-10-16
0
ANA LUCIA VANDAM DE SOUZA
Há fala sério...cara idiota ficar chamando a menina de cunhada, aceitou casar porque quis, sabia que não era a Heloa...Então deixa de ser otario...babaca 😬
2024-10-16
4
Rosa Hosana Santos
acho que ele está punindo ela vai ele vai acabar de quatro por ela só não espera
2024-08-09
1