Capítulo 19

Escutar sua voz naquele momento me fez sentir um turbilhão de emoções, ouvir me chamar de amor foi pior ainda, ele não confia em mim, fui sincera com ele em tudo e tudo que ele fez foi me enganar mentir para mim, era tudo que rodava em minha cabeça fecho meus olhos e me permito a chorar, queria levantar daquela cama e dar uma de esterica, gritar, berrar, esmurrar ele enfim, mas não me ative ao silêncio, um tempo depois houve novamente outra batida

— Cacau abre para mim, deixa-me ver-te (levanto-me sem ânimo abro a porta ela entra me abraçando) como se sente meu amor, (diz me olhando)

— Vou ficar bem não se preocupe, pelo menos podemos dar nomes aos homens daquela noite (dou um sorriso seco, ao olhar o pingente na minha mão que agora tem um novo significado)

— E ainda recuperamos os nossos pingentes (diz a segurar o seu no pescoço)

— Já esta tarde (falo olhando para o relógio) vamos comer algo e dormir porque não há mais clima para filme né, e temos que acordar cedo

— Aliás as pizzas estão geladas e o refrigerante está quente, viu foi uma péssima ideia desejar os meninos aqui (ela faz graça, mas logo muda de assunto) então como vai ser agora Cacau, você tem certeza que não vai conversar com ele, vê o lado dele deixa ele te explicar o motivo dele, meu amor

— Nala não quero falar sobre isso agora (vou para cozinha pego as pizzas, esquento e quando terminamos vamos nos deitar, Nala se deita comigo e adormecemos, foi difícil dormi, mas consegui

Amanhece e preparo o meu psicológico vou vê-lo novamente, mas não vou misturar as coisas ele é meu chefe e é assim que tenho que tem que ser, vou a repetir isso para mim o caminho todo talvez assim eu me convença que conseguirei

Chego no escritório e ele ainda não chegou, vou até à sala de descanso preparar o nosso café, bom agora vai ser só o dele, não tomarei café com ele, é uma pena adoro ficar junto a ele, suspiro ao lembrar das vezes que eu ou ele buscávamos o café, agora não poderei fazer isso, termino meu café e pego uma xícara executiva, nesse tempo que estive a trabalharo nunca nem encostei nelas, pois até então o CEO nunca compareceu à empresa que ódio só de pensar que o mentiroso sempre esteve aqui e pior fez-me apaixonar por ele, não uma, mas duas vezes, mas vou arrancar ele de mim, olho no relógio na parede e vejo que já deu o horário dele chegar pego a xícara e encaminho-me ao escritório, ao observá-lo sinto o meu coração apertado, mas estou decidida vou manter-me profissional, próximo dele e o saúdo-lhe entregando o café, que tenta uma aproximação mas já trato de deixar as coisas claras entre nós, um tempo depois pouco antes do horário do almoço o pai dele chega, Senhor Hans é um coroa conservado, Yan e Rafael se parecem muito com ele já se vê que puxaram o tom Ruivo dele, ele passa por mim sem nem me perceber a repreender Yan por não ir conhecer alguém, espera uma mulher, olho para eles, mas desvio o olhar ao computador, depois de uns 10 minutos, senhor Hans percebe minha presença e tenta com que fique do lado dele mas sou breve e me retiro, dando mas privacidade a eles e menos tortura para mim

Pego o meu celular e pesquiso o nome dela, ciúmes talvez, curiosidade óbvio aparece de primeiro com direito a foto e tudo que ódio que me dá, leio o perfil dela "Amanda Dias modelo, morena 1,77 de altura, 65 kg, 25 (anos) atualmente solteira, filha do empresário Nelson Dias e da modelo Ruanda Fernandes" paro de ler o enunciado chateada, então esse é o tipo de mulher que o Senhor Hans quer para seu filho dele o total oposto de mim, paro de pensar nisso afinal tenho que agradecer o senhor Hans ao encontrar alguém para Yan, afinal isso não daria certo de qualquer forma somos muito diferentes

Volto a focar no meu trabalho e faço a reserva no restaurante que Yan tinha-me solicitado, mas cedo, tudo certo confirmo a hora e já são meio-dia e meia, vou até à sala avisá-los e me retiro vou-me preparar no toilette já que irei participar da reunião, algum tempo depois nos despedimos do Senhor Hans que não para de rir, e entramos no carrovou à frentee com o motorista, mas pego-me a cada momento o olhando pelo retrovisor queria estar lá com ele, mas é melhor assim

No restaurante a reunião foi muito bem sucedida, Yan é muito bom no seu trabalho e para falar a verdade ele é muito sexy no modo empresário sério, no meio da reunião chegou um rapaz que se apresentou como sócio do senhor que estava conosco e se sentou ao meu lado, me olhava descaradamente e fazia insinuações em dados momento ele esbarrava a mão na minha perna e alegava que foi sem querer falando só para mim ouvir, hora ou outra Yan olhava para ele incomodado mas não percebeu o que ele fazia abaixo da mesa arredei sutilmente de perto dele afinal não queria causar nenhum alarde por um tempo ficou tudo tranquilo até que ele começou novamente já sem paciência, sem querer se que me entendem deixei meu chá cair sobre ele que desperdício de um bom chá

— Sinto muito senhor foi sem querer (usei as mesmas palavras que ele usará anteriormente comigo usando minha melhor cara de inocência, abusado, vai acediar mas ninguem)

 — Tudo bem Senhorita a culpa foi minha, licença Senhores tenho que ir limpar-me, (diz-me fuzilando e saindo da mesa, se me sinto culpada nem um pouco, para sorte dele não estava tão quente e nem quero estragar a reunião do Yan, se não faria pior, cretino)

Depois desta pequena interrupção tudo procegue tranquilamente e o senhor não retornou, mas a mesa deve ter ido embora foi tarde

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