Capítulo 8

Rafael chama os seguranças, que acompanham Gustavo junto a ele até o RH, e logo em seguida a esquadra de polícia assim tomando as medidas cabíveis contra esse infeliz, antes deles entrar no elevador digo

— Rafael cuida de despensa as outras candidatas, sabe o que fazer, (Ele acena com a cabeça e o elevador se fecha)

Caminho até a sala que entrara anteriormente, abro a porta lá estava o meu motivo de insônia linda e comportada um batom vermelho que chamou a atenção pra a sua boca, numa camisa social branca fina, o pingente Y idêntico ao que está na minha casa, pera aquela é minha camisa, uma saia giz um palmo acima do joelho, já percebi que ela gosta de mostrá-los sorrido de lado com esse pensamento está com um salto que a deixa levemente, mas alta, mas não tanto, continuo a olhá-la enquanto vou a chegar próxima dela que não desvia o olhar de mim nenhum momento sequer, estava em pé, próxima à mesa com o barulho da porta me olhou vem tudo que já fizemos juntos naquela noite e dói-me saber que ela não se lembra e não pode beijar lá nesse momento paro a centímetros dela, que olha para cima e fala com aquela voz doce e gostosa

— Pensei que seria o senhor Gustavo que iria fazer o meu teste

— Senhorita Bones, sabe que teste era esse? (pergunto a temer a resposta)

— Sim, (responde simples e objetiva)

— E mesmo assim, iria se submeter a esse papel

— E porque não, não há nenhum empecilho, então porque eu não poderia, o que tem demais (me questiona olhando dentro dos olhos, não consigo acreditar que ela seria capaz de ficar com aquele infeliz só por um emprego, me recuso a acreditar)

— O que tem demais? não acredito que escutei isso (digo exaltado, tentado me conter pra não gritar com ela que continua a me olhar sem se mover do lugar nos mantendo bem proximos)

— Todas fizeram, não entendo o problema, o Senhor por um acaso está-me descriminado

Ignoro essa besteira que ela disse de discriminação, e volto imediatamente ao que me interessa saber

— Então qualquer um serve para você

— Sim, tanto faz se é o senhor Gustavo ou o senhor, portanto que no final eu consiga o emprego põe mim tudo bem

— Você...(quando ia explodir com ela, por fazer essa declaração descarada sou interrompido com a sua fala)

— Olha se eu fui desclassificada diga-me logo, não fique nesta enrolação toda, não entendo o porquê desse enredo todo em volta de um teste era simples dava-me eu respondia você corrigia-me da, o veredito e eu vou embora, mas se não tem nada para mim eu vou a ir não sei o senhor, mas eu tenho, mas o que fazer (ela sai da minha frente decepcionada para porta seguro o seu braço a virando devolta pra mim que no impulso bate de frente comigo olhando pra mim)

— Espera o teste que você se referia era um questionário (digo sem soltá-la, bem aliviado por entender errado a situação)

— Claro o que, mas seria, (ela olha no relógio e volta a falar) está cedo para beber não acha senhor?

— Yan, me chamo Yan

— Então Senhor Yan, ainda não me disse ao que se refere (pergunta se afastando de mim, me fazendo soltá-la)

Solto uma gargalhada que faz ela olha para mim sem entender nada e lhe dou a resposta entre risos

— Nada não, Senhorita Bones, não tenho ideia de onde o Gustavo colocou o seu teste, mas não se preocupe que não foi desclassificada muito pelo contrário vamos para minha sala que vou dar continuidade a sua entrevista

De repente sinto os seus braços ao meu redor me apertando eufórica, dizendo alegre

— Muito obrigada! senhor você não faz ideia do quanto eu estava a precisar desta oportunidade, obrigada mesmo de verdade (aproveito essa chance para abraçá-la também e sinto ela se arrepiar com a minha aproximação, ela afasta-se um pouco envergonhada)

— Vamos (Chamo a passar por ela abrindo a porta para passar, ela olha-me mais uma vez e sorrir de lado e passa por um respondendo baixo

— Ok

Saímos e fomos ao elevador, quando o mesmo chegou, entramos e selecionei o último andar a medida que o elevador ia a subir entrava cada vez maispessoas nos fazendo andar para trás e nessa situação ela acaba ficando presa na minha frente tão colada que não passava nem vento entre nós ela olha-me envergonhada e se desculpa, mal sabe ela que esto a adorar esse contato dela próximo ao décimo andar o mesmo começou a esvazia como estava com o braço ao redor dela impedindo que ela caísse e a mantendo presa a mim ela olha-me e diz com a voz baixa

— Yan, poderia me soltar já tem espaço (olho para ela e ainda havia duas pessoas no elevador que nos olharam quando ouviram ela falar a solto que me agradece e fica ao meu lado olhando para o outro lado menos pra mim, muito fofa minha pequena constrangida se ela soubesse o que se passou em minha mente anteriormente ela teria saído do elevador kkk

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Comments

E✨

E✨

falaaaa logo pra ela

2024-03-28

1

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