Capítulo 18

— Yan Lohan, não quero ter que rep... (nem a deixo terminar a beijo, no primeiro momento ela não corresponde porem não se afasta, aprofundo o beijo que logo estamos na mesma sintonia somos um naquele momento, afasto-me dela só o suficiente para ver seus olhos que ainda se encontram fechados e digo)

— Me perdoa, minha pequena, não aguento, mas ficar desta forma com você, estou-lhe pedindo desculpas, eu ia contar-te só estava a aguardar o momento, não queria que as coisas ficassem estranhas entre nós (ela abre os olhos e uma lágrima escapa, ela limpa rapidamente)

— Yan, está a ficar tarde, vamos terminar aqui depois conversamos pode voltar ao seu lugar por favor, (diz virando de costas para mim e pegando o documento novamente, embora satisfeito com o desenrolar dos acontecimentos volto ao meu lugar de origem e continuamos o projeto, quando terminamos já faltava dez para as oito da noite)

— Vamos te levo em casa,(ela me observa por um tempo, pensando acredito eu não possibilidade e declara)

— Não será necessário Yan, pego um taxi (diz saindo do escritório, a sigo parando em frente ao elevador e insisto

— Pequena vamos não tem necessidade disto de estou aqui disponível para você, não me custa nada é caminho

— Caminho de que Yan, você mora no lado oposto da minha casa (sorri pela primeira vez em muito tempo, começo a rir e continuo)

— Quer dizer que a Senhorita sabe onde moro é (ela olha-me um pouco envergonhada, mas não me responde)

O elevador chega, permanecemos em silêncio até que ela quebra o silêncio

— O Rafa disse onde morava, não perguntei ele estava lá em casa e sugeriu que deveria ir até você para conversarmos

— E você ia até mim (Pergunto curioso me virando de frente a ela, estávamos apenas nos dois naquele elevado e acredito eu que no prédio todo além dos seguranças noturno)

— Pensei no assunto, sabe Yan doeu-me saber que não me acha digna de saber, mas de você pensava estarmos na mesma página e do nada descubro que você é um mentiroso, mentiu a olhar nos meus olhos (diz se encostando no espelho do elevador)

— Não se trata de ser digna ou não, eu confio em você Yaskara, nunca foi pessoal pequena, e sim as circunstâncias, eu já tinha esse plano de ficar como assistente temporariamente na empresa, assim seria simples descobrir tudo que fosse necessário na empresa, o que nao contava era lhe reencontrar aqui, embora tivesse te procurando feito louco, chegamos juntos não tive como falar com você a verdade naquele momento, depois foi ficando cada vez mais difícil falar com você, além do mais, queria que você gostasse de mim pelo que sou (me aproximo dela a deixando entre mim e o espelho, apoio a mão nele ao lado de sua cabeça ela me olha sem me afastar ou sair do lugar)

— Está a insinuar que ficaria com você só devido ao seu dinheiro (ela cruza os braços esperando a minha resposta)

— Óbvio que não amor, o meu medo era justamente você não me dar a oportunidade de demonstrar quem sou, pelo fato de ser o dono entende, você tratou-me como igual, como o seu colega não como o seu supervisor, tratou-me com sinceridade não com bajulação eu já te havia reconhecido, mas não te conhecia nesse tempo que ficamos juntos pude conhecer a mulher que comandava os meus pensamentos (termino de falar com Yas me observando nenhum de nós dois disse uma palavra se quer, ficamos imóveis, até que o barulho do elevador se abrindo nos tirasse daquele transe)

Já no estacionamento, ela vai em direção a saída a puxo pela cintura a direcionando ao carro, ela não contesta a entrar no mesmo, estávamos dispersos nos nossos pensamentos que não me ative em avisar o motorista que deveríamos ir à casa dela só percebo isso quando estacionamos na garagem do meu condomínio

— O que, porque estamos na sua casa Yan (ela observa-me desconfiada, olhando a todos os cantos ao redor)

— Esqueci de avisar ao Estácio que passaríamos primeiro na sua casa, vamos fazer assim subimos jantamos e logo levo-lhe a sua casa

— Mais Yan,(a corto a dizer)

— Sem discussão pequena, a levo ao elevador indo para meu apartamento

— Amor, espera-me aqui que vá tomar um banho e preparar um jantar para nós (ela olha-me e diz)

— Yan não quero ficar aqui sozinha penso que seria melhor ir para casa (vou na sua direção e seguro a sua mão a levando comigo ao meu quarto)

— Então vamos tomamos um banho rápido e depois vamos fazer algo para comer

— Não vou tomar banho com você garoto (ela fala rindo, a carrego pela cintura e a levo ao meu quarto

— Quando foi que te disse que tomaríamos juntos, mas gostei da ideia a beijo e bom que te mostro o garoto

— Para Yan, não tem graça estou zangada com você, não vou ficar com você tá me ouvindo (fala rindo, não tendo nenhuma credibilidade nos que está a falar já que entrelaçou as pernas ao meu corpo

— e o que faço para acalmar a minha ferinha, (sorrio, a colocando na minha cama, vou até meu closet e pego uma camisa minha a levo até minha pequena a levo até a casa de banho ligo o chuveiro ajustando na temperatura ideal lhe dou um selinho e saio a deixando avontade foi difícil mas com muito alto controle consegui deixá-la)

tomo banho na outra suíte e desço para cozinha e preparo algo rápido e gostoso depois de uns 15 minutos desce a minha Preta tão linda que fico sem palavras por uns instantes ela estava com minha camisa que ia até o meio de suas coxas, com dois botões aberto no busto e os cabelos solto levemente úmidos ela para ao meu lado e me dá uma breve avaliada e passa sua atenção aí que estou fazendo no fogão

— No que posso te ajudar, Grandão (agora olha para mim, mas desvia o olhar rapidamente, desligo o fogão a carrego sentando no balcão, fico a sua frente, sorrio)

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